Um homem Ben Richards (Glen Powell) se junta a um game show no qual os competidores, que podem ir a qualquer lugar do mundo, são caçados por “caçadores” empregados para matá-los. O filme dirigido por Edgar Wright, conta ainda no elenco com: Josh Brolin, Colman Domingo, Michael Cera, Katy O’Brian,William H. Macy, entre outros.
Quatro amigos septuagenários, Elizabeth (Helen Mirren), Ron (Pierce Brosnan), Ibrahim (Ben Kingsley) e Joyce (Celia Imrie), vivem em uma comunidade de aposentados e solucionam casos antigos por diversão. Mas quando um promotor imobiliário suspeito é encontrado morto, os quatro se veem no meio de seu primeiro crime ao vivo.
Três irmãs (Scarlett Johansson, Sienna Miller e Emily Beecham) retornam à casa de sua infância para uma ocasião memorável: o terceiro casamento de sua mãe duas vezes viúva (Kristin Scott Thomas). No fim de semana, a família se reúne para celebrar o novo casamento, mas mãe e filhas são forçadas a revisitar o passado e confrontar o futuro, tudo com a ajuda de um grupo peculiar de convidados inesperados.
O filme mostra a história de um casal cujo prédio de apartamentos é subitamente cercado por uma misteriosa parede de tijolos e que deve trabalhar com seus vizinhos para encontrar uma saída.
Ramon (Jandino Asporaat), um oficial de investigação especial dedicado determinado a tornar seu bairro de Roterdã mais seguro, é forçado a trabalhar com Jack (Werner Kolf), um ex-detetive imprudente temporariamente rebaixado para a equipe de Ramon após um incidente.
Título Original: “Perfect Days” Elenco:Koji Yakusho, Tokio Emoto, Yumi Asô Direção: Win Wenders País Origem:Japão, Alemanha Duração: 2h3min ⭐️⭐️⭐️⭐️⭐️
Sinopse: a história de Hirayama, um homem que limpa banheiros em Tóquio. Sua vida é revelada ao espectador através da música que ouve, dos livros que lê e das fotos que tira das árvores. O longa explora temas como a solidão, fuga e busca de sentido na vida moderna.
Eu ainda não entendi porque demorei tanto para assistir este filme, é um filme maravilhoso, com uma atuação impecável de Kôji Yakusho e o brilhante Win Wenders na direção. A simplicidade faz o filme ser belo e necessário nos dias de hoje.
Wim Wenders, um dos mestres do Novo Cinema Alemão, nos entrega uma obra de rara beleza e sensibilidade, num filme que é uma meditação poética sobre a vida, a felicidade e a beleza encontrada na rotina e nas pequenas coisas. Com uma estrutura aparentemente simples e minimalista, Wenders nos convida a observar e a apreciar o cotidiano de Hirayama (Koji Yakusho), um zelador de banheiros públicos em Tóquio. Longe de ser um drama de grandes reviravoltas, a narrativa é construída em torno da repetição e das sutilezas, em que cada dia de Hirayama é uma variação do anterior, mas nunca idêntico, revelando a filosofia de que a perfeição não está na ausência de problemas, mas na capacidade de encontrar significado e contentamento em cada momento presente.
O filme se inicia com a rotina meticulosa do protagonista: acordar, regar suas plantas, colocar o uniforme, tomar o café e dirigir para o trabalho. Esse ritual, que poderia ser monótono, é transformado por Wenders em uma dança de gestos calculados e significativos. Hirayama limpa os banheiros com uma dedicação quase espiritual, como se sua tarefa fosse uma forma de arte. Ele é um homem de poucas palavras, mas de grande profundidade e o filme nos permite entrar em seu mundo interno através de seus hobbies e paixões: a fotografia de árvores e a audição de fitas cassetes de rock e folk dos anos 60 e 70. O que poderia ser apenas a história de um homem solitário se torna uma celebração da vida simples. O filme também aborda, de forma sutil, o passado de Hirayama e o contraste entre sua vida atual e sua origem abastada, sugerindo que sua escolha de viver de forma simples foi deliberada e consciente.
A atuação de Koji Yakusho como Hirayama é o coração e an alma de “Perfect Days”. Vencedor do prêmio de Melhor Ator no Festival de Cannes, Yakusho entrega uma performance magistral que dispensa diálogos extensos para comunicar as emoções e a complexidade de seu personagem. Sua interpretação é uma lição de economia e expressividade, com um sorriso sutil, um olhar melancólico ou um gesto delicado, ele transmite um universo de sentimentos, personificando a serenidade e a resignação de Hirayama, fazendo com que o espectador se sinta íntimo de sua jornada interna, mesmo com a barreira do silêncio.
