Se você ainda não assistiu Succession da HBO, corra que a nova temporada está prevista para iniciar em outubro deste ano e prevê muita coisa boa. Além da briga em família pelo poder, também devem aparecer em episódios Adrien Brody, Alexander Skarsgård e Hope Davis, ou seja, novas expectativas na trama.
Se a nova temporada seguir a linha das outras duas, certamente, será excepcional, com imagens e locais espetaculares.
Ontem aconteceu o que deveria ter acontecido no primeiro turno: vitória do Grêmio em confronto contra um time fraco e limitado. Simples assim. Apesar da escalação, o time até que se portou bem. Não correu grandes sustos, Ceará é muito limitado e o único jogador deles que poderia desequilibrar não vive um bom momento. No primeiro tempo, no início do jogo o Ceará até tentou propor o jogo, mas esbarrou num Grêmio melhor estruturado e perigoso. Poderia ter aberto o placar antes, mas não aconteceu, e quando o Ceará cresceu o Grêmio teve as melhores chances e converteu: Diego Souza e Ferreira resolveram o jogo.
O segundo tempo o Grêmio jogou mais tranquilo e administrou a partida, mesmo assim Felipão conseguiu novamente fazer cagada: é impossível que com o tempo de treinamento ele ainda consegue achar explicação para confiar em jogadores como Éverton, Leo Pereira e Cortez. Campaz nem entrou em campo.
Lucas Silva e Thiago foram os melhores. Ferreira jogou bem, assim como Diego Souza e Rafinha. Alisson ainda continua da mesma maneira, corre demais e quando chega para definir a jogada não tem força. Villasanti consegue dar mais dinâmica ao meio campo, mas eu acho que ele deve jogar junto com Thiago e Lucas Silva.
Enfim, acredito que houve uma melhora e o time tem que seguir evoluindo e isso somente os próximos jogos vão nos mostrar.
Hoje é o dia da marvada, da cachaça, da pinga, mé… ou o nome pelo qual você conhece essa iguaria. Mas uma coisa é certa: independente do momento, pura ou uma caipirinha (caipirinha raiz), é uma delícia. E para demostrar isso, olha só a inspiração que o rock teve com ela. Três petardos, que ao meu ver, se conectam com o tempo e elevam a idolatria da nossa bebida oficial. E nesta levada as três músicas se rock que vão fazer você sentir vontade de provar (se ainda não provou) a deliciosa cachaça ou pinga e comemorar.
No meu entendimento a principal delas é “Um Copo de Pinga” da banda Titãs, lançada em 11/1995, no álbum Domingo.A banda foi muito feliz em detalhar os dias da semana e como é realizado o processo da fabricação da cachaça num engenho, com uma batida cadenciada violão e pandeiro com letra inteligente. Essa música parece que nasceu para que as demais se encaixassem numa trilogia que demonstra fabricação, divagação e resultado da “marvada” nas nossas ações (as outras duas não são dos Titãs).
A segunda melhor música, nasceu um ano depois com a banda Pato Fu e “Pinga”, no álbum Tem Mas Acabou (1996). A música é divertida e parece seguir a evolução da “marvada”, observe o trecho: “Eu tomo pinga / Eu não sei o que é melhor pra mim / Eu tomo pinga / Mesmo já sabendo o que vai dar no fim / Eu tomo pinga / Será que eu tô gostando de viver assim? / Eu tomo pinga / Será que isso é bom ou ruim?”. Parece a evolução da música dos Titãs.
E que vai culminar na música “Cachaça” da banda Vanguart , lançada apenas em 2007 no primeiro álbum da banda de Cuiabá (MT). E que chega depois de um monte de singles, desde 2002. O que chama atenção na letra de “Cachaça” é que sai da mesmice dos versos simples: “E só me vem quando não há certeza / Me desconjuros pra apagar a beleza / Da incertidumbre das mesmas mãos que as suas / E me atinge da melhor maneira / Como cânhamo ou cachaça certeira / Pra antecipar a quarta-feira”.
Tudo muito simples, mas necessário para lembrar que a cachaça ou pinga é uma bebida que nos leva aos piores e melhores sentimentos. VIVA A CACHAÇA.
SINOPSE: uma detetive de homicídios que recentemente voltou ao trabalho depois de ficar viúva. Em seu retorno, ela encontra um novo parceiro e um novo crime para investigar, além de ter que lidar também com seus problemas pessoais, que incluem cuidar sozinha de dois filhos após a morte de seu marido.
COMENTÁRIO: a série está no catálogo da Netflix e não tem uma terceira temporada garantida, mas mesmo assim vale a pena maratonar. A trama é viciante, fez enorme sucesso na Finlândia e tem duas frentes bem exploradas: os problemas da protagonista e no caso que ela trabalha para desvendar. Tenso e eletrizante, por vezes vai fazer você perder o fôlego. Ótima série. 9
Jeff Daniels estreia esta série em que é um xerife (Del Harris) forçado a decidir o quanto está disposto a ir para proteger o filho da mulher que ama, que é acusado de assassinato. Suspense e tensão que deve prender o espectador.
A música “Anywhere From Here”, parceria com Pink é uma bela balada, mas o single “All You Ever Wanted” mostra a mesma levada do álbum anterior, quando levou o cantor de voz poderosa ao estrelato com músicas como: “Innocent Man”, “Skin”, “Die Easy”, “Be the Man” e a excelente “Human”. Neste novo álbum o cantor mostra evolução com músicas que vão cair no gosto do público. Além dad duas já citadas, cabe também uma atenção especial nas faixas “Talking to Myself”, “Crossfire”, “Changing of the Guard” e “Somewhere Along the Way”.
A Apple TV+ sempre nos brinda com ótimas séries e Mr. Corman (Joseph Gordon-Levitt) parece que cumpre este propósito trazendo um retrato profundo dos dias e noites de um professor de escola pública, no vale de San Fernando.
Estreia em novembro, mas pelo trailer vale a pena esperar: Jeremy Renner (Mike McLusky), Kyle Chandler (Mitch McLusky) e Dianne Wiest (Mariam McLusky, a mãe). A série conta a história da família McLusky que trabalha com a política na cidade de Kingstown, onde as prisões são o único trabalho para muitos deles e também traz caso de racismo e corrupção. E tem como produtor Antoine Fuqua, ou seja, espere coisa boa.