Uma banda fodona volta com um clipe poderoso.
1clipe: System Of A Down – Protect The Land
Uma banda fodona volta com um clipe poderoso.
Uma banda fodona volta com um clipe poderoso.
Como é bom descobrir que outros países estão produzindo ótimas series, desta maneira saímos um pouco do estrelismo das séries americanas e inglesas. É o caso desta série escocesa, de Neil Forsyth, com apenas quatro episódios mas uma ótima trama. A história gira em torno de dois irmãos: Jake (Jamie Sives) que é dono de uma loja de discos e submisso ao irmão Max (Mark Bonnar), um bem sucedido advogado da cidade, casado com uma esposa carente.
Após um casamento, Max e Jake atropelam um homem e sem testemunhas presentes decidem não assumir a responsabilidade e encobrir o crime. Embora sintam que escaparam, rapidamente irão perceber de que não podem confiar em ninguém, nem mesmo um no outro.
E a trama se desenrola brilhantemente até a última cena, o que prevê uma segunda temporada mais vibrante, ou diria, vingativa? 9
Em Fúria Incontrolável, Rachel (Caren Pistorius) está atrasada para o trabalho e cruza o caminho de um motorista (Russell Crowe) lento no semáforo. Após um ataque de raiva do estranho, uma discussão normal de um dia no trânsito acaba se tornando uma perseguição sem limites, com o objetivo de mostrar para Rachel e sua família as consequências de um dia ruim.
Russel Crowe não está forte como em O Gladiador, mas está gordo e sem papas na língua. É um filme para se divertir, torcer para a mocinha escapar e bater muito no perseguidor. Vale a pena pela ação. 8
Quando assisti o trailer da série sul africana Shadow pensei que veria mais uma versão do Justiceiro, só que filmada em Joanesbugo, mas me surpreendi com o desenrolar da história e os episódios cada vez mais empolgantes.
Shadow é um ex-policial que sofre de analgesia congênita (doença rara que uma pessoa não pode sentir ou nunca sentiu dor física, muito estranho) e que além disso se culpa pela irmã ter ficado paraplégica (não ter grana para pagar o tratamento) e por não ter conseguido prender um assassino chamado Cyrus.
Shadow se torna detetive particular e, enquanto tem inúmeros problemas pessoais para resolver, toma a justiça em suas próprias mãos tentando ajudar amigos e quem mais se sentir desamparado.
Vale a pena abrir os horizontes para novas produções, que pode não chegar com a qualidade americana mas que demonstra potencial de melhorar cada vez mais. 8
A minissérie de sete episódios é viciante, muito pelo carisma da protagonista Beth Harmon (uma excelente atuação de Anya Josephine Marie Taylor-Joy) mas também pela curiosidade em descobrir um pouco mais sobre o jogo de xadrez e a dinâmica da narrativa.
A pequena órfã de oito anos Beth é quieta e, ao que parece, nada notável. Isto é, até ela jogar sua primeira partida de xadrez e se tornar um prodígio. Seus sentidos ficam mais aguçados, seu pensamento mais claro e, pela primeira vez em sua vida, ela se sente totalmente no controle. Aos dezesseis anos, ela está competindo pelo campeonato U.S. Open. Mas, à medida que Beth aprimora suas habilidades no circuito profissional, as apostas ficam mais altas. Ela gosta do isolamento e se vicia em remédios. Apenas um objetivo faz Beth sentir medo: jogar com o grande Vasily Borgov, russo e melhor jogador do mundo. No decorrer da trama, ela experimenta relações com meninos e meninas e ambientada nos anos 60, torna mais fascinante.
Uma série excelente que devemos torcer para que tenha a segunda temporada. 10

O filme Greenland virou Destruição Final – O Último Refúgio no Brasil e já vou avisando: é um bom filme e irá se divertir, algumas vezes tenso, mas não espere mais nada além disso. Tem boas cenas de ação e uma explicação coerente de como surgiu a destruição final e onde é o último refúgio.
Na trama, Gerard Butler é John Garrity, um homem que fará de tudo para salvar sua esposa (a brasileira Morena Baccarin) e seu filho do fim do mundo, que se aproxima com a chegada do cometa Clarke à Terra. Uma luta e corridas frenéticas pela sobrevivência em busca de um refúgio seguro.
Vale a diversão. 7
Mais uma série fascinante da HBO: Pátria é a primeira série espanhola filmada pelo canal e originada do livro do mesmo nome do autor . O enredo acompanha duas famílias ao longo de décadas do conflito basco e dos ataques do grupo separatista ETA: Bittori (Elena Irureta) foi obrigada a deixar a vila em que cresceu após o marido, Txato (José Ramón Soroiz), ser assassinado na porta de casa pelo ETA. Na vila, permaneceram Miren (Ane Gabarain) – antiga amiga de Bittori que se radicalizou após o filho Joxe Mari (Jon Olivares) se filiar ao grupo –, seu marido, Joxian (Mikel Laskurain), e seus filhos Gorka (Loreto Mauleón) e Arantxa (Eneko Sagardoy).

Os destinos das duas famílias se cruzarão novamente anos depois quando o grupo anuncia o fim da luta armada e Bittori decide retornar a Vila e esclarecer a morte do marido: quem realmente disparou contra ele? Joxe Mari é o principal suspeito, foi preso e cumpre pena na prisão, mas será que tem algo mais por trás. Bittori quer apenas a verdade.As duas ex-amigas precisarão encarar os erros do passado.
Elena Irureta e Eneko Sagardoy tem as melhores atuações, mas preste muita atenção na história e vida de Arantxa, comove e mostra que mesmo com limitações sempre há esperança para tudo.
É um retrato poderoso dos traumas de um país dividido pelo fanatismo. 9

A produção é islandesa e já provoca um choque cultural. The Valhalla Murders mostra, em oito episódios, a caçada por um serial killer que assombra o país tão pacífico e com índices de criminalidade baixíssimos. O primeiro episódio é lento e até um pouco atípico. O sotaque e modo de agir causam estranheza. Mas, em seguida o espectador já está inteirado da trama. Tudo começa com um assassinato aparentemente aleatório. As peças se encaixam a partir de uma foto e os policiais fazem importantes conexões até chegarem a um internato infantil que funcionou na década de 80: Valhalla.
A polícia da Islândia é diferente da que estamos habituados a acompanhar: os agentes não usam armas. E em uma cena que é necessário, a policial Kata liga para a delegacia para saber a senha de um cofre no porta malas do carro. Só assim conseguiu acesso ao equipamento.
A série é linear e parece fácil de descobrir quem é o assassino quando as cartas são postas na mesa. Mas, uma reviravolta muda o rumo da estória nos últimos episódios. A descoberta do verdadeiro assassino é surpreendente e arrisco dizer que ninguém adivinharia. 9
Particularmente, a trilogia O Poderoso Chefão é a melhor de todos os tempos. Nunca me empolguei tanto com um filme quanto esse. A união de Mario Puzo e Francis Coppola elevou este clássico a outro patamar. Agora a morte de Michael Corleone, na versão do diretor, finalmente chegará aos cinemas em dezembro e, promete, com novas cenas.