
Se prepare, a terceira temporada de Undercover (Operação Ectasy) está de volta e é bom se preparar: assista o filme e depois as duas temporadas, você vai ver como é legal e o que esperar da nova temporada no trailer abaixo. SENSACIONAL.

Se prepare, a terceira temporada de Undercover (Operação Ectasy) está de volta e é bom se preparar: assista o filme e depois as duas temporadas, você vai ver como é legal e o que esperar da nova temporada no trailer abaixo. SENSACIONAL.

Sinopse: um americano que vive na Suécia e está individuado com impostos não pagos, tenta resolver o caso ainda aberto do assassinato de Olof Palme para obter a recompensa em dinheiro e saldar sua dívida fiscal.
A série é baseada em fatos reais e além de seu bom elenco, traz uma trama alegre e divertida que faz o tempo passar depressa nos seus seis episódios. O protagonista George é o único que acredita que pode desvendar o assassinato e ao longo dos episódios vai convencendo outros a se juntar a sua empreitada, é o caso de Alex, Eva e Björn. Paralelamente a isso, sua esposa é importunada a pagar a dívida e algumas perseguições acontecem. Não é uma das melhores séries que eu assisti este ano, mas com certeza tem elementos que a tornam uma série leve e carismática, que merece uma segunda temporada. 8
A série vai te surpreender e deixar um gostinho de quero mais e logo. Mas é bom saber: são duas temporadas com doze episódios no total e cada um com mais ou menos 70 minutos cada. Então, é maratona mesmo. Criada pela CTV, está disponível na Netflix.
Sinopse Temporada 1: O Sabor das Margaridas acompanha Rosa Vargas (María Mera), uma policial novata da Guarda Civil Espanhola que chega à pequena cidade de Murias, no interior da Galiza, para assumir seu primeiro caso. Ela deve investigar o misterioso desaparecimento de uma jovem chamada Marta Labrada. O policial Mauro (Toni Salgado) lhe explica que nada acontece na aldeia e que a garota só saiu sem deixar endereço. Embora tudo aponte para isso, Rosa vai além e descobre um segredo sombrio que cerca a cidadezinha de Murias, além de uma série de crimes que permaneceram enterrados por anos. Determinada a solucionar o caso, Rosa acaba encontrando pistas que sugerem a presença de um perigoso serial killer na área.
Comentário: obstinada, Rosa desconfia de tudo que lhe falam e de todos que a cercam. Entre uma descoberta e outra, Rosa encontra uma prostituta que lhe dá pistas importantes, mas em vários momentos chega tarde ou as pistas se perdem e pode ter alguém da polícia envolvido? No final do quinto episódio tem duas baita surpresas que mostram os envolvidos, mas é no último episódio que a trama toda e o assassino é descoberto e expõe a maior surpresa da série. Suspense, prostituição, traição, ambição e a busca pela verdade. Uma das melhores e a mais surpreendente série que assisti este ano (até este momento). 9
Sinopse Temporada 2: com um toque mais urbano, mas seguindo o seu já consagrado estilo “Galego Noir”, a 2ª temporada segue a história de Eva Mayo, interpretada por María Mera, que revelou quem realmente era no final da primeira temporada. A jovem, juntamente com Raúl Salgado, vai ficar cara a cara com uma rede de tráfico de mulheres que atua em toda a Europa. Dentro desse cenário, ambos irão investigar a origem deste conflito e quem está por trás da máfia, com foco na prostituição e violência sexual.
Comentário: A segunda temporada, com seis episódios, começa onde terminou: a expulsão de Eva Mayo (Rosa) da Guarda Civil. Também com o pedido de Mauro para ajudá-lo a proteger sua filha. Mas agora Eva também tem crises de amnésia e não lembra de alguns momentos da sua vida, isso de cara já entra num dilema: Eva é vítima ou assassina? A trama abrange prostituição infantil e é intrigante até o final. E que tem um belo final, um dos melhores que vi este ano.
10… vale a pena maratonar essa série espanhola, mas importante avisar: tem muitas cenas chocantes.



Não é apenas um dia, mas todos os dias são delas, um sorriso inocente e um olhar para o futuro. A esperança de um Brasil melhor e seremos todos eternamente crianças.

Ela quer a sua vida. Quando Fig Coxbury compra uma casa na West Barrett Street, sua maior motivação não é o amor pelo bairro, ou ter se apaixonado pelo imóvel. É para ficar mais próxima de tudo o que ela deseja: o marido, a criança e a vida que pertence a outra pessoa. Com os olhos fixos na família Avery, Fig se insere gradualmente na rotina de Jolene, Darius e sua filha, Mercy.
É um bom livro e bem escrito, com uma trama perturbadora que incomoda. Ter um mulher como stalker não é novidade, nem em livros ou filmes, mas a protagonista Fig parece ser diferente: além de copiar a privacidade familiar, ela cobiça e manipula todos ao seu redor. Nada deve ficar no seu caminho, porque realmente ela é muito criativa, quando incorpora o personagem perseguidor. É o primeiro livro que li da escritora sul africana, nascida em Joanesburgo e que vive atualmente em Seattle, Washington e é uma bela surpresa. 8




