O filme vai acompanhar Joe (Seth Rogen) e Angela (Olivia Wilde) e como o casamento deles caiu na rotina. Angela convida os vizinhos Kayla (Penélope Cruz) e Shane (Edward Norton) para um coquetel e, inesperadamente, eles descobrem que os vizinhos podem estar organizando orgias semanais. Confere aí!
A série acompanha Debbie (Octavia Spencer), uma mulher comum que vê sua vida virar de cabeça para baixo quando passa a ser perseguida após um golpe envolvendo milhões de dólares roubados da máfia. Em meio ao caos, ela descobre que sua melhor amiga Judith (Hannah Waddingham), guarda um segredo surpreendente: ela é uma assassina profissional. Confere aí!
O novo álbum de estúdio do guitarrista e cantor Kurt Vile, Philadelphia’s Been Good To Me, chega com o single e clipe de “Change to Bleed“. “Chance de Sangrar“, numa tradução direta, me parece uma metáfora em que o cantor fala sobre sua vida em correr riscos em uma celebração ao início da carreira e para isso ele trouxe seus amigos da banda TheViolators. Confere aí. 🎸
Título Original: “Half Man” Elenco principal:Richard Gadd, Jamie Bell, Neve McIntosh, Charlie de Melo Criador: Richard Gadd Streaming: HBO Max Episódios: 6 ⭐️⭐️⭐️⭐️⭐️ SINOPSE:Ruben (Richard Gadd) aparece no casamento de seu irmão Niall (Jamie Bell), que está separado, e atua como catalisador para o renascimento dos últimos 40 anos de relacionamento.
Existem séries feitas para entreter e séries feitas para confrontar. Pela Metade (título original Half Man), a nova minissérie da HBO Max criada por Richard Gadd, o mesmo nome por trás do fenômeno Bebê Rena, pertence sem dúvida à segunda categoria.
Ao longo de seis episódios, a produção acompanha quase quatro décadas da relação entre dois “irmãos” que não são irmãos de sangue, mas que se tornaram inseparáveis por circunstâncias da vida e por uma ligação que mistura lealdade, dependência e violência. A história começa no presente, num casamento, no momento em que um reencontro inesperado detona uma explosão de tensão capaz de jogar o espectador direto de volta para os anos 1980, quando tudo entre os dois começou. Sem entregar reviravoltas, fica o aviso: Pela Metade não é uma série para assistir distraído, pois exige presença, estômago emocional e disposição para olhar de frente para temas como masculinidade tóxica, abuso, vergonha e os efeitos que o silêncio masculino pode causar ao longo de uma vida inteira.
A trama acompanha Niall e Ruben, dois adolescentes que passam a dividir o mesmo teto quando suas mães decidem viver juntas: Ruben, o mais velho, carrega uma história de internação em instituição para menores infratores e uma natureza instável e impulsiva, enquanto Niall, mais novo, é observador, sensato e tenta sobreviver emocionalmente à intensidade do “irmão” que ganhou. A série constrói, com uma estrutura temporal fragmentada, o contraste entre dois homens opostos — um feroz e outro contido — e mostra como essa dinâmica, construída ainda na juventude, os acompanha (e os assombra) até a vida adulta. O fio condutor é simples na superfície e devastador na profundidade: o que a sociedade ensina aos homens sobre força, competição e vergonha, e o preço que se paga por nunca aprender a lidar com a própria dor.
Pela Metade não pede desculpas por ser pesada. Ela não oferece respostas fáceis, nem heróis, nem vilões — apenas dois homens moldados por décadas de silêncio, orgulho e dor, em uma das discussões mais honestas sobre masculinidade já feitas para a televisão recente. Se você saiu de Bebê Rena impactado e quer entender até onde Richard Gadd consegue ir como contador de histórias, aqui é uma experiência que vai incomodar, mas que vale cada minuto desse incômodo.
