1trailer: filme “Fresh Kills”

O filme segue a história das mulheres leais de uma família do crime organizado que dominou alguns bairros da cidade de Nova York no final do século XX.

1clássico: 🎸 “Don’t Stop Believin” da banda Journey

Com uma mistura envolvente de letras cativantes, melodia contagiante e um poderoso desempenho vocal, a faixa se destaca como uma das mais memoráveis e amadas de todos os tempos. A letra inspiradora, com seu apelo universal para nunca desistir dos sonhos e acreditar em si mesmo, ressoa com pessoas de todas as idades e origens. A voz carismática do cantor Steve Perry transmite emoção e convicção, tornando as palavras ainda mais poderosas e significativas.


“Don’t Stop Believin” tem a capacidade única de evocar uma sensação de otimismo e esperança, independentemente das circunstâncias. É uma música que une as pessoas, seja em estádios lotados ou em pequenas reuniões, tornando-se um verdadeiro hino de comunhão e perseverança: “Não pare de acredita / Se agarre nesse sentimento” / “Trabalhando duro para ser pago / Todos querem uma emoção / Pagando qualquer coisa para tentar a sorte / Só mais uma vez”.

A instrumentação habilidosa e os arranjos cuidadosos da banda complementam perfeitamente o tema da música, construindo gradualmente a energia até um clímax emocionante. A famosa introdução no piano e o solo de guitarra são momentos icônicos que marcam a identidade da canção e contribuem para sua atemporalidade.

Podemos dizer que “Don’t Stop Believin’” é um clássico imortal que continua a encantar gerações após gerações. Sua mensagem inspiradora e execução musical brilhante solidificam seu lugar como uma das canções mais importantes da história do rock mundial.

1trailer: série “Presumed Innocent” (Apple TV+)

“Acima de Qualquer Suspeita”, nova série da Apple TV+, é estrelada por  Jake Gyllenhaal (Rusty Sabich) e Ruth Negga (Barbara Sabich): explora a obsessão, o sexo, a política, o poder e os limites do amor, enquanto o acusado luta para manter a família e o casamento de pé.

Conto: “O Caminho da Desilusão”

Leda, 26 anos, é uma mulher frágil, sempre foi muita restrita com sua vida pessoal, com poucos amigos e o mínimo de romances. Desconfiada, em alguns momentos pecando até pela ingenuidade, não deixava muito que homens e mulheres fizessem parte da vida amorosa. Desde que decidiu mudar-se da periferia de Curitiba para uma área residencial mais próxima do trabalho, seus poucos amigos sumiram. Devido a correria de MBA e o trabalho, essa era sempre a desculpa, pouco visitava seus pais. Leda queria e gostaria de ter uma relação amorosa duradoura, mas essa esperança de uma conexão real permanecia dentro dela. E somente ela poderia decidir como é quando isso aconteceria.

O novo cargo de Gerente Financeira de Leda, trouxe outras responsabilidades para a jovem ambiciosa: reestruturar a área financeira, primeiro em Curitiba e depois em todas as filiais do Brasil. Suas horas de trabalho invadiam suas horas pessoais, levava trabalho para finalizar em casa todos os dias e quando não tinha aula de MBA fazia a mesma coisa. Mesmo em seus finais de semana continuava com a mesma pegada: trabalho, estudo e TV, pelo menos algumas séries chamavam sua atenção e era o único momento de descontração e repouso. Num dos poucos almoços no horário normal, dividindo a mesa em um restaurante lotado, ela conheceu Marcos, representante de vendas de uma empresa de software que morava em São Paulo e tinha uma agenda agitada em Curitiba. A primeira troca de olhares e o mínimo de conversas gerou outros encontros da mesma maneira. Até que em um determinado momento, Leda decidiu aceitar o convite de Marcos para um happy hour. As duas horas em que Leda ficou no bar fluiu de uma maneira leve. Leda logo se encantou por Marcos.

O primeiro encontro virou outros, com Leda saindo um pouco de sua rotina mas sempre focada no trabalho, nada a fazia perder este foco mas ela diminuiu a intensidade de levar trabalho para casa nos dias de semana, os finais de semana permaneciam iguais, já que Marcos nunca estava em Curitiba nestes dias. Em uma determinada noite fria em Curitiba, o happy hour terminou rápido para os dois, que seguiram para o hotel onde Marcos sempre se hospedava e a noite acabou em sexo, em um momento lindo para Leda.

