E o Coldplay está de volta com o novo single “Higher Power”, legal e alto astral.
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1clipe: Céu Aberto – Marcelo Falcão e Hungria Hip Hop
Marcelo Falcão é um dos cantores que eu mais aprecio, desde o tempo da banda O Rappa. Sempre com letras inteligentes, melodias fáceis e cativantes e é assim também na parceria com Hungria Hip Hop no petardo “Céu Aberto”: “Vou ser alguém só pra provar pra esse mundão / Que os meus versos valem muito mais que ouro”.
E para completar, o clipe tem um belo enredo desde já figurando entre os melhores do ano.
1clipe: System Of A Down – Protect The Land
Uma banda fodona volta com um clipe poderoso.
AmúsicaPOP: que EU AMO ODIAR – Georgia Castro
#2 Georgia Castro – Você é Arte
Além de bela, a voz e presença da moça impressionam e a balada “Você é Arte” é linda.
1clipe: Vivendo do Ócio – “Cê Pode”
A banda baiana Vivendo do Ócio, uma das melhores da safra do novo rock brasileiro, acaba de lançar o novo álbum com o nome da banda e o clipe da música “Cê Pode”, que foi lançado em 2019 puxa o lançamento depois de 5 anos sem gravações. Confere o som.
De cara já vai o recado e embalado em guitarras certeiras eles avisam:
“Cê pode ser livre” e outro ponto “Quê adianta riqueza e pobreza de alma? / Adianta ter tudo e viver numa jaula? / Cê pode ser livre, seja o que quiser”.
@vivendodoocio #vivendodoocio
1lançamento: Gorillaz – Aries (clipe)
Muito bacana o novo clipe da banda Gorillaz, com participação de Peter Hook & Georgia – Aries: em época de isolamento social, mostra a banda rodando por uma cidade fantasma, sem ninguém pelas ruas. No final do vídeo 2D, com sua máscara de proteção, avisa: “Fique em casa, fique seguro. Ah, e continue lavando as mãos.”
1clipe: Coldplay- Orphans

E o Coldplay retornou em grande estilo: o novo álbum se chama Everyday Life e será lançado ainda em novembro. Mas já estão rolando três faixas bem promissoras: “Everyday Life”, “Orphans” (com clipe lançado) e “Arabesque”. Mas pode este novo álbum ser o melhor álbum da banda? COM CERTEZA. Escute as faixas lançadas e tire suas conclusões:
“Orphans” é pop rock até o talo, com uh uhs e refrão pegajoso: “ I wanna know when I can go / Back and get drunk with my friends” (Eu quero saber quando eu posso / Voltar e ficar bêbada com meus amigos). A letra conta a história de Rosaleen que morreu cedo por conta de uma chuva de mísseis na sua cidade, mas que parece estar no purgatório e suplicando para voltar e viver ainda mais intensamente a vida com seu pai e amigos. Apesar da letra triste a música é acelerada e já com clipe lançado promete estourar facilmente nas paradas mundiais.
“Everyday Life” é uma balada grandioso ao melhor estilo da banda, piano e violão ditam o ritmo de uma letra que questiona como o mundo está e se nós seremos o futuro ou apenas um ponto na história: “Como no mundo eu vou ver? / Você como meu irmão / Não é meu inimigo?”
“Arabesque” tem versos em francês e é levada com instrumentais de Femi Kuti e sua banda. Não é a obra prima, mas a levada é bem legal e mostra toda a versatilidade do Coldplay.
E o primeiro clipe para curtir é a excelente “Orphans”, começaram muito bem.
1álbum: Barão Vermelho – VIVA

