Para quem conhece, ou conhecia, a banda Fastball apenas pelo hit “The Way” é bom saber que a banda vai além disso. É lógico que eles ficaram marcados pelo álbum All the Pain Money Can Buy, de onde saiu o maior hit da banda e também músicas como “Out of My Head” e “Sweetwater, Texas”. A banda deu uma parada em 2009 e retornou em 2017 com o ótimo Step Into Light (escute músicas como “Best Friend”, “I Will Never Let You Down”, “We’re on Our Way” e Secret Agent Love”).
Dito isso chegamos ao novo album, The Help Machine, onde a banda explora novos sons e deixa claro que é uma volta definitiva.
Os destaques do album: “Doesn’t It Make You Feel Small” cativa também pelo peso das guitarras: “Quando você anda em círculo e canta sua música / Você pensou que precisava de respostas, mas as conhecia o tempo todo’. “White Collar” é o que você vai ouvir mais próximo do antigo Fastaball. “Holding the Devil’s Hand”, apesar do título, tem um clima soturno e uma levada pop até o talo que agrada já na primeira vez que ouvir. Outro ponto bom do album a divertida e rapidinha “The Girl You Pretended to Be” onde rola um mistério e ele suplica: “Tudo o que estou pedindo de você / Você poderia se transformar em / A garota que você fingiu ser?”. E “Redeemed” com pegada blues é uma das melhores novidades da nova fase da banda.
Mas as duas melhores, no meu entendimento, realmente são: a faixa que dá nome ao álbum “The Help Machine” balada pop poderosa: “Qual é o seu nome? / Ninguém consegue viver para sempre / E estou aguardando a fila para a Máquina de Ajuda”. E a faixa de abertura “Friend or Foe” um pop delicioso de ouvir e com refrão pegajoso: But you and I will never know / Which way the wind is gonna blow (Mas você e eu nunca saberemos / Para que lado o vento vai soprar).
Com tantos lançamentos de bandas antigas, Fastball se reinventa e promete seguir firme e forte nas paradas.




tem. Podemos citar boas bandas como: Maglore, Los Porongas, Vivendo do Ócio, O Teatro Mágico, O Terno, Boogarins, The Muddy Brothers, Vanguart, Far From Alaska, Scalene, Autoramas, Supercombo, Ego Kill Talent, e algumas outras, mas nenhuma, nenhuma mesmo, vai fazer o estardalhaço que grandes bandas do rock nacional fizeram nos anos 80, do Rio Grande do Sul à Bahia.
música de abertura “Sinais do Sim”, já demonstra que o bom e velho Paralamas do Sucesso não perdeu a mão para compor: “Eu sei que teu coração é meu / Que algo em mim te convenceu / De que o melhor está por vir”.
O álbum é perfeito: mistura toques e arranjos de soul, gospel (?), blues, hip-hop (?) e entrega um dos grandes lançamentos deste início do ano. As três primeiras faixas mostram o talento e a diversidade que transita em todo o álbum: “Human” é uma balada densa e pesada que parece tirar um peso das suas costas, “Innocent Man” tem batida irresistivel e “Skin”, além de um belo coral, tem refrão pegajoso e se tornou uma das minhas preferidas.
Quem é Vintage Trouble?
banda. Thom York não é bem certo, isso é fato (alem de não saber dançar nada), mas aqui ele decide extravasar todo seu lado interior, escrevendo e cantando sobre questões mais individuais. “Burn The Witch” abre o disco com letra bem sacada, mas melhor mesmo é o clipe. Em “Decks Dark” provoca: 