Sempre que Marcos estava em Curitiba, eles se encontravam para passar algumas noites juntos, sempre no hotel em que Marcos estava hospedado. As poucas noites que passavam juntos e alguns momentos no almoço, Leda percebeu que Marcos não atendia alguns telefonemas e assim, a jovem começou a desconfiar de algumas atitudes de Marcos. Estranhou também que Marcos não tinha nenhuma rede social e não gostava de tirar e compartilhar fotos. Leda resolveu investigar um pouco mais a vida de Marcos: os happy hours tinham mudado de bar, eles já não conheciam as pessoas do bar que haviam iniciado os encontros. E Marcos sempre dava a desculpa de que ali ficariam mais sossegados. Marcos havia convencido Leda que as melhores noites para se encontrar seriam as terças e quintas, pois eram os dias com menos movimento na empresa onde ele estava dando consultoria. Leda conhecia a empresa e sabia que isso era verdade, mesmo assim estava desconfiada. Num final de semana numa extensa pesquisa devido a uma foto da equipe de Curitiba que estava comemorando a assinatura do contrato com a empresa em que Marcos trabalhava, Leda lê o comentário: “Parabéns Querido, vocês merecem. 😘😘😘”.

O mundo de Leda desabou e ela não sabia como se sentia, um misto de raiva e frustração: o amor, era somente ela que sentia, enquanto que para Marcos era apenas mais uma aventura e sexo? Ela era mais uma boba que caiu nas mentiras de um aventureiro? As emoções de Leda iam da curiosidade ao desespero: será que ela ainda continuava sendo enganada, mesmo já sofrido isso em outros momentos? Porque isso tudo acontecia com ela? Os homens a achavam frágil, desesperada e tola? Muitas perguntas e poucas respostas. Determinada a desvendar os segredos de Marcos, Leda mergulhou em uma investigação que revelou a dolorosa verdade: Marcos era casado e pai de dois filhos, assim o mundo de Leda desabou diante da descoberta. O amor que ela acreditava ser único e especial, era apenas mais uma aventura para Marcos. A decepção e a tristeza tomaram conta de seu coração, e ela se viu perdida em um mar de emoções conflitantes.

Em meio à dor da traição, Leda enfrentou o desafio de seguir em frente e reconstruir seus sonhos. Com coragem e determinação, ela se ergueu das cinzas da desilusão e encontrou em si mesma a força para recomeçar. O destino de Leda não estava mais atrelado a um amor falso, mas sim à sua própria jornada de autoconhecimento e superação.

1clássico: 🎸 “When the Children Cry” da banda White Lion

Um dos grandes sucessos deste movimento e dos anos 80 é da banda White Lion, “When The Children Cry”. Com uma melodia suave e letras poéticas, a canção aborda temas sensíveis como a paz, a compaixão e a proteção das crianças. O vocal emotivo de Mike Tramp e a guitarra melódica de Vito Bratta dão vida a essa balada marcante. No contexto do movimento glam rock, a música se destaca por sua mensagem humanitária e pacifista, em contraste com a imagem extravagante e glamourosa típica do gênero, mostrando que o glam rock não se resumia apenas a aparências e excentricidades, mas também o poder de transmitir mensagens profundas e significativas.

Com sua simplicidade e poder emocional, “When The Children Cry” se tornou um hino atemporal do rock, tocando os corações de gerações de fãs ao redor do mundo. Sua importância no movimento glam rock vai além do estilo visual e sonoro, mostrando que a música pode ser uma ferramenta poderosa para transmitir ideias e valores positivos. O refrão entrega toda a emoção e simplicidade: “Quando as crianças choram / Deixe-as saber que nós tentamos / Porque quando as crianças cantam / O novo mundo começa”.

A banda, com a formação original acabou em 1991, em 1999 retornou apenas com Mike Tramp em nova formação, ja em 2009 lançou o álbum Suicide City, mas sem muito sucesso.

1trailer: série “Clipped” (hulu)

A queda do proprietário do Los Angeles Clippers, Donald Sterling, em meio ao esforço do time para ganhar um campeonato sob o comando do técnico Doc Rivers (Laurence Fishburne).

