1opinião: GRÊMIO 0 x 4 Flamengo (Copa do Brasil)

Desde o sorteio eu não acreditava em uma partida igual entre os dois times, visto não somente o campeonato brasileiro, mas a atual fase do Flamengo. Então eu imaginava uma partida ataque contra defesa e uma derrota do Grêmio, mesmo na arena em Porto Alegre. O início foi equilibrado, até os 13 minutos quando Alison teve uma grande chance de abrir o placar mas bateu pra fora. Douglas Costa saiu machucado e entrou Ferreira. Além das confusões e discussões o primeiro tempo teve ainda uma chance com Bruno Henrique com defesa do Chapecó, a expulsão do lateral flamenguista Isla (apesar disso, não foi um primeiro tempo violento, mas bem jogado principalmente pelo Grêmio) e nos acréscimos uma chance para o Ferreira que bateu de primeira para fora. O Grêmio surpreendeu positivamente no primeiro tempo.

Mesmo com um a menos o Flamengo voltou melhor no segundo tempo e destruiu o Grêmio. E fez o primeiro gol antes dos 10 minutos. E na sequência Alison meteu um chute no travessão, quase o empate do Grêmio. Pressão do Grêmio em dois lances com Borja e Alison, mas com defesa de Diego Alves. Contra ataque do Flamengo e Éverton Ribeiro quase marca o segundo gol. E na cagada do meio-campo gol do Flamengo, 2×0. 3×0 com Rodinei e sacramentou a goleada com pênalti no final 4×0. Uma partida ridícula do Grêmio, goleado em casa com um jogador a mais.

Um segundo tempo tenebroso do Grêmio, com uma postura de time pequeno se limitou a querer ganhar com faltinhas e discussões e levou pouco perigo ao gol do Flamengo. Destemperado Vanderson (expulso) e Kannemann fizeram o pior segundo tempo deles. Luiz Fernando é ruim, não pode mais vestir a camisa do Grêmio. Ganhou o time mais organizado e com a cabeça no lugar. Foco agora é o brasileirão. Felipão mexeu muito mal no time.

valEsperar: Homem Aranha – Sem Volta Para Casa (filme)

Cada vez mais a MARVEL mostra como é fodástica, o novo trailer de Homem Aranha – Sem Volta Para Casa – é sensacional.

1cd: Måneskin – Teatro D’ira Vol. I

A pandemia trouxe um pouco mais do tempo no meu dia-a-dia e comecei a ouvir rock de outros países, alguns parece até estranho como o cd da banda Suíça Gölä und Trauffer, mas o foco aqui é a banda italiana Måneskin e o ótimo cd Teatro D’ira Vol. I. Eu cravo que este é um dos melhores álbuns do ano e uma grata surpresa: a banda entrega um álbum com melodias atraentes e sons diferentes, entre inglês e italiano, o que torna fácil gostar deles.

A banda é de Roma, conta com o vocalista Damiano David, a baixista Victoria De Angelis, guitarra de Thomas Raggi e o baterista Ethan Torchio, e foi com esse rock descompromissado e sem medo que foram alçados ao sucesso, especialmente neste novo álbum. A primeira faixa, em italiano, “Zitti E Buoni” é hit certeiro e com guitarras e bateria na medida certa e refrão gostoso: “Estou fora de mim, mas sou diferente deles / E você está fora de si, mas é diferente deles / Estamos loucos, mas somos diferentes deles”. Também são legais e merecem destaque: “In Nome del Padre” é pesada e provoca no refrão “Ah, ah, ah, ei / Nome do pai, do filho, Espírito Santo”. “Beggin” é ótima cover da banda The Four Seasons. Em “Lividi Sui Gomito” Damiano canta “Coragem não nos falta / Somos destemidos” belo recado. E “La Paura Del Buio” menos pesada e mais pop. Assim como a melhor do álbum “I Wanna Be Your Slave”, controversa por causa do vídeo clipe, insana e necessária.

Um ótimo álbum de rock, mesmo que alguns possam chamar de rock spaghetti ou até mesmo de pop. 9

1clipe: Torres – Hug From a Dinosaur

Quando você lê o nome de uma música algo como “Abraço de um Dinossauro” (Hug From a Dinosaur), logo pensa: que bosta é essa? Mas calma, assista o clipe da moça Torres e confira como pode ser legal não somente esta música mas o álbum Thirstier. A cantora falou em entrevistas que a música “é sobre estar pronto para largar tudo para fazer algo essencial para alguém que você ama“.