A série é uma obra difícil de recomendar de forma leviana e é justamente por isso que ela funciona: Gadd confirma, mais uma vez, sua capacidade de transformar desconforto em linguagem dramática de altíssimo nível, apoiado por um elenco entregue de corpo e alma. O único ponto que pode afastar parte do público é exatamente sua intensidade: não é uma série para qualquer momento, nem para quem busca conforto.
Segue Frances Haugen (Mikey Madison), uma jovem engenheira do Facebook, que contou com a ajuda de Jeff Horwitz (Jeremy Allen White), repórter do Wall Street Journal, para revelar os segredos mais guardados da rede social. Confere aí!
“Hot Stumps” é o novo single da banda Dynamite Shakers, banda francesa de garage rock, que prepara um novo álbum após o ótimo Don’t be Boring , lançado em 2024. Confere aí. 🎸
Um policial tribal envelhecido e seu novo estagiário devem encontrar um fugitivo implacável, cujo retorno à sua reserva indígena rural expôs seus segredos mais obscuros e pode desencadear uma violenta guerra de gangues. Confere aí!
O segundo trimestre do ano foi muito produtivo e aqui está um resumo dos livros que li no período, junto com minhas recomendações para atiçar tua curiosidade (sem ordem de preferência). Desligue e Divirta-se! 🥳
📖 A Ex — Freida McFadden Você Não Vai Prever McFadden construiu uma reputação sólida como mestra da reviravolta e aqui ela não decepciona: este é um thriller sobre obsessão, passado mal resolvido e a sensação constante de que algo não bate. Com um ritmo ágil, tensão crescente, e aquele final que você definitivamente não previa.
📖 Instinto Materno — Bárbara Abel Leitura Obrigatória Kuang não escreveu apenas um thriller sobre plágio, escreveu um espelho incômodo apontado para a indústria editorial, para quem tem “permissão” de contar quais histórias, e para os limites (ou a ausência deles) da ambição. É raríssimo um livro conseguir ser tão afiado socialmente e, ao mesmo tempo, tão impossível de largar. Você vai se pegar torcendo por quem sabe que não devia e é exatamente aí que a autora te pega.
📖 Amizades Fatais — Julie Soto Vício Garantido Existe um território cinzento entre amar alguém e precisar dessa pessoa de um jeito que já não é saudável. Julie Soto explora esse território com uma tensão emocional que engana pela aparência leve do gênero. Não é só sobre relacionamento, é sobre os limites (ou a falta deles) que criamos, ou deixamos de criar, por quem amamos.
📖 A Caixa no Bosque — Maureen Johnson Enigma Bem Costurado Há algo profundamente perturbador em segredos que uma comunidade inteira decide não desenterrar. Maureen Johnson constrói um mistério que é tanto sobre um crime quanto sobre memória coletiva, sobre como lugares fechados, tradicionais, guardam feridas que ninguém quer nomear. Ideal para quem gosta de detetives amadores curiosos e daquela sensação de que cada página esconde uma pista que você quase pegou.
📖 A Viúva — John Grisham Clássico Garantido Grisham já provou dezenas de vezes que sabe transformar tribunais e sistemas de poder em palco de tensão humana genuína. Aqui, a engrenagem da justiça se mistura a segredos de família que atravessam gerações e o resultado é aquele tipo de suspense que faz você confiar cada vez menos em todo mundo, inclusive em quem parecia inocente demais.
📖 O Fim Chega para Todos — Evelyn Clarke Tensão Crescente Todo mundo carrega um segredo que gostaria de levar para o túmulo. Evelyn Clarke parte dessa premissa universal e a transforma em um suspense sufocante sobre o que realmente significa “acertar as contas” antes que seja tarde. Uma leitura que reflete sobre mortalidade, arrependimento e a ilusão de que o tempo está sempre do nosso lado.
