O novo filme estrelado por Nicolas Cage, conta a história de um homem que retorna à sua cidade natal à beira-mar na Austrália, mas ele é humilhado na frente de seu filho adolescente por um grupo local de surfistas que reivindicam a posse da praia isolada de sua infância.
A versão de “Killing Me Softly with His Song” gravada pela banda Fugees, lançada em 1996 no álbum “The Score”, é uma das releituras mais marcantes e influentes da música original de Roberta Flack, lançada em 1973. A interpretação dos Fugees trouxe uma nova energia e um contexto contemporâneo para a canção, transformando-a em um sucesso global. Lauryn Hill, com sua voz poderosa e emotiva, assume o protagonismo na versão dos Fugees, entregando uma performance que combina sensibilidade e força. A produção da música incorpora elementos de hip-hop, R&B e soul, com batidas suaves, samples criativos e um arranjo que mantém a essência melancólica e introspectiva da versão original, mas adiciona uma vibe moderna e urbana. A versão dos Fugees não apenas reintroduziu a música para uma nova geração, mas também a tornou um hino cultural da década de 90.
Para os fãs dos Fugees, essa música é um exemplo brilhante de sua capacidade de reinventar clássicos com respeito e criatividade. Para os ouvintes em geral, é uma oportunidade de experimentar uma música atemporal através de uma lente moderna e envolvente. A versão dos Fugees é um testemunho do poder da música de transcender gêneros e gerações, mantendo sua relevância e impacto emocional ao longo do tempo. Confere aí.
Na nova série da Apple TV+, Dope Thief, dois amigos de longa data, Ray Driscoll (Brian Tyree Henry) e Manny Cespedes (Wagner Moura), na Filadélfia se passam por agentes da DEA para roubar pequenos traficantes de drogas. É um golpe perfeito — até que eles escolhem o alvo errado e se tornam alvos de uma grande empresa de narcóticos.
Uma das bandas mais legais da chamada cena indie é a americana Death Cab For Cutie, de Washington, com quase trinta anos de estrada. O álbum Kintsugi, 2015, traz a bela “Black Sun”: “Como pode algo tão justo ser tão Cruel / Quando este sol negro girava em torno de você”. Não conhece ainda? Confere aí. 🎸
A versão de “Changes” gravada por Charles Bradley, em 2016, é uma interpretação profundamente emocional e comovente da música originalmente escrita e gravada por Black Sabbath, lançada em 1972. Charles Bradley, conhecido como o “The Screaming Eagle of Soul”, transforma essa música de rock em uma poderosa balada soul, carregada de dor, esperança e resiliência. Com sua voz áspera e cheia de alma, consegue transmitir uma sensação de vulnerabilidade e autenticidade que ressoa profundamente com o ouvinte. A letra de “Changes”, que fala sobre perda, transformação e a passagem do tempo, ganha uma nova dimensão em sua voz, refletindo suas próprias experiências de vida difíceis e sua jornada até o sucesso tardio na música. A produção da versão de Bradley é minimalista, com um arranjo que destaca sua voz e a emocionalidade crua da música. O acompanhamento de cordas suaves, piano e uma batida lenta cria uma atmosfera introspectiva e melancólica, mas também cheia de beleza.
Essa versão de “Changes” é um exemplo brilhante de como uma música pode ser reinterpretada através de uma lente completamente diferente, mantendo sua essência enquanto ganha novas camadas de significado. Para os fãs de Charles Bradley, é uma das muitas demonstrações de seu talento único e de sua capacidade de tocar o coração das pessoas. Para os ouvintes em geral, é uma oportunidade de experimentar uma música familiar de uma maneira nova e profundamente emocionante: é um testemunho do poder transformador da música e da capacidade de um artista de fazer uma canção se tornar sua própria história. Confere aí.
O cientista militar Robert Neville parece ser o único sobrevivente em uma Nova York devastada pelo vírus. Ele está lutando contra os “Darkseekers”, mutantes semelhantes a vampiros que tentam capturá-lo enquanto ele busca uma cura. Estrelado por Will Smith e Michael B. Jordan.
A versão de “What’s Going On” gravada por Teddy Swims é uma interpretação poderosa e emocionalmente carregada do clássico de Marvin Gaye, lançado originalmente em 1971. Teddy Swims, conhecido por sua voz soulful e sua capacidade de transmitir profundidade emocional, consegue capturar a essência atemporal da música, ao mesmo tempo em que imprime sua própria identidade artística. Nessa versão, Teddy Swims mantém a mensagem social e humanitária que tornou a música de Marvin Gaye um hino, mas a entrega com uma sensibilidade contemporânea. Sua voz, rica e cheia de nuances, traz uma mistura de vulnerabilidade e força, enquanto o arranjo musical, mais minimalista e centrado em sua performance vocal, permite que a letra e a emoção brilhem.
A interpretação de Teddy Swims é um tributo respeitoso à obra-prima de Marvin Gaye, mas também uma demonstração de como a música pode continuar a ressoar em diferentes contextos e gerações. Para os fãs de Swims, é uma prova de seu talento como intérprete, e para os ouvintes em geral, é uma oportunidade de refletir sobre a relevância contínua de “What’s Going On” em um mundo que ainda enfrenta muitos dos problemas abordados na canção. Essa versão é uma celebração da música como uma ferramenta de conexão e conscientização.
O novo filme do produtor Sam Raimi é LOCKED: quando Eddie (Bill Skarsgård ) arromba um carro de luxo, ele cai em uma armadilha mortal preparada por William (Anthony Hopkins), um autoproclamado justiceiro que entrega sua própria marca distorcida de justiça. Sem meios de escapar, Eddie deve lutar para sobreviver em uma viagem onde a fuga é uma ilusão, a sobrevivência é um pesadelo e a justiça se encontra em alta velocidade.
O refrão pegajoso da ótima música do cantor paulistano Piero Vieira só reforça a afirmação que tem muita música pop rock independente boa sendo feita no Brasil: “É verão ela se vê no mar / Espera o frio pra vestir peles no corpo / No inverno em Campos”. Confere neste clipe bacana aí embaixo.