1opinião: GRÊMIO 2 x 0 Bahia (Campeonato Brasileiro)

Grêmio venceu mais uma sem convencer

Atualmente quando se vê a escalação titular do Grêmio já é pra ficar apreensivo, mas quando olhamos o banco de reservas ficamos desesperados. No jogo de sábado contra o Bahia (na Arena), o único que poderia trazer um pouco de esperança era o Diego Souza (que estava pesado quando se machucou). Enfim, sem muitas expectativas boas.

Com bola rolando, viu-se um Bahia melhor no início do jogo, mesmo em baixa está mais organizado e foi isso que mostrou com menos de 1 minuto de jogo. A partir do susto, o Grêmio ficou com a bola, tocou e rodou o jogo mas foi pouco efetivo, sem agressividade. E o Bahia foi mais perigoso quando chegou próximo ao gol do Grêmio. O Grêmio só chegou aos 20 minutos com uma cabeçada de Léo Pereira (não sei como o Felipão vê algo de bom neste jogador) sem perigo. O meio de campo com Lucas Silva e Villasanti funcionou em algumas momentos e mostrou raça, mas grande parte do início da criação passou por Lucas Silva que não tem este perfil. Villasanti vai melhorar ainda mais, junto com o time todo. Douglas Costa melhorou, está mais ativo e efetivo, mas ainda me parece “perdido” em campo. As ações que ele toma, nem sempre são as melhores e deixam o time exposto. O primeiro tempo terminou com uma linda cabeçada de Rodriguinho na trave de Chapecó e com pressão do Bahia até o final. No segundo tempo o Grêmio voltou melhor, fez o primeiro gol no início com Borja num ótimo cruzamento do Rafinha. Mas continuou sofrendo muito até o final do jogo. Diego Souza entrou e fez o gol ao apagar das luzes, na raça ganhou da zaga e fulminou para sacramentar o placar final de 2×0.

Ótimas atuações de Borja, Rafinha, Rodrigues e Ruan. Chapecó (que tem que aprender a bater tiro de meta, não acertou nenhum), teve boas intervenções mas o melhor em campo foi Lucas Silva, grande partida: marcou, lançou e até driblou. O melhor jogo dele desde que chegou ao Grêmio.

Não foi um grande jogo do Grêmio, mas não faltou entrega e raça, mas ainda sem um padrão de jogo definido. E a volta do Diego Souza, o tanque, mostrou como o time precisa de raça se não tem o padrão de jogo e que Felipão precisa implantar urgente.

1restaurante: Duas Terezas (Chef Mariana Pelozio)

EXTREMAMENTE ACONCHEGANTE E GOSTOSO!

A primeira coisa que se pensa quando o restaurante está no Jardins, bairro nobre de SP, é que o preço deve ser abusivo. Muito enganado quando se trata de Duas Terezas: preço justo, ambiente aconchegante e tempero gosto. Fui direto no OLIVE ALL´ASCOLANA e CAPITÃO, entradas gostosas e que caem bem com uma ceva gelada. Mesmo não gostando de carne seca, a MACAXEIRA é saborosa e tempero ao ponto.

Como prato principal devorei o picadinho, afinal é o carro chefe da casa, extremamente bem temperado, uma farofa de cebola gostosa e ovo com uma gema mole perfeita. Se misturar tudo a explosão de sabores na boca é sensacional em cada garfada.

Vale a visita, mas sem pressa e com tempo para saborear outros pratos. Voltarei fácil ao restaurante.

valEsperar: série DOPESICK (HULU)

Um dos meu canais favoritos, descoberto na pandemia, o HULU vai lançar a mini série DOPESICK (sem título ainda em português). O que me parece ser muito legal, vendo o trailer que foi disponibilizado. Com Michael Keaton, Will Poulter, Rosario Dawson e Michael Stuhlbarg, a história gira em torno de médico que suspeita de uma nova droga milagrosa, que lhe é apresentada por um jovem ambicioso. O drama do vício causado pela droga e os reflexos na vida dos quatro é devastador.

