“Whiskey Lullaby” é uma canção escrita por Bill Anderson e Jon Randall. A canção foi um dueto gravado pelo artista country americano Brad Paisley e pela artista de bluegrass Alison Krauss no álbum Mud on the Tires de Paisley em 2004.
O músico americano Drew Jacobs lançou esse cover, em 2023, em parceria com Caitlynne Curtis, a música ficou pesada e na medida certa, com clip bem bacana. Confere aí.
O co-fundador do Partido dos Panteras Negras, Huey P. Newton, (André Rolland) recruta um aliado improvável, o produtor de Hollywood, Bert Schneider (Alessandro Nivola), para escapar de uma perseguição do FBI e fugir para Cuba.
O mestre Francis Ford Coppola, retorna na direção com um elenco estrelado: Dustin Hoffman, Adam Driver, Aubrey Plaza, Laurence Fishburne, Nathalie Emmanuel, Jon Voight e Forest Whitaker: No topo de um enorme edifício, Caesar Catalina (Adam Driver), observa a imensidão da cidade abaixo e grita: “Tempo, pare!”. Político, artista, arquiteto e físico quântico, ele almeja construir uma utopia particular, sendo assim, mandar no tempo se revela uma arma de manipulação preciosa.
George Clooney e Brad Pitt se encontram após 16 anos e estrelam “LOBOS”: os astros se unem para a comédia de ação, onde interpretam solucionadores profissionais que são contratados para encobrirem crimes de alto perfil. Em um determinado momento, eles se encontram e são forçados a trabalhar juntos.
No final da década de 1970, o assassino mais temido do submundo de Montreal, Donald Lavoie (Éric Bruneau), viu-se caçado pelos seus antigos cúmplices e por um tenaz agente da polícia.
“Fortunate Son” foi lançada em 1969 no álbum Willy and the Poor Boys, o quarto da banda americana Creedence Clearwater Revival, fundado em 1967 (mas eles já tocavam juntos desde 1959), por John Fogerty (guitarra e vocais), Tom Fogerty (guitarra), Stu Cook (baixo) e Doug Clifford (bateria).
Inegável o legado da banda em canções como: “Susie-Q”, “I Put a Spell on You”, “Proud Mary”, “Bad Moon Rising”, “Lodi”, “Green River”, “Commotion”, “Down on the Corner”, “Travelin’ Band”, “Who’ll Stop the Rain”, “Up Around the Bend”, “Run Through the Jungle”, “Lookin’ Out My Back Door”, “Long as I Can See the Light”, “I Heard It Through the Grapevine”, “Have You Ever Seen the Rain?”, “Hey Tonight”, “Sweet Hitch-Hiker”, “Someday Never Comes”, mas hoje o meu clássico desta maravilhoso banda é “Fortunate Son”. Uma canção icônica que continua a ser uma das faixas mais poderosas do rock, desde o seu lançamento em 1969, durante um período de turbulência social e política nos Estados Unidos.
A música capturou perfeitamente o espírito de protesto da época e ecoa até hoje com uma mensagem crítica contundente. A letra, escrita por John Fogerty, é uma crítica franca à desigualdade e à injustiça social. A frase repetida “It ain’t me, it ain’t me, I ain’t no fortunate one” (Não Sou Eu / Não Sou Eu / Eu Não Sou o Afortunado, Não) encapsula a indignação da juventude daquela época diante do recrutamento forçado na Guerra do Vietnã, que parecia afetar desproporcionalmente aqueles sem privilégios ou conexões políticas. Ao pé da letra, a canção denuncia a hipocrisia das autoridades e a forma como os mais pobres e desfavorecidos eram enviados para a linha de frente da guerra, enquanto os filhos de políticos e proprietários de empresas desfrutavam de proteção e benefícios.
Além disso, também critica os políticos que promovem a guerra, já que muitos líderes governamentais eram poupados do recrutamento e, portanto, não enfrentavam as consequências diretas de suas decisões. A letra expressa com raiva e indignação o sentimento de que os ricos e poderosos se beneficiam enquanto a classe trabalhadora sofre.