1cover: “Listen to Your Heart” por Through Fire

Through Fire é uma banda de rock americana de Omaha, Nebraska, fundada em 2015 pelo compositor, guitarrista e produtor Justin McCain e atualmente é composta pelo vocalista Grant Joshua Kendrick, Tyler Halverson na guitarra, Zach Halverson na bateria (os gêmeos Halverson) e Kyle LeBlanc no baixo. Seu primeiro single foi “Stronger” e alcançou a posição 29 na parada de rock.

A banda lançou o álbum All Animal em 2019 cheio de boas músicas, como: “Medicine”, “Doubt”, “Die Sober” e a ótima “Sick and Tires”. Mas também tem um cover improvável: “Listen to Your Heart”, da banda sueca de pop rock Roxette, além de uma versão poderosa e empolgante é uma das melhores já lançadas. Confere aí.

1trailer: série “Bodkin” (Netflix)

Bodkin é um thriller sombrio e cômico sobre um grupo heterogêneo de podcasters que se propõe a investigar o misterioso desaparecimento de três estranhos em uma idílica cidade costeira irlandesa, mas descobrem uma história muito maior e mais estranha do que jamais poderiam ter imaginado.

Conto: “Cansei de Rir para Não Chorar”

Leonel, ou Léo, era um jovem negro de 26 anos, extremamente inteligente e talentoso. Apesar de sua brilhante mente e sua habilidade acima da média, ele enfrentava desafios e obstáculos que muitas vezes eram fruto do preconceito e da discriminação racial. Empregado em um grande banco, onde ele já atuava a quatro anos e sem reconhecimento, Leonel observava seus colegas brancos sendo favorecidos, tendo mais oportunidades do que ele e em melhores posições. Mesmo diante das dificuldades e das injustiças que enfrentava, Leonel mantinha uma autoestima inabalável e uma atitude positiva perante a vida. Ele nunca permitiu que as situações adversas o derrubassem. Em vez de ceder à tristeza e à raiva, Leonel escolhia rir para não chorar. Ele encontrava humor e leveza nas situações difíceis, transformando a dor em sorrisos e a desilusão em piadas.

Ao longo de sua vida, Leonel enfrentou inúmeras decepções e desafios. Ele viu suas oportunidades serem limitadas, seus esforços serem subestimados e seus talentos serem menosprezados. No entanto, em vez de se deixar abater, ele usava o humor como uma forma de resistência. Ele transformava a dor em comédia, a rejeição em sarcasmo e a discriminação em ironia. Leonel encontrava força na sua capacidade de rir diante das adversidades. Ele sabia que o riso era uma arma poderosa contra a tristeza e a injustiça. Ele escolhia enfrentar o mundo com um sorriso no rosto, mesmo que por dentro sentisse a dor da discriminação e da desigualdade.

Léo se recusava a ser definido pelos preconceitos que enfrentava, em vez disso, ele escolhia ser o protagonista de sua própria história, um herói que enfrentava as adversidades com coragem e humor. Ele sabia que, mesmo nas piores situações, o poder do riso podia transformar a dor em esperança, a tristeza em alegria e a desigualdade em igualdade. Também sabia que seus colegas o achavam um perdedor e submisso, por ter que aguentar tanta discriminação e, em alguns momentos, até humilhação. Mas Léo tinha um plano.

A vida de Léo começou a mudar quando ele recebeu um convite de um banco concorrente para assumir um cargo de Gerente. Em conversa no processo seletivo, Léo soube que tinha sido indicado por cinco pessoas, e o recrutador garantiu que todos falaram muito bem do caráter do rapaz, do profissionalismo e de suas habilidades fora do comum. Em quinze dias Léo estava contratado.

Numa segunda-feira, antes de iniciar seu expediente, o rapaz chega no seu gerente e pede demissão. A surpresa e um riso desprezível brotam no rosto do seu gerente, que tenta argumentar algo para não perder seu melhor funcionário. Mas Léo, como sempre, teve uma posição firme e decisiva. O desespero estampou a face do gerente que se viu vencido, quando Léo colocou a sua frente um papel timbrado de um banco com maior prestígio de onde ele estava, a proposta de cargo e salário muito superiores até do salário que o gerente ganhava ali saltou aos olhos.

Léo riu, não por menosprezo, mas sim porque o sarcasmo do gerente que tanto lhe prejudicou nos últimos quatro anos tinha sumido. E ele apenas queria sair de perto daquele local tóxico e seguir uma nova vida, mas continuar rindo, só que agora somente de alegria.