Grata surpresa a leitura do livro “O Homem de Areia”. Primeiro: Lars Kepler é o pseudônimo de um casal, então o livro foi escrito a quatro mãos. Segundo: o suspense psicológico permeia o livro do início até o último parágrafo. Todos os comentários da contra capa fazem jus a leitura. E a cada capítulo, novas descobertas desconsertam o leitor. E são estas descobertas que no decorrer dos capítulos levam o leitor a imaginar diversos caminhos e com surpresas deliciosas. Já recebi os volumes de mais três obras e estão na esteira de começar a leitura: Stalker, O Pesadelo e o Caçador.
O estilo de música que tem um dia mundial para ser comemorado, é claro que estamos falando do Rock and Roll. Então o resto é o resto, porque hoje é o Dia Mundial do Rock.
Surgiu nos Estados Unidos, no final da década de 40 início de 50 e foi popularizado por Elvis Presley, considerado por muitos como “o Rei do Rock”, (claro que nem todos concordam com isso). Nos anos 60 bandas como Beatles, Rolling Stones, The Doors e Pink Floyd surgiram e foi neste período que surgiu o famoso lema: “Sexo, drogas e Rock’n’Roll”. Nos anos 70 a agressividade das guitarras explodiu e junto a bandas como Ramones, Iggy Pop & The Stooges, Sex Pistols, Led Zeppelin, Black Sabbath, Deep Purple, KISS, The Cure, Aerosmith, Iron Maiden e Judas Priest e o pop rock do U2, Echo and the Bunnymen e a melancolia do Joy Division. A chegada do grunge nos anos 80 com ótimas bandas como Nirvana, Pearl Jam, Mudhoney, Soundgarden, Stone Temple Pilot e Alice in Chains fez o estilo popularizar rapidamente, mas também foi o auge de bandas como The Smiths, REM, Faith no More e Guns N’Roses. Nos anos 90 as bandas começam a ganhar mais popularidade e a lotar estádios, bandas como U2 (que em 1987 lançou um dos melhores álbuns do mundo de todos os tempos “The Joshua Tree”), Foo Fighters (liderado por David Grol após o término do Nirvana), Red Hot Chili Peppers, Pixies, Radiohead, Dream Theater e Green Day foram implacáveis e empilharam sucessos. Final dos anos 90 e início dos anos 2000, muitas bandas surgiram, mas poucas vingaram. Algumas emplacaram apenas um hit, enquanto que outras continuam na ativa com grande sucesso, a maioria surgida do cenário Indie rock: Nickelback, System os a Down, The Strokes, Travis, Coldplay, White Stripes, Imagine Dragons, Weezer, Muse, Wolfmother, uma safra nem tão boa quanto as outras mas com muita qualidade. No cenário brasileiro: Sepultura e Angra foram as bandas que ganharam o mundo, mas Legião Urbana, Capital Inicial, Titãs, Engenheiros do Havaí, Biquini Cavadão, O Rappa, Camisa de Vênus, Secos e Molhados, Plebe Rude, Mutantes, Bixo da Seda, RPM, Barão Vermelho, Inocentes, Raimundos, Cólera, Ratos de Porão, Replicantes, Nenhum de Nós, Ultraje a Rigor, DeFalla e vários outros elevaram o nome do ROCK BR. Legião Urbana é a banda que, mesmo após a morte do líder Renato Russo, ainda toca e mantem as letras parecendo atuais mesmo escritas a mais de 30 anos.
13 de Julho – Dia Mundial do Rock
Dez músicas gringas essenciais para gostar de Rock: We Will Rock You — Queen Enter Sandman — Metallica Back in Black – AC/DC Born to be Wild – Steppenwolf Rock and Roll – Led Zeppelin Light My Fire – The Doors Smoke on tge Water – Deep Purple Heroes – David Bowie Sultans Of Swing – Dire Straits Another Brick In The Wall — Pink Floyd
Dez músicas nacionais essenciais para gostar de Rock: Legião Urbana – Tempo Perdido Titãs – Polícia Nação Zumbi – Maracatu Atômico Raul Seixas – Metamorfose Ambulante Barão Vermelho – Pro Dia Nascer Feliz O Rappa – Minha Alma Os Paralamas do Sucesso – Vital e Sua Moto Plebe Rude – Até Quando Esperar Engenheiros do Havaii – Infinita Highway Camisa de Vênus – Eu Não Matei Joana D´arc
Sinopse: no filme “Laços”, a invasão do apartamento de um casal desperta lembranças do turbulento casamento, marcado por um período de infidelidade e abandono. Já adultos, seus filhos vivem as consequências dessa estranha fase. Baseado no livro de Domenico Starnone. Comentário: se existe algo de legal nesse filme é a entrega em manter um casamento calgado na mentira, somente para manter as aparências. Confiança perdida e insegurança, será que com o tempo poderá reacender a chama, vale a pena ignorar o que aconteceu? Estes dramas que podem mostrar histórias reais que acontecem no dia-a-dia e não sabemos, chocam nesta atual crise em que vivemos e devem ser vistos com um alento, pois são necessários. Mesmo querendo tapar os olhos para injustiças, com o tempo, tudo tem um preço e com o passar deste tempo pode se tornar mais doloroso.