SINOPSE: “Dopesick” examina como uma empresa desencadeou a pior epidemia de drogas da história americana. A série leva os espectadores ao epicentro da luta da América contra o vício em opiáceos, desde as diretorias da Big Pharma, a uma comunidade mineira em dificuldades na Virgínia e aos corredores da DEA. Desafiando todas as probabilidades, os heróis emergirão numa jornada intensa e emocionante para derrubar as forças corporativas por trás desta crise nacional.

1opinião: Cuiabá 0 x 1 GRÊMIO (Campeonato Brasileiro)

UMA VITÓRIA SOFRÍVEL (de se ver)

Me animei um pouco quando vi a escalação do Grêmio, sem JP, Cortez, Diogo Barbosa e Darlan. Ufa, até que enfim o Felipão abriu os olhos.

MAS QUE JOGO HORRÍVEL!

Primeiro tempo lento, parecia mesmo jogo da primeira rodada, dois times fracos. Mais um gol de Borja de pênalti, depois de muita demora do VAR na marcação. Maicon, que dava o toque de qualidade ao Grêmio, saiu machucado. Em boa jogada pela direita, Douglas Costa fez grande jogada e cruzou na cabeça de Borja que viu Valter brilhar e fazer grande defesa. O Cuiabá teve apenas uma chance, mas se enrolou na conclusão ficando fácil para Chapecó. E mesmo com o Cuiabá tentando uma pressão no final, não levou nenhum perigo. O segundo tempo começou com o time do Cuiabá na pressão e com boas chances, mas o Grêmio se segurou. Lucas Silva, que havia entrado no lugar do Maicon, saiu machucado no intervalo e entrou o molenga JP. Depois dos 15 minutos o jogo ficou mais equilibrado. Algumas bolas levantadas na área mas sem perigo, até uma boa jogada individual do Clayson (o melhor em campo, procurou o jogo, criou e finalizou sempre com perigo) e a bola explodiu no travessão. Alisson continuou da mesma maneira, lento demais. Luiz Fernando é fraco. Léo Pereira é muito ruim.

Rafinha foi um dos melhores, assim como Chapecó e Borja que continua sendo o grande nome do time, mas sem suporte não consegue fazer tudo sozinho. O Grêmio venceu num jogo horrível e não conseguindo mostrar nenhuma perspectiva de evolução.

Não vejo como sair da atual situação, talvez a chegada de Campaz pode ser uma esperança de melhorar o meio de campo. Villasanti tem boa visão de jogo. Mas vamos precisar de muita raça e dedicação até o final do campeonato.

livroDaQuinzena: O Menino do Bosque (Harlan Coben)

SENSACIONAL

Confesso que nunca tinha lido um livro do Harlan Coben, até coloquei algumas restrições ao autor e eu nem sei o porquê disso. Quando ganhei o livro “Não Conte a Ninguém”, com uma capa meia tosca, deixei de lado e não tinha lido. Quando em uma viagem, o primeiro livro que estava na estante parou na minha mochila. E mudei meu conceito: as narrativas são espetaculares e prendem o leitor, é difícil parar de ler. É necessário devorar o livro rapidamente. E este é o caso de “O Menino do Bosque”, uma história sensacional e intrigante. Parte da história é verdadeira: em 1986 um menino, de cerca de 6 anos de idade, foi encontrado sozinho num bosque e nada se sabia sobre seu passado. Coben desenrola o mistério de uma forma brilhante que prende o leitor e nos leva a várias direções. Um dos melhores livros do ano. 9

Sinopse: Há trinta anos, um menino foi encontrado vivendo na mata como uma criança selvagem. Ao ser interrogado, ele não sabia nada sobre seu passado. Agora, já adulto, Wilde ainda não tem nenhuma lembrança confiável sobre suas origens. Quando Naomi, uma garota que mora nos arredores da floresta, desaparece, ninguém parece levar a sério o seu sumiço, nem mesmo seu pai. Até que Hester Crimstein, uma famosa advogada criminalista com quem Wilde tem uma trágica conexão, fica sabendo que a jovem era vítima de bullying na escola. Ela então pede a Wilde que use suas habilidades e seu instinto especial para ajudá-la a descobrir o paradeiro da menina. Wilde é incapaz de ignorar uma adolescente em apuros. Só que, para encontrar Naomi, ele deve ingressar em um mundo no qual nunca se encaixou, um lugar onde os poderosos são acobertados mesmo quando guardam segredos que podem destruir a vida de milhões de pessoas. E são esses segredos que Wilde precisa descobrir antes que seja tarde demais.