
Mais uma ótima música da banda O Teatro Mágico do novo álbum Luzente: “Laço”.

Mais uma ótima música da banda O Teatro Mágico do novo álbum Luzente: “Laço”.

Uma das melhores músicas da melhor banda brasileira de rock de todos os tempos virou filme: Eduardo e Mônica. Pelo trailer tem muitas coisas legais que é demonstrado na música, mas será que vai emplacar? Para os Legionários, com certeza, mas e para o público em geral?
Vamos aguardar e ver.

A surpreendente primeira temporada da série foi ótima: a CW consegue fazer séries da DC que filmes no cinema não funcionam, com raras exceções. E, acredito, que isso acontecerá na segunda temporada, pois é o que mostra este trailer eletrizante.

Guillermo del Toro arrebenta neste novo trailer do seu próximo filme e com um grande elenco: Bradley Cooper, Cate Blanchett, Toni Collette, Willem Dafoe, Rooney Mara, entre outros.

Quando eu li o título deste livro eu imaginei que seria mais ou menos no mesmo enredo de Um Lugar Bem Longe Daqui de Délia Owens, mas me enganei. O livro é extremamente delicioso de ler e Harlan Coben, O Mestre das Noites em Claro, sabe como entreter o leitor, amarra bem a trama e mostra diversos caminhos na evolução da historia.
Quando eu li o título deste livro eu imaginei que seria mais ou menos no mesmo enredo de Um Lugar Bem Longe Daqui de Délia Owens, mas me enganei. O livro é extremamente delicioso de ler e Harlan Coben, O Mestre das Noites em Claro, sabe como entreter o leitor, amarra bem a trama e mostra diversos caminhos na evolução da historia.
O desaparecimento da jovem Naomi Pine parece a ponta do iceberg, mas se engana quem pensa que esse será o enredo principal, também não é a história do “menino do bosque” e nem o drama familiar de Hester mas sim, a partir da metade do livro, o sequestro do menino Crash da milionária família Maynard e que torna a trama envolvente. Melhora mais ainda quando entra em cena a ótima advogada Hester Crimstein que, para mim, é a melhor personagem do livro, e tem um papel importante na trama: advogada implacável, uma senhora de 70 anos, viúva, amorosa, sarcástica, corajosa e sincera. Além disso, Hester tem um drama familiar do passado mal resolvido (que tem desfecho nos capítulos finais), um relacionamento com o delegado da pequena cidade e ainda advoga para os pais do menino desaparecido a tornando fascinante. Wilde, o tal menino do bosque, não é um menino mas um homem que ajuda Hester na investigação, é um personagem complexo e cheio de dúvidas sobre o seu passado. A inteligência e vivência de Wilde é que dá visão aos muitos caminhos e desfechos das situações. Pesando os prós e contras ele toma as melhores decisões, mesmo não agradando à todos, principalmente a Hester.
10… a união de Hester e Wilde é que tornam este livro uma leitura prazerosa e obrigatória, em acontecimentos que abrangem bullying, abuso e justiça num excelente final. Além de que Harlan Coben tem uma escrita fácil e empolgante, se você ainda não leu nada dele, se prepare: o cara já vendeu mais de 75 milhões de exemplares no mundo.
próximo 📚 => “O Jardim das Borboletas” de Dot Hutchison
A segunda melhor banda do rock nacional de todos os tempos, lançou o excelente melhor álbum de rock nacional de todos os tempos – Cabeça Dinossauro – em 1986 e o meu clássico é a música “Homem Primata”. A banda lançou o primeiro álbum em 84 (Titãs) e o segundo em 85 (Televisão) com pouco sucesso, mas músicas bem legais como: “Sonífera Ilha”, “Go Back”, “Marvin”, “insensível”, “Televisão” e “Não Vou me Adaptar”, mas foi em 1986 com o lançamento de Cabeça Dinossauro que a banda foi alavancada ao sucesso sem precedentes. Com oito integrantes, a banda tinha um amplo repertório e boas composições criadas por todos os integrantes e isso foi derramado neste álbum: Paulo Miklos, Arnaldo Antunes, Nando Reis, Branco Mello, Tony Bellotto, Marcelo Fromer, Sérgio Brito e Charles Gavin, todos tiveram parte nas composições do álbum. Essa interação e a fúria colocada em algumas canções, elevou o nível da banda que emplacou vários hits do álbum, como: “Polícia”, “AA UU”, “Igreja”, Tô Cansado”, “Bichos Escrotos”, “Família” e “O Quê”. Cantada por Sérgio Brito, “Homem Primata” fala da relação do homem com o trabalho e que independente da época (dos primórdios até a atualidade) fazemos a mesma coisa: trabalho como uma necessidade para sobreviver, criando e destruindo com a mesma facilidade, nas florestas e nas grandes cidades. Uma música atemporal que demonstra, ainda nos dias de hoje, a necessidade de conscientização humana, com versos como: “Desde os primórdios / Até hoje em dia / O homem ainda faz / O que o macaco fazia / Eu não trabalhava / Eu não sabia / Que o homem criava / E também destruía” ou “Eu aprendi / A vida é um jogo / Cada um por si /
E Deus contra todos / Você vai morrer / E não vai pro céu / É bom aprender / A vida é cruel”. E com o refrão pegajoso: “Ô-ô-ô / Homem primata / Capitalismo selvagem”.
Enfim, um grande clássico de uma das melhores bandas do rock nacional.

