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1clássico: Tempo Perdido – Legião Urbana

O meu primeiro clássico nacional é da banda que eu julgo ser a melhor de todos os tempos: LEGIÃO URBANA. É claro que muitos não concordam, mas o fato é que a Legião mudou o cenário do rock brasileiro: letras poderosas atraiam cada vez mais admiradores e músicas que pareciam não ter apelo radiofônico estouravam em todo o país. E criou-se uma religião em torno da banda e principalmente em Renato Russo. A triste morte de Renato acendeu mais ainda a devoção pela banda e que ainda tem muitos seguidores nos dias de hoje, muitas das músicas e letras são atuais, mesmo que escritas na década de 80. Quem nunca participou de uma festinha ou luau em praia que saca o violão e todos cantam “Pais e Filhos”, “Eduardo e Mônica”, “Faroeste Caboclo”, entre outras?

E é por isso que escrevo que é a melhor banda de rock nacional de todos os tempos e meu primeiro clássico é a música “Tempo Perdido”.

Lançada em 1986, no disco DOIS, traz uma reflexão sobre a passagem do tempo, rápido demais e que muitas vezes desperdiçamos este tempo com bobagens.

“Todos os dias quando acordo / Não tenho mais o tempo que passou / Mas tenho muito tempo: Temos todo o tempo do mundo.”

Não adianta chorar pelo que passou, somos capazes de controlar o nosso tempo e melhorar a cada dia.

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Dia Mundial do Rock

Parece algo clássico nesta data: qual a maior banda de rock de todos os tempos? Várias, em várias fases, em várias músicas, com brilhantes vocalistas e guitarristas e com uma bateria fantástica: LED ZEPPELIN SEMPRE!!!

E outras mais que não podem ser esquecidas.
QUEEN

PINK FLOYD

STEPPENWOLF

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1álbum: AWOLNATION – Angel Miners & The Lightning Riders

AWOLNATION, é uma banda de rock alternativo que surgiu em Los Angeles, na ensolarada Califórnia (EUA), em 2010. E em 2011 já lançava o álbum Megalithic Symphony, onde tinha o petardo “Sail”. Mas não é uma banda fácil de entender: em alguns momentos transitando pelo pop, rock mais pesado com guitarras cruas com pitadas de eletrônico. O próximo álbum foi Run, em 2015, e continuou na mesma pegada, com músicas como “Run”, “Fat Race”, “Woman, Woman” e a balada “I Am”. Em 2018 chegou Here Come the Runts, como músicas como: “My Molasses”, “Handyman” (a versão acústica ficou bem bacana) e a melhor “Table for One” (prefira a versão com Elohim, ficou excelente). Em 2019 a banda lançou o single “Drive”, regravação da banda The Cars.

Chegamos em 2020 e o lançamento do novo álbum Angel Miners & The Lightning Riders. É o mais do mesmo, seguindo o mesmo padrão do som dos caras, mas mesmo assim tem bons momentos e músicas com sonoridades diversas: o peso aparece em “Mayday!!! Fiesta Fever” e “Battered, Black & Blue (Hole in my Heart)”, a explosão incontrolável de “I’m A Wreck”que começa lenta e termina pesada e momentos eletrônicos em “California Halo Blue”. Mas as melhores músicas ficam com o lado mais pop da banda: “Radical”, “The Best” (Eu quero andar um pouco mais alto / Eu quero me sentir um pouco mais forte / Eu quero pensar um pouco mais inteligente / E dizer, eu só quero ser o melhor ) e a melhor é “Pacific Coast Hignway in the Movies” com participação de Rivers Cuomo (Wezzer).

O quarto bem da banda (Aaron Bruno é o cara por trás de tudo) não mostra uma grande evolução, mas entrega um álbum consistente e boas músicas.
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