1trailer: filme “The Accountant 2”

Christian Wolff (Ben Affleck), o enigmático contador com uma queda pela justiça, começou uma nova vida com sua esposa, Emily. A sua existência pacífica é destruída quando Emily é brutalmente assassinada e Christian fica gravemente ferido no ataque. Enquanto luta para se recuperar, Christian é consumido por uma obsessão obstinada: vingança.

Crítica: 🎬 “Assassinato no Fim do Mundo” traz ótima trama e é empolgante

Título original: “A Murder at the End of the World”
Ano: 2023
Episódios: 7
País: EUA 
Direção: Brit Marling / Zal Batmanlij 
Canal: FX / hulu

Composto de 7 episódios a série é misteriosa, inteligente e aconchegante, sendo um ótimo suspense sobre a evolução da inteligência artificial.

Sabe aquela série que você “acha” que não vai dar em nada? Este é um ótimo exemplo que você se surpreende logo de cara, por conta de duas cenas nos minutos iniciais: a primeira cena, com Darby Hart (Emma Corrin), caminhando pela rua com seus fones de ouvidos e ouvindo “The End” da banda The Doors e a segundo, logo após uma discussão com seu namorado, os dois bravos no carro e toca “No More I Love You’s” de Annie Lennox… é o estopim para você se apaixonar pela série. Os personagens são bem construídos e sustentam a boa trama, levando o público a permanecer interessado e tentando descobrir o assassino até o final. Além das ótimas performances de Clive Owen, Alice Braga e Brit Marling, é realmente Emma Corrin o grande acerto e com atuação estupenda que eleva o nível da série. 

A trama segue Darby, uma detetive amadora que lançou seu primeiro livro. Darby e outras oito pessoas são convidadas pelo bilionário recluso Andy Ronson (Clive Owen) a participar de um retiro em um local remoto e deslumbrante na Islândia. Quando Bill/Fangs (Harris Dickinson), um dos outros convidados é encontrado morto, Darby deve usar todas as suas habilidades para provar que foi um assassinato contra uma onda de interesses conflitantes, antes que o assassino tire outra vida. Apesar de alguns episódios serem mais lentos ou arrastados, a trama tem muito mistério, suspense e ficção científica bem explorados, assim como a inteligência de Darby que parece a única determinada a resolver o mistério.

É uma série que vale a pena assistir com um mistério inteligente e envolvente que explora temas importantes e atuais. 8️⃣

1trailer: série “Amigos de Longa Data” (Netflix)

Depois de receberem notícias chocantes, dois melhores amigos saem de Jerusalém rumo a um jogo de futebol na Cracóvia, na esperança de deixar os problemas para trás, com Hanan Savyon, Guy Amir, Efrat Boimold

1trailer: série “Um Cavalheiro em Moscou” (Paramount+)

Baseada no best-seller de Amor Towles, a série companha a história do conde Alexander Rostov (Ewan McGregor), que durante a Revolução Russa descobre que seu passado, a origem de sua família e riqueza o coloca do lado errado da atual história. O conde consegue escapar da pena de morte, mas é isolado por tempo indeterminado para o sótão do luxuoso Hotel Metropol. À medida que os anos passam e algumas das décadas mais tumultuadas da história russa se desenrolam fora das portas do hotel, as atuais circunstâncias de Rostov proporcionam-lhe a entrada num mundo muito mais vasto de descobertas emocionais. Entre os cômodos do hotel, ele descobre o verdadeiro valor da amizade, família e do amor.

1cover: “Whiskey Lullaby” por Drew Jacobs

“Whiskey Lullaby” é uma canção escrita por Bill Anderson e Jon Randall. A canção foi um dueto gravado pelo artista country americano Brad Paisley e pela artista de bluegrass Alison Krauss no álbum Mud on the Tires de Paisley em 2004.

O músico americano Drew Jacobs lançou esse cover, em 2023, em parceria com Caitlynne Curtis, a música ficou pesada e na medida certa, com clip bem bacana. Confere aí.

