1cd: Paralamas do Sucesso – Sinais do Sim

É claro que o rock evolui, mas que bandas brasileiras de rock fazem grande sucesso? Não Paralamas-Do-Sucesso. - Sinais do SImtem. Podemos citar boas bandas como: Maglore, Los Porongas, Vivendo do Ócio, O Teatro Mágico, O Terno, Boogarins, The Muddy Brothers, Vanguart, Far From Alaska, Scalene, Autoramas, Supercombo, Ego Kill Talent, e algumas outras, mas nenhuma, nenhuma mesmo, vai fazer o estardalhaço que grandes bandas do rock nacional fizeram nos anos 80, do Rio Grande do Sul à Bahia.

Mas o melhor é que as bandas dos anos 80 estão ressurgindo e sempre com ótimos álbuns, que é o caso deste “Sinais do Sim” da banda Paralamas do Sucesso. Simples, direto e cheio de hits. A Paralamas-Do-Sucessomúsica de abertura “Sinais do Sim”, já demonstra que o bom e velho Paralamas do Sucesso não perdeu a mão para compor: “Eu sei que teu coração é meu / Que algo em mim te convenceu / De que o melhor está por vir”.
As baladas ainda continuam em alta e “Teu Olhar” explora bem isso, “Sempre Assim” tem levada reggae típica dos Paralamas, enquanto que “Contraste” já inicia com o barulho de guitarras, que chega a lembrar Santana. “Medo do Medo” era um rap português. Sim, era, pois virou um baita ska.

As duas melhores músicas do disco, pelo menos pra mim, são: “Corredor” rock básico e “Não Posso Mais”, com muito swinge e refrão pegajoso, hit radiofônico certeiro: “Eu não posso mais / Não posso mais / Não posso mais / Não posso mais viver / Sem você”.
Sim, sou nostálgico. E por isso, este é um dos melhores lançamentos do rock nacional do ano (pelo menos, por enquanto).

1clássico: Queen – We Will Rock You

O Queen, criada no ano de 1970, em Londres – Inglaterra – e liderada pelo frontman Freddie Mercury, acompanhado por Brian May, John Deacon e Roger Taylor, lançou vários clássicos, alguns imortalizados em apresentações épicas ao vivo, como: “Love of my Life” e “Radio Ga Ga”. Outras ainda figuram entre as melhores de várias listas: “A Kind of Magic”, Under Pressure”, Bohemian Rhapsody”, “Somebody to Love”, “I Want to Break Free”, “Don’t Stop me Now”, “Crazy Little Thing Called Love”, “The Show Must Go On”, “Another One Bites the Dust”, “We Are the Champions”. Alguém lembra de “Jesus” de 1973 ou “Nevermore” de 1974 ou a baladaça “Save Me” de 1981? Possivelmente não, mas são boas músicas que não tiveram muita repercussão.
Mas quando a banda grava uma música com o título “Nós Vamos Sacudir Você” (We Will Rock You), o primeiro pensamento que vem à cabeça é: hiiii, lá vem merda. Não é bem assim, ainda mais quando esta banda foi uma das melhores bandas de rock de todos os tempos e torna a música um dos grandes clássicos do rock: cantada à capela, onde palmas e batidas de pés produziam o ritmo e no final a explosão em um solo de guitarra de Brian May, simples e perfeita. A letra não tem nada de excepcional, mas com a batida torna a música contagiante.

“Companheiro, você é um garoto que faz um barulhão / Tocando na rua, vai ser um grande homem algum dia / Você tem lama no seu rosto / Sua grande desgraça / Chutando sua lata por todo lugar / Cantando / Nós vamos sacudir você! / Nós vamos sacudir você!”.

1clássico: AC\DC – Highway To Hell

Para muitos a grande música do AC\DC é “Back in Black”, mas poderia ser “You Shook me All Night Long”, “Rock and Roll Train”, “What’s Next to the Moon?” ou então a baladaça “Love Song”? Ou então “It’s A Long Way To The Top (If You Wanna Rock’n’Roll)”, “Rock’n’Roll Singer”, “Whole Lotta Rosie”, “Thunderstruck”, “For Those About to Rock (We Salute You)”? São tantas grandes músicas que a banda lançou ao longo dos anos que é difícil falar de apenas uma, mas o meu clássico é Highway to Hell”. Pulsante e com o guitarrista Angus Young botando tudo pra quebrar.

