
Do álbum Matter Does Not Define (2025), vem o clipe “Long Shadows” da banda inglesa de indie rock The Lathums: “E se eu cair, cairei com amor, e sobreviverei / Por tudo que brilha, o amor lança longas sombras”. Confere aí. 🎸

Do álbum Matter Does Not Define (2025), vem o clipe “Long Shadows” da banda inglesa de indie rock The Lathums: “E se eu cair, cairei com amor, e sobreviverei / Por tudo que brilha, o amor lança longas sombras”. Confere aí. 🎸


Holly (Benedetta Porcaroli), uma mulher italiana, duvida de sua identidade até que um encontro com uma menina perspicaz de 7 anos muda sua perspectiva de vida. Confere aí!

Título Original: “I Will Find You”
Elenco principal: Sam Worthington, Britt Lower, Milo Ventimiglia, Chi McBride, Jonathan Tucker, Logan Browning, Erin Richards, Madeleine Stowe
Criador: Robert Hull
Streaming: Netflix
Episódios: 8
⭐️⭐️⭐️⭐️⭐️
SINOPSE: Um pai inocente (Sam Worthington) condenado à prisão perpétua pelo assassinato do próprio filho fica sabendo que ele ainda pode estar vivo, despertando nele o desejo de fugir da prisão para desvendar a verdade.
Existe um tipo de suspense que não pergunta “quem fez isso?”, mas sim “isso realmente aconteceu?”. É nesse território incômodo que se instala Eu Vou Te Encontrar, minissérie da Netflix baseada no romance homônimo de Harlan Coben, que mistura drama carcerário, investigação jornalística e um thriller de fuga eletrizante.
A trama acompanha David Burroughs (Sam Worthington), condenado à prisão perpétua pela morte do próprio filho pequeno. Cinco anos depois, quando já não resta esperança alguma, uma pista inesperada sugere que o garoto pode estar vivo. A partir daí, David toma uma decisão irreversível: fugir da prisão para descobrir a verdade antes que seja tarde demais. A premissa segue a fórmula que consagrou Coben como um dos autores de suspense mais lidos do mundo — segredos de família, aparências enganosas e um protagonista que precisa provar sua inocência correndo contra o relógio. O ritmo é acelerado desde os primeiros minutos, com episódios curtos que favorecem o maratonar, e o roteiro trabalha bem a tensão de duas frentes narrativas paralelas: a fuga de David e a investigação conduzida por uma jornalista que enxerga no caso a chance de reconstruir a própria carreira. Os personagens ganham camadas aos poucos, e a série evita entregar respostas fáceis cedo demais, mantendo o espectador em estado de alerta episódio após episódio.
Os episódios iniciais se destacam por estabelecerem o mistério com eficiência, enquanto os capítulos do meio da temporada elevam a tensão ao aprofundar as investigações paralelas. Vale enfatizar que o fechamento da história recompensa quem acompanhou atento aos detalhes plantados ao longo do caminho e isso passa pela atuação de Sam Worthington que entrega um David Burroughs convincente, equilibrando a dureza de quem sobreviveu ao cárcere e isso funciona bem justamente por sustentar a vulnerabilidade sem cair no exagero. Ao seu lado, Britt Lower, ex-cunhada de David e jornalista em busca de redenção profissional constrói uma química genuína com o protagonista, feita de cumplicidade e não de romance.
Assim como acontece em outras adaptações de Harlan Coben, o roteiro trabalha constantemente com falsas pistas, novos suspeitos e personagens que escondem segredos, mesmo parecendo que todos parecem ter algo a esconder. Não se trata apenas de descobrir quem fez o quê, mas a grande pergunta é entender até onde alguém seria capaz de ir para proteger as pessoas que ama. A série entrega o que promete: tensão crescente, um protagonista fácil de torcer e um mistério que só se resolve nos minutos finais. É recomendada para fãs de thrillers de fuga, mistério policial e histórias sobre família e redenção ou para quem já é fã de adaptações anteriores de Harlan Coben que vai reconhecer a assinatura do autor a cada episódio.
Sem reinventar o gênero, “Eu Vou Te Encontrar” aposta justamente naquilo que tornou Harlan Coben um fenômeno mundial: personagens comuns lançados em situações extraordinárias, mistérios que se multiplicam a cada episódio e reviravoltas cuidadosamente posicionadas para manter o público completamente envolvido.