1trailer: série “The Big Cigar” (Apple TV+)

O co-fundador do Partido dos Panteras Negras, Huey P. Newton, (André Rolland) recruta um aliado improvável, o produtor de Hollywood, Bert Schneider (Alessandro Nivola), para escapar de uma perseguição do FBI e fugir para Cuba.

1trailer: filme “Megalopolis”

O mestre Francis Ford Coppola, retorna na direção com um elenco estrelado: Dustin HoffmanAdam DriverAubrey PlazaLaurence FishburneNathalie EmmanuelJon Voight Forest Whitaker: No topo de um enorme edifício, Caesar Catalina (Adam Driver), observa a imensidão da cidade abaixo e grita: “Tempo, pare!”. Político, artista, arquiteto e físico quântico, ele almeja construir uma utopia particular, sendo assim, mandar no tempo se revela uma arma de manipulação preciosa.

1trailer: filme “Wolfs”

George Clooney e Brad Pitt se encontram após 16 anos e estrelam “LOBOS”: os astros se unem para a comédia de ação, onde interpretam solucionadores profissionais que são contratados para encobrirem crimes de alto perfil. Em um determinado momento, eles se encontram e são forçados a trabalhar juntos.

1trailer: filme “Dusk for a Hitman”

No final da década de 1970, o assassino mais temido do submundo de Montreal, Donald Lavoie (Éric Bruneau), viu-se caçado pelos seus antigos cúmplices e por um tenaz agente da polícia.

1clássico: 🎸 “Fortunate Son” da banda Creedence Clearwater Revival

Inegável o legado da banda em canções como: “Susie-Q”, “I Put a Spell on You”, “Proud Mary”, “Bad Moon Rising”, “Lodi”, “Green River”, “Commotion”, “Down on the Corner”, “Travelin’ Band”, “Who’ll Stop the Rain”, “Up Around the Bend”, “Run Through the Jungle”, “Lookin’ Out My Back Door”, “Long as I Can See the Light”, “I Heard It Through the Grapevine”, “Have You Ever Seen the Rain?”, “Hey Tonight”, “Sweet Hitch-Hiker”, “Someday Never Comes”, mas hoje o meu clássico desta maravilhoso banda é “Fortunate Son”. Uma canção icônica que continua a ser uma das faixas mais poderosas do rock, desde o seu lançamento em 1969, durante um período de turbulência social e política nos Estados Unidos.

A música capturou perfeitamente o espírito de protesto da época e ecoa até hoje com uma mensagem crítica contundente. A letra, escrita por John Fogerty, é uma crítica franca à desigualdade e à injustiça social. A frase repetida “It ain’t me, it ain’t me, I ain’t no fortunate one” (Não Sou Eu / Não Sou Eu / Eu Não Sou o Afortunado, Não) encapsula a indignação da juventude daquela época diante do recrutamento forçado na Guerra do Vietnã, que parecia afetar desproporcionalmente aqueles sem privilégios ou conexões políticas. Ao pé da letra, a canção denuncia a hipocrisia das autoridades e a forma como os mais pobres e desfavorecidos eram enviados para a linha de frente da guerra, enquanto os filhos de políticos e proprietários de empresas desfrutavam de proteção e benefícios.

Além disso, também critica os políticos que promovem a guerra, já que muitos líderes governamentais eram poupados do recrutamento e, portanto, não enfrentavam as consequências diretas de suas decisões. A letra expressa com raiva e indignação o sentimento de que os ricos e poderosos se beneficiam enquanto a classe trabalhadora sofre.

Musicalmente, a música é cativante desde o início: o riff de guitarra inconfundível de John Fogerty estabelece o tom, enquanto a batida pulsante da bateria e o baixo sólido sustentam a energia da música. A voz rouca e enérgica de Fogerty transmite perfeitamente a raiva e a determinação da mensagem da canção, isso levou a música a permanecer relevante em diferentes contextos históricos. Embora tenha sido escrita em resposta à Guerra do Vietnã, a música serve como um lembrete atemporal de que a arte pode ser uma forma poderosa de protesto e de expressão política, se tornando um hino de protesto contra a injustiça e a desigualdade, permanecendo como um grande clássico do rock mundial,

O Creedence Clearwater Revival continua fazendo história no rock mundial.