“Sem sinais de “pare”, sem limites de velocidade / Ninguém vai me fazer reduzir a velocidade / Como uma roda, vou rodar / Ninguém vai me sacanear / Ei Satã, paguei minhas dívidas / Tocando em uma banda de rock / Ei mamãe, olhe para mim / Estou no meu caminho para a terra prometida”.

 

 

 

1clássico: The Animals – The House Of The Rising Sun

The Animals

Uma música sobre uma casa de prostituição não seria uma canção para entrar na lista de clássicos do rock, mas a estória cantada e a levada mais pop colocou The Animals no topo das paradas: The House of the Rising Sun (A Casa do Sol Nascente) é simples e direta. Um balada petardo, lançado em 1964, pela banda  britânica de Newcastle conta como era fácil um filho ir à ruína em uma casa de prostituição em New Orleans
Há uma casa em New Orleans / Chamam a de ‘Sol Nascente’ / E tem sido a ruína de muitos outros garotos pobres / E Deus, eu sei, eu sou um deles … Oh mãe, diga a seus filhos / para não fazerem o que eu fiz / Passar suas vidas em pecado e miséria / Na casa do sol nascente…”

Dia Mundial do Rock: simples assim, goste ou não!

Rock'n'Roll

Bah, hoje é dia mundial do rock e todo mundo acha que sua banda preferida é (foi) a melhor e maior de todos os tempos. EU TAMBÉM!!! Mas não se pode discutir gostos, pois a variedade é infinita. Tem guitarra, bateria e baixo? Toca pesado ou melódico? Tem baladas com solos de guitarra? TÔ DENTRO!!! Não gosto de Beatles e Rolling Stones mas  algumas  musicas deles me chamam atenção, então eu aturo.

Mas quando bomba algo como: Led Zeppelin, Pink Floyd, Ramones, The Doors, Jimi Hendrix, Black Sabbath  The Clash, The Beatles, Rolling Stones, The Who, Mettalica, Talking Heads, Queen, U2, The Smiths, Nirvana, Pearl Jam, Radiohead, Beach Boys, Green Day, Rush, Yes, Deep Purple, The Police, The Cream, Creedence Clearwater Revival, AC/DC, Iron Maiden, Genesis, ZZ Top, Aerosmith, The Cure, PIL, The Yardbirds, The Animals, The Sex Pistols, Bon Jovi, Stereophonics, Oasis, Red Hot Chilli Peppers, The Who, Scorpions, Kiss, Lynyrd Skynyrd, Van Halen, Foo Fighters, Eagles, Def Lepard, Whitesnake, Steppenwolf, Genesis, R.E.M., The Velvet Underground, Coldplay, Kings of Leon, The Killers,  entre outros, a coisa muda de patamar e sou alçado ao que realmente interessa: o bom e velho Rock’n’Roll. OK, pode entrar um Chuck Berry e um James Brown também… rsrs.
Não sai muito disso e observe que estou falando grande parte de bandas anteriores aos anos 80, porque depois disso poucas novidades surgiram.

Ah, mas faltou Pantera (não gosto), Faith no More (não gosto), Skid Row (não gosto), Guns N’ Roses (não gosto), Sepultura (não gosto), Slayer (não gosto), Hole (não gosto), Alice in Chains (não gosto), Stone Temple Pilots (um hit somente?), e tantas outras.

Enfim, gosto não se discute: VIVA O BOM E VELHO ROCK’N’ROLL!!!
As 5 melhores bandas de rock de todos os tempos, by Severo.

1. Led Zeppelin – Rock And Roll

2. Pink Floyd – Comfortably Numb

3. Queen – We Will Rock You 

4. U2 – Sunday Bloody Sunday

5. The Jimi Hendrix Experience – Purple Haze

 

 

 

1clássico: The Doors – Light My Fire

The Doors foi uma das bandas mais irreverentes do rock mundial.