Musicalmente, a música é cativante desde o início: o riff de guitarra inconfundível de John Fogerty estabelece o tom, enquanto a batida pulsante da bateria e o baixo sólido sustentam a energia da música. A voz rouca e enérgica de Fogerty transmite perfeitamente a raiva e a determinação da mensagem da canção, isso levou a música a permanecer relevante em diferentes contextos históricos. Embora tenha sido escrita em resposta à Guerra do Vietnã, a música serve como um lembrete atemporal de que a arte pode ser uma forma poderosa de protesto e de expressão política, se tornando um hino de protesto contra a injustiça e a desigualdade, permanecendo como um grande clássico do rock mundial,
O Creedence Clearwater Revival continua fazendo história no rock mundial.
O filme segue a história das mulheres leais de uma família do crime organizado que dominou alguns bairros da cidade de Nova York no final do século XX.
A banda de rock americana, Journey, formada em São Francisco no ano de 1973 teve como seu maior clássico “Don’t Stop Believin”, uma música que se estabeleceu como um hino eterno e um ícone da música pop-rock desde o seu lançamento em 1981.
Com uma mistura envolvente de letras cativantes, melodia contagiante e um poderoso desempenho vocal, a faixa se destaca como uma das mais memoráveis e amadas de todos os tempos. A letra inspiradora, com seu apelo universal para nunca desistir dos sonhos e acreditar em si mesmo, ressoa com pessoas de todas as idades e origens. A voz carismática do cantor Steve Perry transmite emoção e convicção, tornando as palavras ainda mais poderosas e significativas.
“Don’t Stop Believin” tem a capacidade única de evocar uma sensação de otimismo e esperança, independentemente das circunstâncias. É uma música que une as pessoas, seja em estádios lotados ou em pequenas reuniões, tornando-se um verdadeiro hino de comunhão e perseverança: “Não pare de acredita / Se agarre nesse sentimento” / “Trabalhando duro para ser pago / Todos querem uma emoção / Pagando qualquer coisa para tentar a sorte / Só mais uma vez”.
A instrumentação habilidosa e os arranjos cuidadosos da banda complementam perfeitamente o tema da música, construindo gradualmente a energia até um clímax emocionante. A famosa introdução no piano e o solo de guitarra são momentos icônicos que marcam a identidade da canção e contribuem para sua atemporalidade.
Podemos dizer que “Don’t Stop Believin’” é um clássico imortal que continua a encantar gerações após gerações. Sua mensagem inspiradora e execução musical brilhante solidificam seu lugar como uma das canções mais importantes da história do rock mundial.
“Acima de Qualquer Suspeita”, nova série da Apple TV+, é estrelada por Jake Gyllenhaal (Rusty Sabich) e Ruth Negga (Barbara Sabich): explora a obsessão, o sexo, a política, o poder e os limites do amor, enquanto o acusado luta para manter a família e o casamento de pé.
Neste conto cheio de surpresas e decepções, Leda descobriu que o verdadeiro amor reside dentro de si mesma e que a maior história de amor que ela poderia viver era a sua própria.
Leda, 26 anos, é uma mulher frágil, sempre foi muita restrita com sua vida pessoal, com poucos amigos e o mínimo de romances. Desconfiada, em alguns momentos pecando até pela ingenuidade, não deixava muito que homens e mulheres fizessem parte da vida amorosa. Desde que decidiu mudar-se da periferia de Curitiba para uma área residencial mais próxima do trabalho, seus poucos amigos sumiram. Devido a correria de MBA e o trabalho, essa era sempre a desculpa, pouco visitava seus pais. Leda queria e gostaria de ter uma relação amorosa duradoura, mas essa esperança de uma conexão real permanecia dentro dela. E somente ela poderia decidir como é quando isso aconteceria.