O Barão Vermelho voltou e pode acreditar: rock, baladas e com muita energia, no novo álbum VIVA. A primeira fase da banda com Cazuza, foi inigualável: rock e baladas bem elaboradas e sucesso total. A segunda fase com Frejat no vocal, talvez não foi de tantos hits, mas o rock sempre esteve ali. Agora, uma das melhores bandas do rock brasileiro, retorna com Rodrigo Suricato nos vocais, rock e baladas com potenciais hits: “Jeito” cativa pela simplicidade (A Gente é o Que é Não Tem Jeito / A Gente é Como é, Cada um de um Jeito), “A Solidão Te Engole Vivo” rock sobre a amizade (Pois ao lado dos amigos / Eu escapo de qualquer perigo / E se você deixar / A solidão te engole vivo), “Por Onde Eu For” é pop rock na veia e com refrão pegajoso (Ando evitando lugares pra não ter que te encontrar / Outras avenidas e bares agora vão me ver cambalear / … / Então eu vou, esquecer de tudo que passou / Secar minha cara sobre o sol / Vou, viver tudo o que posso / Os amigos que eu gosto vou levar / Comigo em qualquer lugar, por onde eu for), a romântica “Castelos” e a baladaça “Um Dia Igual ao Outro”. O álbum acaba com “Pra Não Te Perder”, canção com levada folk aos violões e parcipação da cantora Letrux.
É um dos melhores álbuns do rock brasileiro de 2019.
A música POP que EU AMO ODIAR #1
Eu sou rockeiro e curto: LED ZEPPELIN, PINK FLOYD, RAMONES, THE DOORS, NIRVANA, CREDENCE CLEARWATER REVIVAL, PEARL JAM, TITÃS, LEGIÃO URBANA, PLEBE RUDE, BARÃO VERMELHO, ENGENHEIROS DO HAVAII, PIXIES, PARALAMAS DO SUCESSO, TALKING HEADS, U2, CAPITAL INICIAL, STEPPENWOLF, O RAPPA, RADIOHEAD, THE WHO, QUEEN, DIRE STRAITS, DISHWALLA, AUDIOSLAVE, AWOLNATION, EAGLES, FOO FIGHTERS e mais alguns. Não curto rock pesado, mas não posso deixar passar uma banda fodona como AVENGED SEVENFOLD e o petardo “Hail to The King” ou a versão arrebatadora de “Wish You Were Here”. Nem a versão poderosa de “Sound of Silence” que a banda DISTURBED levou a outro patamar. E tem, logicamente, uma vertente do rap brasileiro com Criolo, Mano Brown, Emicida, Projota e Racionais MCs que merecem ser ouvidos, sem constrangimento ou rótulos. Também um pouco de jazz, soul, música sertaneja de raiz, música gaúcha antiga: sou muito seletivo ou muito enjoado? Enquanto muitos falam que são ecléticos, que gostam de todo o tipo de música, eu sou rockeiro, simples assim. Não entra na minha cabeça (ou nos meus tímpanos) ouvir um funk proibidão ou um sertanejo sofrência? O fato é que meu estilo de musica é o ROCK e estamos entendidos.
Mas ultimamente alguns lançamentos da música POP tem me chamado atenção. E como distinguir o que é pop ou não? Por exemplo, eu gosto do pop rock ou rock indie de bandas como: SKANK, JOTA QUEST, THE DEARS, JAMES BAY, MAGIC, MAGIC NUMBERS, MAROON5, e outros. Por outro lado não gosto de pop descartável e muitas vezes direcionado às paradas de sucesso e com refrão pegajoso: lembra PSY ou LUIZ FONSI? O que fizeram além de suas músicas chicletes? Paralelamente a isso os escritores americanos David Hatch e Stephen Millward definiram a música pop como “um conjunto musical que é distinguível da música popular, folclórica e do jazz“, ou seja algo fácil para chegar às massas e vender. Não sei se é uma boa definição, mas é o que os “entendidos” falaram.
Mas, tirando essas questões divergentes a música pop tem uma safra de bons cantores, intérpretes e letristas que me chamam atenção, a música pode ou não ser um mega hit, mas algumas vezes tem versos bacanas e a levada pop atinge o grande público. E este é o meu caso ao escrever:
A MÚSICA POP QUE EU AMO ODIAR.
#1 Kell Smith – Era Uma Vez
A música fala sobre a infância, como era simples quando éramos crianças e como algumas vezes queríamos crescer mais rápido para ter independência, e agora que temos essa independência não é o que gostaríamos, então os desgostos da vida de adulto são retratados e vem aquela saudade de voltar a ser criança. A letra é bem legal, mas o refrão é sensacional:
“É que a gente quer crescer / E quando cresce quer voltar do início / Porque um joelho ralado / Dói bem menos que um coração partido”
1clássico: Simple Minds – Don’t You (Forget About Me)

Quando a banda Simple Minds surgiu em 1978, em Glasgow (Escócia), muito gente os comparou ao U2 que havia surgido dois anos antes. Mais aclamada pela crítica do que pelo público, a banda obteve algum sucesso com “Promised You a Miracle”, “Glittering Prize” e “Alive and Kicking”. Mas a banda gravou a música “Don’t You (Forget About Me) (Não se Esqueça de Mim) para o filme The Breakfast Club (O Clube dos Cinco) que foi lançado em 1985 e estourou em todas as paradas pelo mundo, ficando em evidência entre 1985-1987. E daí todo mundo achou que a banda lançaria a música no disco Once Upon a Time, mas não rolou e só foi gravada na coletânea Glittering Prize 81/92, em 1982.
Mesmo assim a canção ainda hoje é o grande clássico do Simple Minds, composta por Keith Forsey and Steve Schiff, toca em qualquer festa e é um baita rock que ganha muito peso ao vivo com versos como: “Conte-me suas preocupações e dúvidas / Entregando-me tudo, por dentro e por fora / O amor é estranho, Tão real no escuro” ou “Nós venceremos no final / Eu não te prejudicarei / Ou tocarei suas defesas / Vaidade e insegurança” ou “Não se esqueça de mim / Eu estarei sozinho dançando, Você sabe disso, baby / Vou desmontar você em pedaços / Nos construiremos novamente, juntos, no coração, baby”. Mas o grande ápice é já na abertura e o refrão: “Hey, hey, hey, hey”.
