
Penélope Cruz e Antonio Banderas juntos, vem coisa boa aí.

Penélope Cruz e Antonio Banderas juntos, vem coisa boa aí.

Parece incrível que o álbum, não apenas mudou banda de patamar, ganhou mais adeptos do rock mais radiofônico e influenciou uma nova legião de fãs. Black Album é espetacular.
Dia 12/08 fez aniversário de 30 anos deste belíssimo álbum lançado por James Hetfield (vocal), Lars Ulrich (bateria), Jason Newsted (baixo) e Kirk Hammett (guitarra), a banda METALLICA. E todos sabem que o Metallica uma das melhores bandas de rock do mundo. Rock pesado, letras politizadas e ótimos solos de guitarra e não por acaso a guinada para o lado menos pesado (não gosto de dizer mais pop) está no Black Album. A capa do álbum já é um ponto alto: toda preta com uma imagem pálida de uma cobra em um dos cantos, com o nome da banda no canto oposto. E eis que chegamos as músicas, o álbum não apenas traz músicas mais acessíveis às rádios e ao público, mas também por ter sido gerado em meio a muitos conflitos entre os integrantes da banda e também os produtores. Single atrás de single, o Metallica emplacou várias músicas nas paradas do mundo todo.
O que mais encanta no álbum: as 5 primeiras canções são petardos, vindo de todas as direções. Balada, peso e boas letras. “Enter Sandman” um dos grandes hits do álbum já mostra o que a banda vai entregar. “Sad But True” outra música que logo caiu no gosto dos fãs e alçada a hit imediato (Eu sou o seu sonho / Torno-o real / Sou os seus olhos quando você precisa roubar / Sou a sua dor quando você não pode sentir/ Triste, mas verdadeiro), depois a rápida “Holier Than Thou” James Hetfield canta “Antes de me julgar preste atenção em você / Não consegue achar nada melhor para fazer?”, simples assim. A baladaça “The Unforgiven” uma das melhores músicas do mundo já gravadas. E “Wherever I May Roam” é mais um petardo bem colocado. E pra mim a melhor música do álbum é “Nothing Else Matters” (Eu nunca me abri deste jeito / A vida é nossa, nós a vivemos do nosso jeito / Todas estas palavras não são da boca para fora / E nada mais importa).
PERFEITO. 10

Logo que assisti o trailler do filme vi que era coisa boa: Bruce Willis (Helter) e Megan Fox (Lombardo), são agentes do FBI, neste filme de crime corajoso e intenso. Enquanto estão na Flórida em outro caso, eles cruzam com o policial estadual Emile Hirsch (Crawford), que está investigando uma série de assassinatos de mulheres que parecem estar relacionados. Lombardo e Crawford se unem para uma ação disfarçada, mas tudo dá terrivelmente errado, colocando Lombardo em grave perigo e Crawford contra um serial killer em um jogo de gato e rato.
Além de intenso o filme é muito bom, lento e com pouca interação de Bruce Willis no filme, mas Emile Hirsch é a melhor atuação. Tem ótimas cenas de suspense e, quem assistiu a série BIG SKY pode ver semelhanças (mas a série é bem melhor). 8

Como o time do Grêmio é limitado: lento, sem iniciativa e por vezes com medo de se impor. Foi mais um jogo sofrível para o torcedor gremista. Alguns pontos que eu ainda não entendo e não consigo acreditar que o Felipão não vê isso: Cortez, não ganha nenhuma jogada e não consegue cruzar, limitado a marcar (e mal), não consegue produzir nada de útil para o time. Jean Pyerre é horrível, molengão, não divide nenhuma jogada e acha que é craque e pode decidir quando quiser. Não deveria mais ser escalado, tem que deixar treinando em separado. Darlan também é muito limitado, errando passes de 2 metros. Luiz Fernando, que cara mais ruim, não consegue dominar uma bola. Assim como a insistência em Diogo Barbosa agora na ponta esquerda, fraco demais. Porque não dar mais chances ao Guilherme Guedes? O que tem de errado com ele? Qual a avaliação da comissão técnica em não utilizar o guri?
Se não fosse, novamente, o goleiro Chapecó em menos de 10 minutos o Grêmio poderia ter iniciado o jogo com 2 x 0. Impossível tomar sufoco de um time igual à Chapecoense na Arena. Inacreditável. Alisson, além de ciscar, conseguiu enfim chutar uma bola boa no gol, teve bons momentos e ajudou o time. O estreante Borja foi o melhor em campo: lutou, brigou e bateu o pênalti com personalidade. Diferente de Diego Souza (gordo) e Ricardinho (que perde gols incríveis), Borja dá mais opção ao ataque e deve melhorar com a sequencia de jogos. A volta de Maicon também merece destaque: a mesma visão e passes precisos, pena que alguns companheiros como Léo Pereira e Luiz Fernando não conseguem dar 10% do que Maicon quando está em campo.
O Grêmio ganhou, mas correndo riscos até o final. Sofreremos muito, mas espero que as novas contratações tragam mais raça e disposição ao time. Só falta Felipão dar um padrão de jogo ao Grêmio, que me parece ainda estamos longe disso.

