1série: Round 6 (Netflix)

É da Netflix e sul coreana a série mais perturbadora do ano: ganância, exploração de trabalhadores, manipulação, rejeição e assassinatos. Até onde vai a sensatez humana e qual limite de cada pessoa? Em episódios eletrizantes e sangrentos, a série é uma grande surpresa e tem um ótimo final. O desespero dos 456 participantes faz com que o prêmio milionário seja a salvação para todos, o que eles não contavam é que teria apenas um ganhador, ou seja, não pode haver divisão da premiação. Esta premissa é demonstrada já na primeira prova (são 6 provas ou 6 rounds): uma boneca gigante conta “batatinha frita 1, 2, 3…” e o participante que se mexer, morre. Daí em diante tudo muda e cada participante vai lutar não apenas pelo prêmio mas para se manter vivo. O final surpreende e abre espaço para uma nova temporada.

9… pode ser perturbador, mas é uma das melhores séries do ano.

1opinião: GRÊMIO 1 x 2 Sport (Campeonato Brasileiro)

A escalação do Grêmio não teve novidades, ainda com jogadores importantes machucados teve a volta do Douglas Costa. E o principal: o apoio da torcida, mas nem isso resolveu.

Por mais que tenha pressionado desde o início a chance somente apareceu aos 30 minutos numa cabeçada de Borja por cima do gol. Depois Gabriel Chapecó pegou um chute de Hernanes. Borja bateu de fora da área e o goleiro defendeu. O primeiro tempo o que se viu foi um time nervoso e por vezes individual.

O segundo tempo início da mesma maneira, pressão do Grêmio, mas com Campaz e Guilherme Guedes em campo. Mas tomou gol, no rebote de uma cobrança de falta que Chapecó falhou e rebateu para frente. E o Sport fez o segundo no contra-ataque. Campaz meteu uma bolaça no travessão. Douglas Costa fez um golaço.

Vanderson novamente o melhor em campo. Ferreira continua pipocando e quando teve chance não aproveitou, foi o pior em campo. Éverton entrou e foi inoperante.

Na volta da torcida à arena, o Grêmio repetiu os erros na criação e perdeu mais um jogo em casa e permanece no Z4. Felipão ainda não tem um time e nem jogadas, somente cruzamentos para a área que consagraram a zaga do Sport. Sem padrão de jogo, time limitado a individualismo e com pouca inspiração, nasa demonstra que possa livrar o Grêmio do rebaixamento.

1clássico: Free – “All Right Now”

Free foi uma banda de hard rock britânica formada em 1968, em Londres, por Paul Kossof (guitarra), Paul Rodgers (vocais), Simon Kirk e Andy Fraser (baixo). O sucesso veio a partir do álbum Fire & Water (1970) e emplacou vários hits na carreira, como: “I’m a Mover”, “Come Together in the Morning”, “My Brother Jake”, “Soon I Will be Gone”, “Get Where I Belong”, “Oh I Wept”, mas o meu clássico é “All Right Now”.

Não escolhi essa música por ser o maior sucesso da banda, mas simplesmente porque é a que eu mais escuto deles: “Lá estava ela na rua / Sorrindo da cabeça aos pés / Eu disse: Ei, o que é isto? / Agora talvez, querida / Talvez ela precise de um beijo / Eu disse: Ei, qual seu nome? / Talvez tenhamos algo em comum”.

Aumente o volume e curta ao máximo o som do Free, uma das grandes bandas de hard rock mundial.

1álbum: Foo Fighters – Medicine at Midnight

David Grohl fez do Foo Fighters uma das melhores bandas de rock do mundo, mesmo após ter sido integrante do Nirvana. E o novo trabalho, Medicine at Midnight, é mais um petardo: cheio de hits, puro, simples e direto. A abertura com “Making a Fire” tem refrão pegajoso, mas entrega o que está por vir (é uma das minhas músicas preferidas do álbum). “Shame, Shame” tem boa pegada e é hit certo. “Cloudspotter” tem riff marcante, vocal gritado no refrão. Começa devagar, vai ganhando empolgação até chegar ao final poderoso. “Waiting on a War” é mais leve, apesar do tema pesado (Eu espero por uma guerra desde que era jovem / Desde que eu era um garotinho com um brinquedo de arma / Nunca quis ser o número um / Só queria amar a todos) e parece aquelas baladas que a banda sempre faz. A faixa título, “Medicine at Midnight” parece uma faixa antiga, mais rock e sem muito peso é uma grande canção. “No Son of Mine” é porrada pura. O trio que fecha o álbum tem “Holding Poison” é um rock básico, com bons riffs de guitarra e refrão bacana (pra mim a melhor do álbum), “Chasing Birds” é uma baladaça e “Love Dies Young”, termina como começou com riff empolgante e um clima pra cima. O retorno da banda é impecável.

