Há quinze anos, quatro garotas foram passar as férias em um acampamento de verão. Apenas uma delas voltou para casa. Duas verdades e uma mentira. Quem seria capaz de descobrir qual era a mentira? Emma, a sobrevivente, retorna ao acampamento 15 anos depois e começa a investigar as mentiras do passado, enfrentando ameaças no presente. Quanto mais se aproxima da verdade, mais ela percebe que desvendar esse mistério pode custar sua própria vida
Quando iniciei a ler este livro pensei no título “bobo” e que a narrativa e o desfecho seriam piores ainda: grande engano e uma ótima surpresa. ☺️
A história é bem construída, em alguns momentos lenta mas bem detalhada, e começa a empolgar na metade do livro pois imagina-se um monte de possibilidades.
Emma é um misto de emoções que consegue, em alguns momentos, desviar sua atenção e achar que realmente ela é a vítima, mas em outros momentos nos mostra a certeza de que ela é a vilã. O suspense e a manipulação ocorre até as últimas páginas e termina com um ótimo desfecho. Valeu a pena descobrir este autor americano. 8️⃣
Título original: The Silent Patient Autor: Alex Michaelides Ano de Lançamento no Brasil: 2019 País Origem: EUA Páginas: 364
“A Paciente Silenciosa”, escrito por Alex Michaelides, é um suspense psicológico envolvente que mantém os leitores grudados nas páginas até o fim. Com uma trama intrigante e personagens cativantes o autor oferece uma narrativa cheia de reviravoltas que mantêm o suspense até o último momento. 😳
A história acompanha Alicia Berenson, uma artista famosa que é acusada de assassinar seu marido. O curioso é que, desde o crime, Alicia se mantém em total silêncio, recusando-se a falar em todas as circunstâncias. Theo Faber, um psicoterapeuta determinado, vê em Alicia um desafio profissional e decide investigar sua mente para descobrir os motivos por trás de sua terrível ação.
A escrita de Michaelides é elegante e envolvente, criando uma atmosfera tensa que prende o leitor desde o início. Ele sabe como dosar as informações e revelações ao longo da trama, mantendo o suspense e deixando o leitor ávido por mais. Os capítulos curtos e alternados entre passado e presente contribuem para um ritmo acelerado que torna impossível largar o livro. 👀
Os personagens são bem desenvolvidos e complexos, cada um com sua história e motivações: Alicia é misteriosa e fascinante, enquanto Theo um protagonista que desperta empatia e oferece uma perspectiva interessante sobre a mente humana. Os personagens secundários também têm suas peculiaridades e contribuem para a trama de forma significativa. O aspecto psicológico do livro é um dos pontos fortes da história: o autor explora temas como trauma, loucura e a capacidade de manipulação da mente humana com habilidade, fazendo com que o leitor mergulhe nas profundezas da mente de Alicia. As sessões de terapia trazem insights interessantes e promovem uma reflexão sobre o poder da fala e do silêncio. 🤐
No entanto, apesar de todos pontos os positivos, o desfecho talvez deixe um pouco a desejar, pois algumas revelações finais podem parecer um tanto previsíveis para leitores mais assíduos de suspenses psicológicos. Apesar disso, o autor consegue encerrar a história de forma satisfatória, respondendo às perguntas e deixando espaço para interpretações.
Com uma trama envolvente, personagens cativantes e uma dose de complexidade psicológica, Alex Michaelides entrega um suspense que certamente irá satisfazer todos os fãs do gênero. 8️⃣
Título original: “Das Atelier in Paris” Autor: Guillaume Musso Ano de Lançamento no Brasil: 2022 País Origem: França
As primeiras páginas, introdução, dão o peso do que será a história, mas você pensa: isso tende a ficar melhor e mais leve? Espere o imprevisível e devore rapidamente para não perder o embalo.
A escrita simples, as reviravoltas e a trama eletrizante deixam o leitor cada vez mais fascinado e torcendo para que os dois protagonistas tenham logo uma noite de amor e sexo, mas fica longe disso e parece que em cada capítulo o ódio entre eles apenas aumenta. A trama é bem construída mostra um autor dedicado aos detalhes, não deixando nada passar despercebido e entrelaçando a história de uma maneira que as dúvidas vão se dissipando a cada capítulo mas abrindo outras e tentando resolver um caso insolúvel.