11 de outubro de 1996, a morte de Renato Russo choca e põe fim a maior banda de rock do Brasil de todos os tempos, a Legião Urbana. Mesmo não tendo alcançado muito sucesso fora do país, o importante foi o legado que Renato Russo e a banda deixaram. E quando lançou trabalhos solo Renato Russo não decepcionou, com grandes performances. Controverso, polêmico, mas acima de tudo um grande compositor. Lançou 8 discos de estúdio com a banda Legião Urbana e 3 em carreira solo, e todos com grande sucesso. Mesmo após 25 anos de sua morte, o legado continua vivo em belas canções que fizeram e fazem a história do rock brasileiro.
O primeiro álbum da banda, Legião Urbana, explode com os hinos “Será” e “Geração Coca Cola” mas é no petardo “Baader-Meinhof Blues” em que Renato canta: “Já estou cheio de me sentir vazio / Meu corpo é quente e estou sentindo frio / Todo mundo sabe e ninguém quer mais saber / Afinal, amar ao próximo é tão démodé”. E cravou o nome no rock num ótimo álbum, com muitas letras agressivas e ao mesmo tempo belas.
O estrondoso sucesso do álbum DOIS, mostra que Renato e a banda continuam no pique e entregam o melhor álbum do ano, seguido de hits atrás de hits: “Tempo Perdido”, “Eduardo e Mônica”, “Índios” e “Quase sem Querer” foram exaustivamente tocadas nas rádios. Mas é em “Fábrica” o verso que mostra a banda ainda envolta nas questões sociais do país: “Nosso dia vai chegar / Teremos nossa vez / Não é pedir demais / Quero justiça / Quero trabalhar em paz / Não é muito o que lhe peço / Eu quero o trabalho honesto /Em vez de escravidão”.
Quando chega o terceiro álbum, Que País é Este?, já está estourado nas rádios. E até a improvável música de quase 10’ emplacou, “Faroeste Caboclo” virou hino e filme. “Depois do Começo”, “Eu Sei”, “Angra dos Reis” e “Mais do Mesmo” também emplacaram, mas “Que País é Este?” é ainda atual onde Renato detona: “Nas favelas, no Senado / Sujeira pra todo lado / Ninguém respeita a Constituição / Mas todos acreditam no futuro da nação”.
As Quatro Estações vende quase 2 milhões de cópias e mostra a força da banda, todas as faixas foram tocadas e o maior sucesso foi “Pais e Filhos” uma grande balada e sua bissexualidade é exposta em “Meninos e “Meninas”. Mas foram em músicas como “1965 (Duas Tribos)”, “Sete Cidades”, “Monte Castelo” e “Há Tempos” que as letras ficam mais pesadas.
Com o album V, definitivamente as letras se tornam mais sombrias é o que pode-se notar em “A Ordem dos Templários” uma música instrumental e “A Montanha Mágica”. Mas as melhores são “Sereníssima”, “O Teatro dos Vampiros”, “O Mundo Anda Tão Complicado” e “Vento no Litoral” que emplacam nas rádios de todo o país. Em “Metal Contra as Nuvens” Renato canta: “Não sou escravo de ninguém / Ninguém, senhor do meu domínio / Sei o que devo defender”.
O Descobrimento do Brasil lançado em 1993 vende quase 1 milhão de cópias e traz uma porção de boas músicas: “Vinte e Nove”, “O Descobrimento do Brasil”, “Os Barcos”, “Os Anjos”, “Só Por Hoje”, “Vamos Fazer um Filme” e “Um Dia Perfeito”. Mas é em “Giz” que Renato demonstra a suavidade numa bela balada e “Perfeição” que mostra toda a indignação com o sistema: “Vamos celebrar a estupidez humana / A estupidez de todas as nações / O meu país e sua corja de assassinos / Covardes, estupradores e ladrões”. Em “Love in the Afternoon” o poeta já previa: “É tão estranho, os bons morrem jovens / Assim parece ser quando me lembro de você / Que acabou indo embora, cedo demais”.
O álbum A Tempestade é lançado já com Renato Russo debilitado e traz músicas pesadas, mas vende mais de 1,1 milhão de cópias. Traz uma parceria com Marisa Monte em “Soul Parsifal”. E outras como: “Natália”, “L’avventura”, “Leila” e “Música de Trabalho”. Mas são em músicas como “A Via Láctea” que Renato já expressa a sua dor: “Hoje a tristeza não é passageira / Hoje fiquei com febre a tarde inteira / E quando chegar a noite / Cada estrela parecerá uma lágrima”. Ou em “Dezesseis” que conta a trágica história de João Alberto e o coração despedaçado.
O último álbum da banda foi lançado em 1997, Uma Outra Estação, com sobras de vários álbuns. Músicas antigas como “Dado Viciado” e “Marcianos Invadem a Terra” foram lançadas, mas é nas depressivas “As Flores do Mal”, “Antes das Seis”, “Le Maison Dieu” e “Clarisse” que as letras ficam pesadas, ainda que algumas mantenham a crítica social.
Enquanto que os álbuns solos elevavam a sua performance interpretativa, cantou em inglês e italiano, de Leonard Cohen a Madonna, passando por Tanita Tikaram, Bob Dylan , Nick Drake e Laura Pausini.
Enfim, 25 anos anos de uma grande falta que ainda poderia continuar sendo a voz de uma geração, o sopro de uma revolução e a saudade de uma legião.