Com a volta de Gabriel Chapecó o Grêmio enfrentou a Chapecoense em Chapecó, estranho dizer isso: o último contra o penúltimo colocado do campeonato.
O Grêmio dominou o primeiro tempo, mesmo não tendo apresentado um futebol brilhante mas foi eficiente nas poucas chances que criou e a Chapecoense somente chegou com perigo no início do jogo. O Grêmio rodou a bola no ataque, criou algumas tabelas, mas com poucas brechas achou o gol num chute forte do Lucas Silva de fora da área. A zaga foi segura (Kannemann e Geromel são monstros), enquanto que as melhores jogadas passaram por Campaz, 1 x 0. No segundo tempo o Grêmio retornou com a mesma postura, tocando a bola com calma, sem pressa e chegou ao segundo gol com Thiago Santos aos 14’. Foi constatado como o Cortez é ruim e limitado: fez um gol contra e participou do gol contra da Chape. Ferreira correu, driblou mas não produziu muito para o time, continua o mesmo pipoqueiro de sempre. Campaz, Lucas Silva e Thiago Santos foram os melhores.
Mais uma vitória para manter a esperança da torcida tricolor.

A segunda temporada da série escocesa GUILT tem apenas quatro episódios e foca na saída de Max da cadeia e a nova realidade da sua vida: seu antigo sócio no escritório de advocacia agora é o presidente e não quer mais contato com Max, mas muda de ideia assim que sua filha se envolve em um assassinato. A trama é bem elaborada e as reviravoltas se desenrolam até o último episódio, não fica nenhuma ponta solta.
8… uma das ótimas séries do ano.

Cameron Turner é um pai e marido dedicado, diagnosticado com uma doença terminal. Perante uma solução experimental que promete proteger sua família do sofrimento, ele luta para mudar seu destino nesta história de amor, perdas e sacrifício.

Originalmente o nome do filme é La daronne, que se tornou Mama Weed em inglês e A Dona do Barato em português, mas isso é o que pouco importa, porque você vai se divertir com essa comédia policial francesa. Isabelle Huppert está ótima no papel de uma tradutora policial que se vê as voltas com dívidas aluguel e a conta da casa repouso onde sua mãe reside. Patience (Huppert) é viúva, mãe de duas filhas e tem um caso com seu chefe, numa das escutas ela descobre que a cuidadora da sua mãe é mãe do motorista que vai transportar uma grande quantidade de drogas. Patience vê a oportunidade de mudar de vida e organiza um plano para ficar com a droga, isso inclui a adoção de um cão farejador que foi aposentado da polícia, DNA. Entre os traficantes estão marroquinos, chineses e árabes, mas são mostrados sem preconceito. A chinesa, vizinha de Patience se torna sua amiga, inclusive convidando a sua família para um casamento chinês, e é neste casamento que está a melhor cena do filme.
8… aliando bom humor e uma perseguição policial à Dona do Barato, o filme é descontraído, divertido e engraçado, trazendo diversão nesta ótima comédia francesa.