The Doors

Tudo foi muito rápido: criada em 1965 (Los Angeles, Califórnia), terminou em 1970 e o vocalista Jim Morrison morreu em 1971. A mistura de guitarras, country e folk com as inumeras histórias envolvendo Jim Morrison e as drogas elevaram a fama da banda. Entre hits como “Break on Through”, “Light my Fire”, “People are Strange”, “Riders on the Storm”, “The End”, “Hello, I Love You” e os vários escândalos protagonizados por Jim Morrison contribuiram para a banda se tornar uma das melhores do mundo de todos os tempos. “Light my Fire” com letra explosiva, e longos solos, se tornou um pequeno hino: Garota, nós não poderíamos ficar mais chapados / Venha, baby, acenda meu fogo/ … / O momento de hesitar acabou / Não há tempo para chafurdar na lama / Tente agora e nós só podemos perder / E nosso amor se tornar uma pira funerária / Venha, baby, acenda meu fogo”. 

1cd: Rag’n’ Bone Man – Human

Rory Graham, cantor e compositor inglês, nascido em Uckfield, East Sussex, é o cara por trás do Rag’n’ Bone Man. Depois de dois bons lançamentos: Wolves (2014) e Disfigured (2015), lançou o primeiro album HUMAN, em fevereiro deste ano.

Rag'n'Bone_Man_-_HumanO álbum é perfeito: mistura toques e arranjos de soul, gospel (?), blues, hip-hop (?) e entrega um dos grandes lançamentos deste início do ano. As três primeiras faixas mostram o talento e a diversidade que transita em todo o álbum: “Human” é uma balada densa e pesada que parece tirar um peso das suas costas, “Innocent Man” tem batida irresistivel e “Skin”, além de um belo coral, tem refrão pegajoso e se tornou uma das minhas preferidas.
Um perfeito cartão de visitas, mas o álbum tem mais e as surpresas aparecem: “As You Are” e “Odetta” mantem o nível de qualidade, das letras e ritmos. Juntamente com “Skin”, “Be the Man”, “Bitter End” são as minhas faixas preferidas e que ouço várias vezes sem cansar. “Die Easy”, que foi lançada em 2014, fecha o album cantada completamente à capella e fica lindissima.

Quer ouvir algo novo e de qualidade? Rag’n’Bone Man oferece isso e muito mais.

baitaSOM: The White Buffalo – I Am the Light

Uma das grandes músicas da série Sons of Anarchy é “I am the Light” da ótima banda The White Buffalo. Aliás, em sete temporadas da série, The White Buffalo emplacou várias músicas, como: “Matador”, “Damned”, “Wish It Was True”, “House of The Rising Sun”, “The Whistler”, “Set My Body Free”, “Sweet Hereafter”, “Oh Darling, what have I done”, ou seja, o cara sabe fazer música boa.
Além do que, essa este clipe ficou excelente com cenas da série, pra ficar um gostinho de “preciso assistir”, mas isso é papo para outra hora.
A série, SOA, é violenta e apaixonante e com uma trilha sonora rock’n’roll matadora. 

1clássico: Joy Division – Love Will Tear Us Apart

joy_divisionA sonoridade melancólica, acompanhada de temas depressivos e do cotidiano elevou o  Joy Division a outro patamar do rock, que foi sacramentado com o suicídio de seu vocalista Ian Curtis. A banda inglesa, foi formada em 1976 em Manchester, ainda contava com Peter Hook e Bernard Sumner  e Stephein Morris.

Após a morte de Ian, a banda terminou e os três integrantes remanescentes formaram o New Order. Músicas como: “She’s Lost Control”, “Atmosphere”, “Transmission” e “Shadowplay” foram alguns dos sucessos marcantes da banda, mas “Love Will Tear Us Apart” foi o grande hit da banda. Eternizado após a morte de Ian Curtis, a música é um clássico que fala claramente dos problemas de relacionamento entre o vocalista e sua esposa, que foi o principal motivo do suicídio.
“Quando a rotina corrói duramente / E as ambições são pequenas / O ressentimento voa alto / Mas as emoções não crescerão / E vamos mudando nossos caminhos / Pegando estradas diferentes / Então, o amor, o amor vai nos dilacerar, outra vez”.