Gaspard, o dramaturgo americano, bebum e insuportável (por vezes irresponsável) talvez seja o retrato de muitos homens atuais, presunçoso e irresponsável ataca quem duvida de suas opiniões enquanto que Madeline, uma policial inglesa, está desesperada em ter um filho e não quer se envolver em mais problemas. O que eles não esperavam e que teriam alugado a mesma casa/ateliê que pertenceu ao célebre pintor Sean Lorenz que criou obras de arte inesquecíveis e cobiçadas pelo mercado internacional. Como eles não conheciam toda a história do pintor e a trágica morte de seu filho, cada um à sua maneira resolve tentar descobrir um pouco mais e esta curiosidade une os dois numa busca pouco improvável: poderia o filho do pintor estar vivo um ano após ter sido noticiado sua morte? O que Lorenz procurava quando morreu? E quais as consequências de tudo isso na vida de Gaspard e Madeline?
Com um final surpreendente, o livro é intenso e traz uma bela reviravolta no final, o que me impressionou bastante e deu um belo desfecho para a trama. Abra a primeira página que você não vai mais parar de ler até chegar ao final. 9️⃣
Guillaume Musso é um escritor francês, nascido em Antibes na Riviera Francesa, um dos mais populares da França e seus livros já venderam mais de 45 milhões de exemplares pelo mundo: A Vida é um Romance, A Vida Secreta dos Escritores, A Garota de Papel, O Chamado do Anjo, A Garota e a Noite.
“A Biblioteca da Meia-Noite” é uma obra literária intrigante e cativante, escrita pelo renomado autor Matt Haig. Este romance habilmente tecido mergulha os leitores em uma jornada emocional através de temas como perda, solidão e a busca pelo sentido da vida. O enredo gira em torno de Nora, uma mulher que enfrenta uma crise existencial após passar por uma série de eventos traumáticos. A protagonista, em um momento de desespero, encontra-se em um lugar mágico e misterioso: A Biblioteca da Meia-Noite. Este local extraordinário transcende o tempo e o espaço, permitindo a Nora explorar vidas paralelas e possibilidades alternativas. Haig tece sua narrativa com uma prosa elegante e reflexiva, envolvendo os leitores em uma teia de realidades alternativas e questionamentos profundos sobre identidade e escolhas. A ambientação da Biblioteca da Meia-Noite é ricamente detalhada, fazendo com que o leitor se sinta imerso nesse mundo fantástico e ao mesmo tempo íntimo.
O desenvolvimento dos personagens é outro ponto forte da obra: Nora passa por uma transformação emocional marcante à medida que navega pelas diferentes vidas que poderia ter levado. Suas interações com outros habitantes da Biblioteca, cada um com sua própria história e dilemas, acrescentam camadas à complexidade da trama. Embora o livro seja uma exploração profunda das emoções humanas, também apresenta momentos de humor e esperança. Haig equilibra habilmente os elementos mais sombrios com toques de otimismo, criando uma experiência de leitura envolvente e variada. No entanto, algumas partes da narrativa podem se arrastar um pouco, e em certos momentos, a complexidade das realidades alternativas pode confundir o leitor. Além disso, embora o desfecho seja satisfatório, algumas pontas soltas poderiam ter sido amarradas com mais firmeza.
Para finalizar, “A Biblioteca da Meia-Noite” é uma obra que desafia as convenções literárias ao explorar temas profundos por meio de uma premissa original e imaginativa. Matt Haig oferece aos leitores uma reflexão perspicaz sobre a vida, a morte e as escolhas que moldam nossos destinos.
Se você está em busca de uma leitura que inspire reflexões introspectivas, este livro certamente merece sua atenção. Eu me surpreendi positivamente, pois mesmo lendo a sinopse, imaginava algo diferente tipo aqueles livros de auto ajuda massivo e que tudo é possível, basta acreditar… 😂 Haig nos brinda com uma leitura alegre e saborosa. 9
E você, qual o livro da sua vida? Suas emoções, seus prazeres, suas conquistas, suas alegrias e tristezas?
Uma história que a gente pensa que não vai dar em nada é envolvente e impactante, nos instiga e causa tensão, com boas surpresas pelo caminho e isso é ótimo.
Madeline ( ex-policial) e Jonathan (ex-chef de cozinha famoso) se esbarram no aeroporto e trocam seus celulares por engano e assim começa um quebra-cabeça em que o autor vai desenrolando os fios aos poucos. Este é um ponto legal, pois eles estão distantes (França e EUA) e a curiosidade de ambos em saber o que o celular do outro esconde os leva a uma provável quebra de sigilo e invasão de privacidade. Mas vão descobrir que com a descobertas dos fatos eles sempre estiveram ligados e isso é fascinante.
As mudanças de cenários, personagens e fusos horários acabam complicando a vida e as descobertas de ambos, mas o livro é extremamente bem escrito nos levando a muitas perguntas e mesmo assim consegue nos surpreender, mesmo com uma promessa de romance fraca, o suspense e o quebra cabeça montado pelo autor compensa tudo.