O W.E.T. , para quem não conhece, é uma banda de hard rock melódico então não se surpreenda porque eles entregam um ótimo álbum com muitas guitarras e baladas perfeitas. Já de cara é possível conferir isso na trinca: “Big Boys Don´t Cry”, “The Moments of Truth” e “The Call of the Wild”. Depois é só saborear: a balada “Got To Be About Love” é uma das melhores do álbum, assim como “How Far to Babylon” (talvez o mais próximo do pop que eles vão chegar), “What Are You Waiting For” é outra baladaça e “How Do I Know” tem refrão pegajoso. Mas o petardo mesmo é “One Final Kiss” (Eu tive o suficiente disso / Mesmo que eu sinta falta / Como sua alma ficou mais fria / Eu tive o suficiente disso
Nós dois sabíamos que era errado / Você tomou toda a dominação / Eu aproveitei tudo para me divertir
Virou sufocamento / Um beijo final / Agora o sonho acabou).
9… perfeito, muito rock, guitarras e baladas faz deste um dos melhores álbuns do ano.

Pra ter uma ideia como o Grêmio está sem rumo: hoje contra o Santos, montou o esquema com 3 zagueiros. Será que em algum momento treinou?
O primeiro tempo começou quente e com público na Vila Belmiro, numa ótima defesa de Brenno para escanteio. Numa confusão na área quase o Santos abriu o placar mas bola bateu no poste e saiu para fora. Alison perdeu um gol cara a cara e chutou em cima do goleiro. Grande jogada do Douglas Costa e Vanderson e a batida foi pra fora. Outra grande defesa de Brenno em cobrança de falta de Sanchez. E mais uma defesa num chute de Marinho. E no escanteio, Marinho bate direto e Brenno defende. O Grêmio exagerou nas faltas e recebeu três cartões amarelos. Incrível, o ataque do Santos ia pra cima e a marcação do Grêmio ficava confusa, um show de horrores.
O segundo tempo também começou com o Santos dominando as ações. Mas aos poucos o Grêmio foi igualando e a primeira oportunidade foi do Santos, mas travado pela zaga gremista. Aos vinte minutos Felipão tirou Diego Souza e Rodrigues e colocou Churin e Ferreira. Aos 30’ o Grêmio chegou com perigo numa jogada do Ferreira, mas João Paulo defendeu. Mais uma bola batida pelo Ferreira. Numa escanteio a bola bate no jogador do Santos e entra no gol. O Grêmio perde um jogo em que foi horrível e sem ação, sem forças para reação.
Brenno o melhor em campo, enquanto que Jean Pierry uma nulidade.
O Grêmio fincou o pé no Z4 e parece não querer sair. Lamentável.
Robert Plant, eterno Led Zeppelin, não pára e lança mais uma parceria com a ótima Alison Krause, ainda não tem vídeo mas a música é ótima.

Quantos livros você já leu na sua vida? 1, 500, milhares? E quantas viagens você já fez por entre as páginas “devoradas”? E quantas emoções você já viveu?
Nos posts de #estanteViva vou falar sobre os livros que eu já li e porque achei legal… e foram muitos nestes anos de leitura. Sempre viajando, criando meus próprios cenários e, acima de tudo, conseguindo compreender as minhas emoções transportadas em folhas de papel, como já cantava Toquinho: “Numa folha qualquer eu desenho um sol amarelo /E com cinco ou seis retas é fácil fazer um castelo / Corro o lápis em torno da mão e me dou uma luva / E se faço chover, com dois riscos tenho um guarda-chuva” (AQUARELA) ou “Sou eu que vou seguir você / Do primeiro traço até o bê-a-bá / Em todos os desenhos / Coloridos vou estar / A casa, a montanha, duas nuvens no céu / E um sol a sorrir no papel” (O CADERNO).
“Permita-me sonhar,
E deixe o sonho me levar:
Por lugares que nunca viajei,
Por estórias que nunca imaginei, e
Por emoções que nunca vivi.” Luís Severo
Ainda não leu? Quer viajar? Quer se emocionar? Vamos começar?
Qual destes livros abaixo você quer receber, de graça em casa? Faça um comentário neste post sobre o livro ou o autor que você quer e eu vou eleger o melhor e mandar “na faixa”. São 6 ótimos livros, escolha o seu e comente abaixo.