📖 O Proprietário — R. B. Egan Arrepio Silencioso A casa deveria ser sinônimo de segurança — o lugar onde baixamos a guarda. R. B. Egan questiona exatamente essa premissa, construindo um suspense doméstico sobre controle, vigilância e o quanto realmente conhecemos as pessoas que dividem nosso espaço mais íntimo. Perturbador de um jeito silencioso, que cresce aos poucos.
📖 Estado de Alerta — David Klass Adrenalina Pura Existem livros que você lê, e existem livros que fazem seu coração acelerar junto com o dos personagens. Klass constrói uma narrativa de pressão constante, onde decisões extremas testam os limites entre ética e sobrevivência. Não é uma leitura para relaxar — é uma leitura para sentir cada escolha na pele.
📖 Um Casal Perfeito — Leslie Wolfe Aparências Enganam Toda relação “perfeita demais” esconde algo — essa é a inquietação que sustenta este thriller do início ao fim. Leslie Wolfe dissece a fachada de casais idealizados e revela como manipulação pode se disfarçar de romance impecável. Uma leitura que faz refletir sobre quanto da vida alheia é real e quanto é curadoria.
📖 Esposa Silenciosa — Karin Slaughter Leitura Necessária Poucas autoras conseguem escrever sobre violência doméstica com a crueza e a humanidade que Karin Slaughter traz. Este não é um livro confortável — e não deveria ser. É uma narrativa sobre o silêncio que a sociedade impõe às vítimas e sobre a força bruta necessária para quebrá-lo. Leitura difícil, mas necessária.
📖 Os Pecados do Pai — Jeffrey Archer Épico Geracional Uma saga sobre como as escolhas de uma geração ecoam, silenciosas ou explosivas, na próxima. Archer tem a habilidade rara de transformar ambição, traição e redenção em uma narrativa épica sem perder a intimidade dos personagens. Para quem gosta de histórias que atravessam décadas sem nunca perder o fôlego.
📖 Instinto Materno — Bárbara Abel Leitura Perturbadora Existe uma crença quase inquestionável de que o amor materno é puro, protetor e infalível. Bárbara Abel pega essa certeza e a estilhaça com mãos cirúrgicas. Este é um romance que não fala apenas sobre maternidade — fala sobre os silêncios que sustentam uma família e sobre como a culpa pode moldar memórias inteiras. Uma leitura desconfortável no melhor sentido: daquelas que fazem você fechar o livro e olhar diferente para as próprias certezas afetivas.
📖 Irene — Pierre Lemaitre Não Recomendado para Estômagos Fracos Considerado um dos policiais mais perturbadores da literatura francesa contemporânea, Lemaitre não poupa o leitor de nada. Este é um livro que desafia o limite entre ficção policial e horror psicológico: cru, brilhante e desconfortável. Não é para todo mundo, e é exatamente por isso que marca quem tem coragem de encará-lo.
📖 A Última Mentira que Contei — Riley Sager Leitura de Verão Existe um tipo específico de assombro que só a infância pode deixar e Riley Sager sabe explorar isso como poucos. Segredos antigos, amizades que nunca se resolveram e um cenário que parece guardar memórias por conta própria. Suspense de atmosfera, ideal para quem gosta de sentir o peso do passado em cada página.
📖 O Acerto Final — Sam Bourne Alta Voltagem Conspiração, poder e decisões que podem mudar o rumo de nações inteiras, Sam Bourne constrói um thriller que é tanto sobre geopolítica quanto sobre a fragilidade das instituições em que confiamos. Um suspense inteligente para quem gosta de tramas grandiosas com implicações reais.
📖E você? Já leu algum destes livros ou pretende ler? Concorda com as minhas notas? Deixe sua opinião nos comentários. Boa leitura!!! 📚
Quando sua vida despreocupada se transforma após uma tragédia familiar inesperada, Filip (Ignacy Liss) precisa amadurecer para não perder tudo o que lhe resta. Confere aí!