Pode ser uma trama complexa sem ser desinteressante nem forçada, mas com certeza é surpreendente. O Chamado do Anjo foi uma deliciosa surpresa. 8
As primeiras páginas, introdução, dão o peso do que será a história, mas você pensa: isso tende a ficar melhor e mais leve? Espere o imprevisível e devore rapidamente para não perder o embalo. A leitura simples, as reviravoltas e a trama eletrizante deixam o leitor cada vez mais fascinado e torcendo para que os dois protagonistas tenham logo uma noite de amor e sexo, mas fica longe disso e parece que em cada capítulo o ódio entre eles apenas aumenta. A trama é bem construída mostra um autor dedicado aos detalhes, não deixando nada passar despercebido e entrelaçando a história de uma maneira que as dúvidas vão se dissipando a cada capítulo mas abrindo outras e tentando resolver um caso insolúvel.
Gaspard, o dramaturgo americano, bebum e insuportável (por vezes irresponsável) talvez seja o retrato de muitos homens atuais, presunçoso e irresponsável ataca quem duvida de suas opiniões enquanto que Madeline, uma policial inglesa, está desesperada em ter um filho e não quer se envolver em mais problemas. O que eles não esperavam e que teriam alugado a mesma casa/ateliê que pertenceu ao célebre pintor Sean Lorenz que criou obras de arte inesquecíveis e cobiçadas pelo mercado internacional. Como eles não conheciam toda a história do pintor e a trágica morte de seu filho, cada um à sua maneira resolve tentar descobrir um pouco mais e esta curiosidade une os dois numa busca pouco improvável: poderia o filho do pintor estar vivo um ano após ter sido noticiado sua morte? O que Lorenz procurava quando morreu? E quais as consequências de tudo isso na vida de Gaspard e Madeline?
Com um final surpreendente, o livro é intenso e traz uma bela reviravolta no final, o que me impressionou bastante e deu um belo desfecho para a trama. Abra a primeira página que você não vai mais parar de ler até chegar ao final. 9
Guillaume Musso é um escritor francês, nascido em Antibes na Riviera Francesa, mais populares da França e seus livros já venderam mais de 45 milhões de exemplares pelo mundo: A Vida é um Romance, A Vida Secreta dos Escritores, A Garota de Papel, O Chamado do Anjo e A Garota e a Noite.
O primeiro livro de Nita Prose, A Camareira, é bem interessante e divertido.
O livro proporciona uma leitura rápida, leve e envolvente. Molly, a protagonista e camareira do renomado Hotel Regency Grand é emblemática, somente no desenrolar dos acontecimentos é que conseguimos entender se ela é a “mocinha” ou a “vilã” da trama. Ela se orgulha muito do seu emprego e o exerce com maestria e rigidez nos detalhes da limpeza e nos horários, tudo sempre fica impecável. Mas Molly tem dificuldades em se relacionar com as pessoas e desde a morte de sua avó isso ficou pior, inclusive levando ela a ter problemas em pagar o aluguel ao proprietário do apartamento onde mora. A vida de Molly muda e se transforma em um verdadeiro caos quando certo dia, ela encontra o corpo do Sr. Black (um magnata do setor imobiliário e provavelmente o hóspede mais rico do hotel) numa das suítes.
A ingenuidade de Molly muitas vezes é irritante, influenciável se deixa levar pela bondade que somente ela enxerga nas pessoas ou está apenas fingindo? A máscara de alguns personagens vai caindo e situações amorosas são expostas e isso leva a vários caminhos na busca do assassino do Sr. Black. Entre os personagens, destaco o simpático Sr. Preston, porteiro que tudo e nada vê, simples mas insaciável de conhecimento. Com sua experiência, tem opinião sobre todos os hóspedes e funcionários, quando aparece é pra “roubar” a cena. No decorrer dos acontecimentos, assim igual eu, você pode ser enganado em achar quem é o assassino ou por que o Sr. Black foi assassinado, mas tenha certeza que as opções são muitas e talvez a menos provável se sobressairá.
Num plano geral, a estória carece de intensidade e demora para engrenar, tornando a evolução dos acontecimentos um pouco lenta. O certo é que mesmo sem essa intensidade que eu gostaria, tudo é bem construída, girando em torno do desespero de Molly em ser vista, em ser aceita ou reconhecida pelas pessoas em um ambiente que tanto gosta de estar. E que muitos se aproveitam para tirar vantagem da garota e deixar tudo mais intrigante.
A narrativa simples surpreende e em suas páginas finais o caso que parecia resolvido traz uma ótima surpresa. 9
Quando eu li o título deste livro eu imaginei que seria mais ou menos no mesmo enredo de Um Lugar Bem Longe Daqui de Délia Owens, mas me enganei. O livro é extremamente delicioso de ler e Harlan Coben, O Mestre das Noites em Claro, sabe como entreter o leitor, amarra bem a trama e mostra diversos caminhos na evolução da historia.