Sinopse: Alice (Ayelet Zurer), uma cineasta de 48 anos, se sente irrelevante desde que criou sua família. Após um breve encontro casual num trem, ela se torna obcecada por uma roteirista sedutora de 24 anos, Sophie (Lihi Kornowski), e eventualmente entrega sua integridade moral para alcançar poder, relevância e sucesso.
O suspense israelita é cheio de surpresas e tensão, ou
seja, sensacional. Sexy e erótico, sem sem vulgar, mostra um mundo de fantasias que qualquer um pode ter e navega em questões triviais do dia-a-dia: sedução, mentiras, desejos, angústias e alegrias.
E o final tem uma baita surpresa. 10

SINOPSE: a 1222 metros de altitude, um acidente de trem. Uma impiedosa nevasca. Um hotel centenário. E um assassinato! Uma ex-policial, tão astuta e brilhante quanto sarcástica e antissocial, é a única pessoa capaz de solucionar o mistério da morte de um dos 269 passageiros de um trem descarrilado. Isolados do resto do mundo por causa da neve, uma atmosfera de medo, hostilidade e desconfiança instala-se no hotel onde eles se refugiaram.
Uma das minhas autoras preferidas da atualidade, explorando pequenos detalhes que intrigam o leitor despercebido. O livro é tão interessante que acabei em dez dias e com todas as expectativas atendidas. Leia e curta mais essa ótima obra de Anne Holt.


Ah… o filme com Brooklynn Prince, a pirralha inteligente da série Home Before Dark, é excelente.

Vai chegar a segunda temporada da série The Witcher e parece empolgante.
The Perishers era uma banda indie de rock sueca, da cidade de Umeå, formada em 1997 e liderada por Ola Klüft (vocal, guitarra), tendo como principais integrantes também Martin Gustafson (teclados, backing vocals), Pehr Åström (baixo) e Thomas Hedlund (bateria).
From Nothing To One, 2002, traz a beleza de “In The Blink of an Eye”. Em 2005 lançam Let There Be Morning com os petardos “Sway” e “My Heart”. E em 2007 o último lançamento foi Victorius, que além da faixa título emplacou “Carefree”.
Eu acho que é uma das bandas de rock independente mais injustiçada de todos os tempos: com apenas três lançamentos de estúdio emplacou músicas em várias séries como The Americans, The OC, One Tree Hill, Greek e Veronica Mars. E temos alguns destaques: a balada “Sway” foi o destaque em um episódio da segunda temporada da série Veronica Mara. Sarah Isaksson fez dueto na música “Pills”. A música “My Heart” fez sucessos através dos comerciais do Saturn Sedan e também em um episódio da segunda temporada da série Kyle XY. “Trouble Sleeping” foi tocada em Grey’s Anatomy.
Em 2010, a banda se separou, mas ficou um legado de boas músicas, além das já citadas acima, algumas que merecem destaques: “Still Here”, “Let There Be Morning”, “Midnight Skies”, “Come Out of the Shade” e “When I Wake Up Tomorrow”.
O rock indie perdeu uma boa banda com grande potencial de mercado, mas com pouca aceitação, apesar de boas críticas da mídia. Algumas músicas ficam na cabeça e são bem legais para curtir numa viagem ou uma playlist em casa, lacrando o som.

É realmente chegamos ao fundo do poço: tomamos sufoco de um tlime fraco que nem o América MG, é para cair pra segunda divisão mesmo.
QUE TIME HORRÍVEL ESSE DO GRÊMIO.
Mesmo que tenhamos pouco tempo com Felipão, o time está perdido. Sem jogadas, sem posse de bola, sem iniciativa e sem objetividade para definir o jogo. Até começou bem a partida de hoje, logo no início fazendo gol com Guilherme Guedes (o melhor em campo), que deve ter mais sequência e com certeza é titular absoluto, assim como Vanderson pela direita.
Bobsin e Fernando Henrique não podem jogar juntos, está mais que comprovado isso, torna o time lento no meio de campo. Se tem que escolher um, Fernando Henrique deve ser titular, pois Bobsin é mais lento. Alisson não tem mais vaga neste time, cisca, cria algumas jogadas mas não tem força para decidir. Não sei porque Léo Chú não tem mais chances e uma sequência. Ricardinho depois que foi comentado que está na mira de times da Itália, decaiu e perde gols fáceis. Poderia ter decidido o jogo e ter dado a vitória ao Grêmio. Ruan, neste esquema de três zagueiros deve ser titular ao lado de Kannemann e Geromel. Diogo Barbosa, não deve mais vestir a camisa do Grêmio, muito limitado. Douglas Costa precisa jogar mais para o time, ainda não se readequou ao futebol brasileiro e ao time. Jean Pierry, se é para ter lampejos de craque somente quando ele quer, não pode mais entrar em campo.
Felipão precisa definir um time base e treinar jogadas, definir o padrão de jogo, senão a segunda divisão está bem encaminhada. Sério problema para Romildo, que foi nas ideias ultrapassadas de Renato que poderia recuperar jogadores e hoje deixou uma dívida gigantesca, além de alguns jogadores amebas e incompetentes.