O filme vai acompanhar Joe (Seth Rogen) e Angela (Olivia Wilde) e como o casamento deles caiu na rotina. Angela convida os vizinhos Kayla (Penélope Cruz) e Shane (Edward Norton) para um coquetel e, inesperadamente, eles descobrem que os vizinhos podem estar organizando orgias semanais. Confere aí!

A série acompanha Debbie (Octavia Spencer), uma mulher comum que vê sua vida virar de cabeça para baixo quando passa a ser perseguida após um golpe envolvendo milhões de dólares roubados da máfia. Em meio ao caos, ela descobre que sua melhor amiga Judith (Hannah Waddingham), guarda um segredo surpreendente: ela é uma assassina profissional. Confere aí!

O novo álbum de estúdio do guitarrista e cantor Kurt Vile, Philadelphia’s Been Good To Me, chega com o single e clipe de “Change to Bleed“. “Chance de Sangrar“, numa tradução direta, me parece uma metáfora em que o cantor fala sobre sua vida em correr riscos em uma celebração ao início da carreira e para isso ele trouxe seus amigos da banda The Violators. Confere aí. 🎸

Título Original: “Half Man”
Elenco principal: Richard Gadd, Jamie Bell, Neve McIntosh, Charlie de Melo
Criador: Richard Gadd
Streaming: HBO Max
Episódios: 6
⭐️⭐️⭐️⭐️⭐️
SINOPSE: Ruben (Richard Gadd) aparece no casamento de seu irmão Niall (Jamie Bell), que está separado, e atua como catalisador para o renascimento dos últimos 40 anos de relacionamento.
Existem séries feitas para entreter e séries feitas para confrontar. Pela Metade (título original Half Man), a nova minissérie da HBO Max criada por Richard Gadd, o mesmo nome por trás do fenômeno Bebê Rena, pertence sem dúvida à segunda categoria.
Ao longo de seis episódios, a produção acompanha quase quatro décadas da relação entre dois “irmãos” que não são irmãos de sangue, mas que se tornaram inseparáveis por circunstâncias da vida e por uma ligação que mistura lealdade, dependência e violência. A história começa no presente, num casamento, no momento em que um reencontro inesperado detona uma explosão de tensão capaz de jogar o espectador direto de volta para os anos 1980, quando tudo entre os dois começou. Sem entregar reviravoltas, fica o aviso: Pela Metade não é uma série para assistir distraído, pois exige presença, estômago emocional e disposição para olhar de frente para temas como masculinidade tóxica, abuso, vergonha e os efeitos que o silêncio masculino pode causar ao longo de uma vida inteira.
A trama acompanha Niall e Ruben, dois adolescentes que passam a dividir o mesmo teto quando suas mães decidem viver juntas: Ruben, o mais velho, carrega uma história de internação em instituição para menores infratores e uma natureza instável e impulsiva, enquanto Niall, mais novo, é observador, sensato e tenta sobreviver emocionalmente à intensidade do “irmão” que ganhou. A série constrói, com uma estrutura temporal fragmentada, o contraste entre dois homens opostos — um feroz e outro contido — e mostra como essa dinâmica, construída ainda na juventude, os acompanha (e os assombra) até a vida adulta. O fio condutor é simples na superfície e devastador na profundidade: o que a sociedade ensina aos homens sobre força, competição e vergonha, e o preço que se paga por nunca aprender a lidar com a própria dor.
Pela Metade não pede desculpas por ser pesada. Ela não oferece respostas fáceis, nem heróis, nem vilões — apenas dois homens moldados por décadas de silêncio, orgulho e dor, em uma das discussões mais honestas sobre masculinidade já feitas para a televisão recente. Se você saiu de Bebê Rena impactado e quer entender até onde Richard Gadd consegue ir como contador de histórias, aqui é uma experiência que vai incomodar, mas que vale cada minuto desse incômodo.
A série é uma obra difícil de recomendar de forma leviana e é justamente por isso que ela funciona: Gadd confirma, mais uma vez, sua capacidade de transformar desconforto em linguagem dramática de altíssimo nível, apoiado por um elenco entregue de corpo e alma. O único ponto que pode afastar parte do público é exatamente sua intensidade: não é uma série para qualquer momento, nem para quem busca conforto.

Segue Frances Haugen (Mikey Madison), uma jovem engenheira do Facebook, que contou com a ajuda de Jeff Horwitz (Jeremy Allen White), repórter do Wall Street Journal, para revelar os segredos mais guardados da rede social. Confere aí!

“Hot Stumps” é o novo single da banda Dynamite Shakers, banda francesa de garage rock, que prepara um novo álbum após o ótimo Don’t be Boring , lançado em 2024. Confere aí. 🎸