O novo cargo de Gerente Financeira de Leda, trouxe outras responsabilidades para a jovem ambiciosa: reestruturar a área financeira, primeiro em Curitiba e depois em todas as filiais do Brasil. Suas horas de trabalho invadiam suas horas pessoais, levava trabalho para finalizar em casa todos os dias e quando não tinha aula de MBA fazia a mesma coisa. Mesmo em seus finais de semana continuava com a mesma pegada: trabalho, estudo e TV, pelo menos algumas séries chamavam sua atenção e era o único momento de descontração e repouso. Num dos poucos almoços no horário normal, dividindo a mesa em um restaurante lotado, ela conheceu Marcos, representante de vendas de uma empresa de software que morava em São Paulo e tinha uma agenda agitada em Curitiba. A primeira troca de olhares e o mínimo de conversas gerou outros encontros da mesma maneira. Até que em um determinado momento, Leda decidiu aceitar o convite de Marcos para um happy hour. As duas horas em que Leda ficou no bar fluiu de uma maneira leve. Leda logo se encantou por Marcos.
O primeiro encontro virou outros, com Leda saindo um pouco de sua rotina mas sempre focada no trabalho, nada a fazia perder este foco mas ela diminuiu a intensidade de levar trabalho para casa nos dias de semana, os finais de semana permaneciam iguais, já que Marcos nunca estava em Curitiba nestes dias. Em uma determinada noite fria em Curitiba, o happy hour terminou rápido para os dois, que seguiram para o hotel onde Marcos sempre se hospedava e a noite acabou em sexo, em um momento lindo para Leda.
Sempre que Marcos estava em Curitiba, eles se encontravam para passar algumas noites juntos, sempre no hotel em que Marcos estava hospedado. As poucas noites que passavam juntos e alguns momentos no almoço, Leda percebeu que Marcos não atendia alguns telefonemas e assim, a jovem começou a desconfiar de algumas atitudes de Marcos. Estranhou também que Marcos não tinha nenhuma rede social e não gostava de tirar e compartilhar fotos. Leda resolveu investigar um pouco mais a vida de Marcos: os happy hours tinham mudado de bar, eles já não conheciam as pessoas do bar que haviam iniciado os encontros. E Marcos sempre dava a desculpa de que ali ficariam mais sossegados. Marcos havia convencido Leda que as melhores noites para se encontrar seriam as terças e quintas, pois eram os dias com menos movimento na empresa onde ele estava dando consultoria. Leda conhecia a empresa e sabia que isso era verdade, mesmo assim estava desconfiada. Num final de semana numa extensa pesquisa devido a uma foto da equipe de Curitiba que estava comemorando a assinatura do contrato com a empresa em que Marcos trabalhava, Leda lê o comentário: “Parabéns Querido, vocês merecem. 😘😘😘”.
O mundo de Leda desabou e ela não sabia como se sentia, um misto de raiva e frustração: o amor, era somente ela que sentia, enquanto que para Marcos era apenas mais uma aventura e sexo? Ela era mais uma boba que caiu nas mentiras de um aventureiro? As emoções de Leda iam da curiosidade ao desespero: será que ela ainda continuava sendo enganada, mesmo já sofrido isso em outros momentos? Porque isso tudo acontecia com ela? Os homens a achavam frágil, desesperada e tola? Muitas perguntas e poucas respostas. Determinada a desvendar os segredos de Marcos, Leda mergulhou em uma investigação que revelou a dolorosa verdade: Marcos era casado e pai de dois filhos, assim o mundo de Leda desabou diante da descoberta. O amor que ela acreditava ser único e especial, era apenas mais uma aventura para Marcos. A decepção e a tristeza tomaram conta de seu coração, e ela se viu perdida em um mar de emoções conflitantes.
Em meio à dor da traição, Leda enfrentou o desafio de seguir em frente e reconstruir seus sonhos. Com coragem e determinação, ela se ergueu das cinzas da desilusão e encontrou em si mesma a força para recomeçar. O destino de Leda não estava mais atrelado a um amor falso, mas sim à sua própria jornada de autoconhecimento e superação.