Hirayama não é um personagem trágico; ele é um homem que fez uma escolha e encontra felicidade genuína nela. Yakusho captura essa essência com uma autenticidade impressionante. Suas interações com os personagens secundários — o jovem colega de trabalho, a sobrinha que o visita e o dono da lojinha de música — são carregadas de ternura e profundidade. A cena final, com Hirayama dirigindo enquanto passa por uma montanha-russa de emoções, é um dos momentos mais poderosos do filme e é inteiramente sustentada pela expressividade e sensibilidade de Yakusho. Sua performance eleva o filme de uma simples observação a uma experiência profundamente humana.
Segundo informações o filme arrecadou +- de U$ 25 milhões.
A trilha sonora surpreende é um caso à parte e composta por uma coleção de fitas cassetes que Hirayama ouve em seu carro e cada canção é cuidadosamente escolhida para refletir ou complementar o estado de espírito do momento. A playlist traz músicas como: “Perfect Day“Lou Reed, “House of the Rising Sun” The Animals, “Pale Blue Eyes” The Velvet Underground, “Sunny Afternoon” The Kinks, “(Sittin’ On) The Dock of the Bay” Otis Redding, “Brown Eyed Girl” Van Morrison, “Redondo Beach” Patti Smith e “Feeling Good” Nina Simone.
Dirigido por Ethan Cohen, e estrelado por Margaret Qualley, Aubrey Plaza e Chris Evans, o filme é comédia de humor negro sobre uma investigadora particular de uma pequena cidade, que investiga uma série de mortes estranhas ligadas a uma igreja misteriosa.
Título Original: “The Amateur” Elenco:Rami Malek, Laurence Fishburne e Rachel Brosnahan Direção: James Hawes País Origem:EUA Duração: 2h ⭐️⭐️⭐️⭐️
Sinopse: quando seus supervisores na CIA se recusam a tomar providências depois que sua esposa é assassinada em um ataque terrorista em Londres, um decodificador decide resolver o problema com as próprias mãos.
Quando você olha o elenco e pensa no título do filme já cria uma boa expectativa e acende uma luz: vai ser phoda, com a intensidade de Jon Bernthal (Justiceiro), o bicho vai “pegá” e teremos ótimas cenas de ação do início ao fim. Mas de início já preciso falar: não tem o esperado de cenas de ação mas o filme é muito bom!
Em meio a tantos thrillers que apostam em reviravoltas mirabolantes, “The Amateur” (“O Amador”), que virou “Operação Vingança” no Brasil, se destaca por sua abordagem mais contida e focada no desenvolvimento do personagem. O filme, estrelado por Rami Malek, nos apresenta uma trama de espionagem que é, ao mesmo tempo, intimista e tensa. Um dos pontos mais fortes é, sem dúvida, a performance de Malek, como um nerd no papel principal e a execução de seus assassinatos são com a inteligência, não com força.
Malek entrega uma atuação visceral, carregada de emoção e vulnerabilidade. O espectador sente a dor e a frustração de seu personagem, que se vê forçado a mergulhar em um mundo perigoso para fazer justiça com as próprias mãos pela morte inexplicável de sua esposa. O lamento do arrependimento que surge no coração de quem optou por estar ausente quando o outro precisava, resultando num fardo de luto que fatalmente entra em rota de colisão com dados sensíveis. Essa jornada, de um simples analista a um agente inexperiente em busca de vingança, é o coração do filme e é conduzida de forma convincente pelo diretor James Hawes que constrói a tensão de maneira gradual e eficaz, sem recorrer a excessos.
Nos cinemas o filme arrecadou pouco mais de U$ 95 milhões, agora é ver a reação nos streaming.
As cenas de ação, quando acontecem, são realistas e brutais, reforçando a seriedade da situação. Além disso, a cinematografia é elegante e contribui para a atmosfera opressiva do filme.
“The Amateur” é um thriller de espionagem que aposta na psicologia e na emoção, em vez de focar apenas em grandes explosões e perseguições e é para quem aprecia uma história bem contada e provando que, às vezes, menos é mais.
Dirigido por Paul Greengrass e estrelado por Matthew McConaughey (Kevin) e America Ferrera (Mary), o novo filme da Apple TV+ promete: o motorista de ônibus escolar Kevin arrisca sua vida para salvar a professora Mary e seus alunos de um incêndio mortal, numa jornada contra o tempo.
A missão de Lynette (Vanessa Kirby) é a tentativa desesperada de conseguir dinheiro para impedir sua família de ser despejada, uma anti-heroína imperfeita e determinada que vai embarcar em uma odisseia perigosa de uma noite pelo submundo do crime de Portland..