Quando eu li o título deste livro eu imaginei que seria mais ou menos no mesmo enredo de Um Lugar Bem Longe Daqui de Délia Owens, mas me enganei. O livro é extremamente delicioso de ler e Harlan Coben, O Mestre das Noites em Claro, sabe como entreter o leitor, amarra bem a trama e mostra diversos caminhos na evolução da historia.
O desaparecimento da jovem Naomi Pine parece a ponta do iceberg, mas se engana quem pensa que esse será o enredo principal, também não é a história do “menino do bosque” e nem o drama familiar de Hester mas sim, a partir da metade do livro, o sequestro do menino Crash da milionária família Maynard e que torna a trama envolvente. Melhora mais ainda quando entra em cena a ótima advogada Hester Crimstein que, para mim, é a melhor personagem do livro, e tem um papel importante na trama: advogada implacável, uma senhora de 70 anos, viúva, amorosa, sarcástica, corajosa e sincera. Além disso, Hester tem um drama familiar do passado mal resolvido (que tem desfecho nos capítulos finais), um relacionamento com o delegado da pequena cidade e ainda advoga para os pais do menino desaparecido a tornando fascinante. Wilde, o tal menino do bosque, não é um menino mas um homem que ajuda Hester na investigação, é um personagem complexo e cheio de dúvidas sobre o seu passado. A inteligência e vivência de Wilde é que dá visão aos muitos caminhos e desfechos das situações. Pesando os prós e contras ele toma as melhores decisões, mesmo não agradando à todos, principalmente a Hester.
10… a união de Hester e Wilde é que tornam este livro uma leitura prazerosa e obrigatória, em acontecimentos que abrangem bullying, abuso e justiça num excelente final. Além de que Harlan Coben tem uma escrita fácil e empolgante, se você ainda não leu nada dele, se prepare: o cara já vendeu mais de 75 milhões de exemplares no mundo.
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SINOPSE: por anos, boatos sobre Kya Clark, a “Menina do Brejo”, assombraram Barkley Cove, uma calma cidade costeira da Carolina do Norte. Ela, no entanto, não é o que todos dizem. Sensata e inteligente, Kya sobreviveu por anos sozinha no pântano que chama de lar, tendo as gaivotas como amigas e a areia como professora. Abandonada pela mãe, que não conseguiu suportar o marido abusivo e alcoólatra, e depois pelos irmãos, a menina viveu algum tempo na companhia negligente e por vezes brutal do pai, que acabou também por deixá-la. Anos depois, quando dois jovens da cidade ficam intrigados com sua beleza selvagem, Kya se permite experimentar uma nova vida — até que o impensável acontece e um deles é encontrado morto.
Eu comprei este livro em um aeroporto e digo que só comprei porque esqueci de colocar na mochila algum para ler na viagem. O que me chamou a atenção foram as muitas críticas positivas quando procurei na internet e também pela história da autora.
Mas vamos lá, quanto ao livro: é uma história bem interessante e fascinante de superação, nesta época de pandemia quando ficamos sozinhos e sem ter com quem conversar o livro pode ser um divisor de águas. É claro que a ficção nos proporciona ter devaneios, mas muitos fogem desta realidade, não enfrentam as questões do dia a dia como deveriam. A escrita, além dos detalhes, é tensa e muito bem contada isso leva o leitor a diversos caminhos tentando descobrir o que realmente aconteceu. As surpresas estão em qualquer habitante da cidade, como também nos 3 principais personagens. Eu achei a abordagem da narrativa desde a violência doméstica, passando pelo abandono, a descoberta da puberdade e a ajuda de pessoas pouco conhecidas extremamente eficiente e legal. O desenrolar do crime e às intenções que permeiam os personagens também se mostra eficiente e acaba com um desfecho, talvez para alguns, não tanto surpreendente mas conveniente.
Sinopse: Nove amigos decidem celebrar o réveillon em um casarão isolado da Escócia. É uma tradição que adquiriram após se conhecerem na época da faculdade e que, anos depois, se mantém firme. Pouco tempo após a chegada, uma nevasca atinge o terreno e impossibilita a entrada ou a saída de qualquer um. Quando um corpo é encontrado na neve após a festa de fim de ano, o grupo precisa encarar uma realidade assustadora: o assassino está entre eles.
9… é bem legal o livro de estreia da escritora inglesa que já foi até comparada a Agatha Christie, um tanto quanto exagerado isso, mas enfim cada um com sua opinião. Não posso negar que achei o livro ótimo e o clima de suspense faz com que a narrativa prende o leitor e faz querer chegar logo no final.
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