
Filmes de vampiros ou zumbis não me interessam, acho todos fracos e dispensáveis, mas talvez esse mereça um pouco mais de atenção, talvez eu perca tempo ou talvez eu dê algumas risadas.

Filmes de vampiros ou zumbis não me interessam, acho todos fracos e dispensáveis, mas talvez esse mereça um pouco mais de atenção, talvez eu perca tempo ou talvez eu dê algumas risadas.

9… é um dos melhores álbuns de rock do ano em que cada música é um novo alento.

Felipão mexeu na escalação e entrou com Breno, Campaz e Kannemann e desde o início foi um time mais aguerrido, veloz e com marcação alta. Mas se mostrou um time nervoso e errando muitos passes. Thiago Santos escapou de levar cartão vermelho no início do jogo. A primeira boa oportunidade foi com Campaz numa escorada de Diego Souza dentro da área mas a bola saiu sobre o gol do Cuiabá.
E no primeiro ataque do Cuiabá, gol. Depois o Grêmio somente chegou aos 37’ num chute de Alison por cima do gol do Cuiabá. Douglas Costa e Campaz tentaram alguma coisa, mas o time foi inoperante.
O segundo tempo com Ferreira e Churin prometia um ataque mais mobilidade, mas foi o Cuiabá que levou perigo com menos de 1’. Depois numa grande enfiada do Ferreira, assistência de Rafinha e gol do Alison. De fora da área tentativas de Alison e Churin não levaram perigo. Em escanteio Douglas Costa bate forte rasteiro na área mas ninguém chega pra tocar a bola pro gol. Churin perdeu um gol incrível em um passe de Douglas Costa. O Cuiabá só chegou com perigo aos 33’ e no escanteio fez o segundo gol. Alison empatou novamente aos 36’.
Diego Souza e Ruan foram os piores em campo. Vanderson e Rafinha estiveram bem, assim como Douglas Costa e Lucas Silva, Churin brigou muito mas perdeu um gol decisivo. Mas Alison foi o melhor em campo, dois gols e muito entrega e raça.
O Grêmio sem padrão de jogo e contra qualquer timeco organizado consegue ser sufocado, mesmo na arena. Está muito difícil crer numa embora e sair do Z4.

O filme com Jason Sudeikis, Evangile Lilly e Mike Colter (Luke Cage) promete.

SINOPSE: toda quinta, em um retiro para aposentados no sudeste da Inglaterra, quatro idosos se reúnem para — segundo consta na agenda da sala de reunião — discutir ópera japonesa. Mas não é bem isso que acontece ali dentro. Elizabeth, Ibrahim, Joyce e Ron usam o horário para debater casos policiais antigos sem solução, confiantes de que podem trazer justiça às vítimas e encontrar os responsáveis por algumas daquelas atrocidades do passado. Com todos os integrantes acima dos setenta anos, o Clube do Crime das Quintas-Feiras não é a equipe de detetives mais convencional em que se conseguiria pensar, mas com certeza está mais do que acostumada a fortes emoções. Afinal, Joyce foi enfermeira por décadas, Ibrahim ajudou pacientes psiquiátricos em situações dificílimas, Ron era um reconhecido líder sindical e Elizabeth… bom, digamos que assassinatos e redes de contatos sigilosas não eram nenhuma novidade para ela. Quando um empreiteiro local com projetos bastante questionáveis na cidade aparece morto, o grupo tem a oportunidade de seguir as pistas de um caso atual. Apostando em seus semblantes inocentes e habilidades investigativas estranhamente eficazes — além de trocas de favores clandestinas com a polícia, que, apesar de todos os esforços, parece estar sempre um passo atrás de seus colegas amadores —, os quatro amigos embarcam em uma aventura na qual as mortes do presente se entrelaçam com antigos segredos, e em que saber demais pode trazer consequências perigosas.
COMENTÁRIO: sabe aquele livro que, mesmo com as melhores críticas, você acha que não vale a pena mas mesmo assim compra? Isso aconteceu aqui e foi uma grata surpresa. Uma história ótima, contada de forma descontraída que prende o leitor e deixa completamente satisfeito. 10

Deixe Army of Dead (besteira com zumbis) para trás e aguarde Army of Thieves, mais um petardo do Zack Snyder.

É da Netflix e sul coreana a série mais perturbadora do ano: ganância, exploração de trabalhadores, manipulação, rejeição e assassinatos. Até onde vai a sensatez humana e qual limite de cada pessoa? Em episódios eletrizantes e sangrentos, a série é uma grande surpresa e tem um ótimo final. O desespero dos 456 participantes faz com que o prêmio milionário seja a salvação para todos, o que eles não contavam é que teria apenas um ganhador, ou seja, não pode haver divisão da premiação. Esta premissa é demonstrada já na primeira prova (são 6 provas ou 6 rounds): uma boneca gigante conta “batatinha frita 1, 2, 3…” e o participante que se mexer, morre. Daí em diante tudo muda e cada participante vai lutar não apenas pelo prêmio mas para se manter vivo. O final surpreende e abre espaço para uma nova temporada.
9… pode ser perturbador, mas é uma das melhores séries do ano.

Pra começar a semana, mais um clipe do ótimo álbum do AC/DC – Power Up – “Through the Mists of Time”.

A escalação do Grêmio não teve novidades, ainda com jogadores importantes machucados teve a volta do Douglas Costa. E o principal: o apoio da torcida, mas nem isso resolveu.
Por mais que tenha pressionado desde o início a chance somente apareceu aos 30 minutos numa cabeçada de Borja por cima do gol. Depois Gabriel Chapecó pegou um chute de Hernanes. Borja bateu de fora da área e o goleiro defendeu. O primeiro tempo o que se viu foi um time nervoso e por vezes individual.
O segundo tempo início da mesma maneira, pressão do Grêmio, mas com Campaz e Guilherme Guedes em campo. Mas tomou gol, no rebote de uma cobrança de falta que Chapecó falhou e rebateu para frente. E o Sport fez o segundo no contra-ataque. Campaz meteu uma bolaça no travessão. Douglas Costa fez um golaço.
Vanderson novamente o melhor em campo. Ferreira continua pipocando e quando teve chance não aproveitou, foi o pior em campo. Éverton entrou e foi inoperante.
Na volta da torcida à arena, o Grêmio repetiu os erros na criação e perdeu mais um jogo em casa e permanece no Z4. Felipão ainda não tem um time e nem jogadas, somente cruzamentos para a área que consagraram a zaga do Sport. Sem padrão de jogo, time limitado a individualismo e com pouca inspiração, nasa demonstra que possa livrar o Grêmio do rebaixamento.

Free foi uma banda de hard rock britânica formada em 1968, em Londres, por Paul Kossof (guitarra), Paul Rodgers (vocais), Simon Kirk e Andy Fraser (baixo). O sucesso veio a partir do álbum Fire & Water (1970) e emplacou vários hits na carreira, como: “I’m a Mover”, “Come Together in the Morning”, “My Brother Jake”, “Soon I Will be Gone”, “Get Where I Belong”, “Oh I Wept”, mas o meu clássico é “All Right Now”.
Não escolhi essa música por ser o maior sucesso da banda, mas simplesmente porque é a que eu mais escuto deles: “Lá estava ela na rua / Sorrindo da cabeça aos pés / Eu disse: Ei, o que é isto? / Agora talvez, querida / Talvez ela precise de um beijo / Eu disse: Ei, qual seu nome? / Talvez tenhamos algo em comum”.
Aumente o volume e curta ao máximo o som do Free, uma das grandes bandas de hard rock mundial.