Não tinha muitas expectativas sobre o jogo de hoje: último lugar contra um time mais regular. E foi o que se concretizou: jogo feio com poucas chances de gol e mais um empate. A boa notícia foi o goleiro Gabriel Chapecó com boas desejas mostrou frieza e segurança. Kannemann voltou a ser o velho zagueiro conhecido: muita raça, não perdeu nenhuma dividida. Douglas Costa não me parece ainda em condições físicas ideias, perdeu muitas jogadas e não municiou o ataque. Diego Souza está pesado, estático na frente na única chance que teve quis encobrir o goleiro e chutou para fora. Fernando Henrique teve uma boa participação, joga com a cabeça erguida, protege bem a bola, mas o meio de campo do Grêmio é inexistente: não produz e não combate, com os atuais jogadores não vai conseguir resolver o problema. Vanderson não pode mis ficar na reserva do Rafinha. E espero que esta tenha sido o último jogo do Cortez com a camisa do Grêmio: perdeu tudo neste jogo.
Enfim, Felipão terá muito trabalho e dificuldade para ajustar o time e sair da situação incomoda em que está hoje.
Uma pena que Sweet Girl, o novo filme de ação da Netflix com Jason Momoa, virou no Brasil “Justiça em Família” mas tirando isso a pancadaria promete correr frouxa. Vale a pena esperar e ver o resultado, por enquanto assista o trailer aí e confirme a expectativa.
Primeiro: deixar claro que jogador não pode escolher treinador. É pago, e bem pago, somente para jogar futebol. Segundo: se o jogador não quer jogar ou fazer corpo mole, vai pro banco, pro time de transição ou manda embora. Deveria ser simples assim. Essa direção tem que acordar para isso: já fez muita cagada contratando e pagando caro para uns amebas que não valorizam a instituição Grêmio. O clube é eterno e esses jogadorzinhos vão passar.
Vamos ao jogo: eu não acredito em sorte ou azar e o primeiro gol do Palmeiras foi na raça de seus jogadores. E o primeiro tempo foi amplamente dominado pelo Palmeiras. Muito mais estruturado e com padrão de jogo bem definido. Enquanto que alguns jogadores do Grêmio apáticos, sem serem efetivos nas jogadas e não levando nenhum perigo ao goleiro palmeirense. Rafinha abriu um corredor pela direita, não foi intenso na marcação e nem no ataque, assim os dois gols foram criados pela sua lateral. Bobsin lento, trabalha a bola para o lado e não evolui para o ataque. Matheus Henrique é impossível continuar no time, totalmente sem noção e despreparado. Diogo Barbosa muito limitado e sem força ou raça, não marca e não ataca, peso morto. Necessário contratar um lateral esquerdo urgente. Ferreira continua da mesma maneira: pipocando e se livrando da bola. Não joga para o time e me parece que acha que pode decidir qualquer jogo com seus dribles limitados. Diego Souza sucumbiu a marcação e quando a bola chegava era espetada, não tem condições do jogador fazer algo, a não ser correr que nem um bobo. As alterações no intervalo fizeram algum efeito: Ricardinho perdeu uma grande chance logo no início. Depois Ferreira errou um passe fácil e simples para o Ricardinho num contra ataque. O Grêmio até criou algumas jogadas, conseguiu ir mais ao ataque mas foi inoperante e limitado. A frente da área do Grêmio é um buraco, o Palmeiras chegava tabelando de todas as maneiras, ninguém marca nada. Jean Pyerri entrou e não fez nada, errou tudo, assim como Alisson que nada produziu.
Falta de vergonha na cara de muitos jogadores deste time, deveriam devolver pelo menos 50% do salário até melhorar o futebol apresentado, pois quando mexe no bolso eles ficam incomodados. Mais um jogo sofrível e conforme o tempo passa mais me convence que vamos brigar para não cair. Felipão está pegando uma grande bucha, mas devem ter prometido algum jogador para ele porque só com o nome não vai mudar a situação atual do time, mas tem pulso para dispensar ou mandar um monte destes jogadores para o banco. Enfim, até a pé nós iremos… espero que não para a segunda divisão.
Numa quarta-feira, dia 23/06, fria em São Paulo fui conhecer (sem reserva) o novo restaurante do chef Erick Jacquin: e foi decepcionante.