É provável que alguns não gostaram do álbum, com certeza arrebatara novos fãs, mas Medicine at Midnight não deixa pedra sobre pedra e mostra porque este é o disco de rock do ano e Foo Fighters a melhor banda. 10

1clássico: Iggy Pop – “Real Wild Child (Wild One)”

Quando falávamos em rock, tínhamos músicas como essa e a irreverência no palco de um grande ícone: Iggy Pop.

Talvez incompreendido por alguns mas idolatrado por muitos, ele fez história desde os tempos da banda The Stooges, fundada em 1968 no estado do Michigan (EUA), que ficou ativa até 1975. Também fez uma grande e poderosa parceria com David Bowie. Em todo a carreira foram muitas grandes músicas, entre elas: “I Wanna be Your Dog”, “Kill City”, “Lust for Life”, “The Passenger”, “China Girl”, “I Need More”, “Bang Bang”, “Repo Man” e “Candy”, mas o meu clássico é “Real Wild Child (Wild One)”.

“Eu sou realmente um selvagem / E eu gosto de uma diversão selvagem / Num mundo que ficou louco / Tudo parece tão confuso”.

Iggy Pop é um ser estranho, não genial, talvez excêntrico mas muito talentoso.

1clipe: Radiohead – “If You Say The Word”

em novembro tem álbum triplo

E o Radiohead está de volta com Kid A Mnesia,  um álbum triplo composto de materiais desenterrados das sessões dos dois álbuns da banda e também com versões alternativas das faixas e lados-B desses trabalhos. E o primeiro clipe é “If You Say The Word”.

livro: Justiça a Qualquer Preço – John Grisham

SINOPSE: Mark, Todd e Zola ingressaram na faculdade de Direito porque queriam mudar o mundo e torná-lo um lugar melhor. Fizeram empréstimos altíssimos para pagar uma instituição de ponta e agora, cursando o último semestre, descobrem que os formandos raramente passam no exame da Ordem dos Advogados e, muito menos, conseguem bons empregos. Quando ficam sabendo que a universidade pertence a um obscuro operador de investimentos de alto risco que, por acaso, também é dono de um banco especializado em empréstimos estudantis, os três se dão conta de que caíram no grande golpe das faculdades de Direito. Então eles começam a bolar uma forma de se livrar da dívida esmagadora, desmascarar o banco e o esquema fraudulento e ainda ganhar alguns trocados no caminho. Mas, para isso, precisam abandonar a faculdade, fingir que são habilitados a exercer a profissão e entrar em uma batalha contra um bilionário e o FBI.

COMENTÁRIO: com John Grisham as expectativas são sempre as melhores e este caso não foge à regra, arranje uma poltrona bem confortável porque você não vai conseguir largar o livro até o final. A trama é cheia de surpresas e a cada capítulo fica melhor, levando leitor a torcer por um lado, mesmo o FBI sendo os “ mocinhos”, ou não? Um dos melhores suspenses do ano. 10

1clássico: The Smiths – “There Is a Light That Never Goes Out”

Que banda legal. Acho que muitos não gostam mas, The Smiths, além de ser uma das minhas bandas preferidas é uma das melhores do rock de todos os tempos. Fez muita história no rock, com grande impacto em apenas cinco anos (1982-1987) e somente quatro álbuns: The Smiths (1984), Meat is Murder (1985), Strangeways, Here We Come (1987) e o melhor (na minha opinião) The Queen Is Dead (1986). A dupla Morrissey (vocal) e Johnny Marr (guitarra) emplacou sucessos enquanto esteve ativa, com os também integrantes Andy Rourke (baixo) e Mike Joyce (baterista), mas as brigas e discussões entre os integrantes culminaram com o encerramento das atividades. O certo é que o legado é primoroso, grandes músicas e entre os maiores hits estão: “The Boy With The Thorn In His Side”, “Heaven Knows I´m Miserable Now”, “How Soon In Now”, “Ask”, “Bigmouth Strikes Again”, “Last Night I Dreamt That Somebody Loved Me”, “This Charming Man”, “Girlfriend In A Coma” e “What She Said”. Mas o meu clássico é “Theres a Light That Never Goes Out”.

“E se um ônibus de dois andares / Colidir contra nós / Morrer ao seu lado / É um jeito tão divino de morrer / E se um caminhão de dez toneladas / Matar nós dois / Morrer ao seu lado / Bem, o prazer, o privilégio é meu”.

O melhor clipe foi do filme 500 Dias Com Ela, confere aí.

1clipe: O Teatro Mágico – “Almaflor”

E saiu o novo clipe da banda O Teatro Mágico da música “Almaflor”: “Ô ô ô / Ô ô ô / Ô ô ô / Quando isso tudo passar por nós / Não tenha medo de nada / Seremos porto seguro / E tudo que tarda não falha / Quando isso tudo passar por nós / Trazendo silêncio e cilada / Pequenos lugares escuros no decorrer da jornada / Ô ô ô”. E o novo álbum promete muito.