Primeiro: quando conferi o menu e não vi muitas variedades. E muito puxado ao antigo restaurante de Jacquin, o Tartar&Co. Segundo:quando o preço e o tamanho das porções. Neste caso menos deveria ser mais. Terceiro:quando realizei os pedidos e conferi a qualidade dos pratos: de aperitivo pedi o Pastel de Tartar de Salmão. Era um petisco do antigo restaurante, mas lá era mais crocante e saboroso, finalizado com flor de sal. Aqui estava com a massa do pastel sem nenhuma crocancia e o salmão pouco temperado. Não vale R$ 41,00 (3 pasteizinhos dividido ao meio). O primeiro prato principal: Filé Mignon com molho roquefort (R$ 73,00) acompanhado de batata frita murchas e com um salada dispensável. O segundo prato que pedi, claro porque o primeiro era pequeno, salvou um pouco o Macarrão Grande na manteiga (R$ 63,00), que de grande não tem nada. O macarrão estava no ponto, com um molho gostoso, mas era muito molho para pouco macarrão.
Enfim, uma experiência decepcionante tanto pela qualidade quanto pelo valor e, com certeza, é um restaurante que não vou visitar mais, pois como dizem: a primeira impressão é que fica.
Será que agora teremos a batalha final entre He-Man e Esqueleto? Mestres do Universo: Salvando Eternia é a nova série da Netflix que deve estrear dia 23 de julho. Um ótimo desenho da minha infância para a nova geração, será que empolga à todos?
RIDÍCULO. Um time sem padrão de jogo, sem motivação e com um técnico idiota que não vê o básico: deveria ter retornado para o segundo tempo com modificações mas fez as últimas no final do jogo. Será que ele estava visualizando uma goleada em pouco tempo? Perdemos novamente para um time pequeno, com limitações inclusive no banco de reservas mas mais organizado. ORGANIZAÇÃO esta que é o princípio básico de todo trabalho. Mas o que parecia hoje era um time de louco, cada um querendo resolver por si e em muitos momentos nervoso. Matheus Henrique discutiu com Kannemann, afinal quem é Matheus Henrique para discutir com alguém? É o dono do time? Fez isso com o Tiago Nunes e nem foi multado. Já deveria ter pegado banco a muito tempo. Diego Souza discutiu com o “pipoqueiro” Ferreira. Este Ferreira aliás é um jogador que não tem mais nada a oferecer, tem que ir para o banco ou vender logo. Sem nenhum aumento de salário. Brenno voltou e a fase continua boa, mas vai para a seleção Olímpica e devemos ter problemas. Desta maneira, a saída de Tiago Nunes é inevitável. Não tem o grupo na mão, não consegue administrar o trabalho no campo, escala mal e faz escolhas ruins no decorrer do jogo. (foi demitido).
Enfim, mais um fiasco no campeonato Brasileiro e, da maneira que está, deve jogar para não cair. Incrível como em tão pouco tempo conseguiram “destruir” o time do Grêmio, a base é a mesma mas a empolgação não. Técnico novo ou a volta de um antigo que conhece o clube? Com o mesmo grupo? Sem contratações?
A palavra maratonando, originada de maratona, foi elevada a outro nível nesta pandemia. O dicionário apresenta a definição da palavra maratona e alguns sentidos figurados que possibilitam nosso entendimento mais claro.
Esporte: prova de corrida a pé ao longo da qual cerca de 42km são percorridos. [Figurado] Toda competição cuja duração é bem prolongada e que exige uma grande resistência: maratona de degustação; maratona de dança. [Figurado] Aquilo que exige muito tempo cujos resultados são exaustivos para as pessoas que estão envolvidas em seu desenvolvimento: a deliberação do tribunal foi uma maratona de dez horas.
Na pandemia começamos a maratonar séries, ou seja, começar a assistir, sem se preocupar com o tempo e finalizar no último episódio, sem pausa. Simples assim. Uma maratona de oito, dez, doze horas, apenas com intervalos para ir ao banheiro ou fazer uma pipoca ou lanchinho rápido. Assistir uma ou várias séries seguidas: de mini-séries com 2 episódios (cada um com 90 minutos) ou série com 10 episódios (cada um com 60 minutas), não importa, são muitas as opções. E o lado bom disso é que descobrimos muitas outras produções além da fascinante indústria americana: Espanha, Japão, Inglaterra, Alemanha, África do Sul e, quem diria, Islândia e Escócia. Descobrimos além da Netflix, Globo e Amazon Prime, canais como TNT, Fox, HULU, NBC, HBO, AMC, Showtime, AppleTV, The CW, AXN, Universal, Warner, entre outros.
Séries de aventura, drama, policial, suspense, fantasia, ficção, política, exorcismo e até mesmo animação entraram no nosso radar e nos deixaram, muitas vezes, satisfeitos e contentes. Séries como SWAT, FBI, Brooklin Nine-Nine, The Simpsons, são ótimas, mas algumas opções essenciais são The Sopranos, Game of Thrones Breaking Bad, The Wire, Person of Interest, The Leftovers, Dexter, Veep, Modern Family, Six Feet Under, How to Get Away with Murder, Blindspot, e mais algumas que você já assistiu.
Comece a maratonar com estas e descubra um mundo extremamente legal e divertido, se não pode viajar e conhecer novas culturas a opção é viajar nas produções das TVs .