1trailer: série “Too Much” (Netflix)

Depois de um rompimento, Jessica (Megan Stalter), viciada em trabalho em Nova York, muda-se para Londres planejando ficar sozinha. Ela conhece Felix (Will Sharper), que a faz reconsiderar a possibilidade de encontrar o amor novamente.

1trailer: filme “A Noite Sempre Chega” (Netflix)

A missão de Lynette (Vanessa Kirby) é a tentativa desesperada de conseguir dinheiro para impedir sua família de ser despejada, uma anti-heroína imperfeita e determinada que vai embarcar em uma odisseia perigosa de uma noite pelo submundo do crime de Portland..

1clipe: 🎥 “Love Somebody” de Morgan Wallen

Love Somebody” chegou ao número 1 da Billboard logo no seu lançamento e mostra mais uma vez o hitmaker Wallen e um refrão matador: Só quero amar alguém que não deixe um buraco no meu coração”. Confere aí.

1trailer: filme “Trust” (Paramount+)

No filme estrelado por Sophie Turner, uma estrela de Hollywood busca refúgio em um Airbnb após um escândalo, apenas para se ver à mercê de criminosos obstinados em busca de saques.

1dica: 🎬 “Quarteto Fantástico: Primeiros Passos” é um bom filme de super-heróis… e família.

O aguardado filme “Quarteto Fantástico: Primeiros Passos” da Marvel Studios finalmente chegou e a expectativa era grande, visto que todas as outras tentativas fracassaram, então essa deveria ser o filme definitivo e abrir portas para o novo MCU (Universo Cinematográfico Marvel).

Minha maior expectativa era se o filme conseguiria capturar a essência da equipe: aventura, ciência e, acima de tudo, laços familiares e com um elenco de peso, com Pedro Pascal (Reed Richards/Senhor Fantástico), Vanessa Kirby (Sue Storm/ Mulher Invisível), Joseph Quinn (Johnny Storm/Tocha Humana) e Ebon Moss-Bachrach (Ben Grimm/O Coisa). As atuações do elenco é um ponto a se destacar e elogiar: além da boa química de Pedro Pascal e Vanessa Kirby, ela se destaca por sua performance. Com poucas cenas de ação mas diálogos mais humanos, falha um pouco em explorar o vilão Galactus, que poderia ter sido melhor desenvolvido, em compensação não gostei da Surfista Prateada, não era do meu tempo de HQ. Outro ponto legal nas cenas adicionais a introdução do Doutor Destino (interpretado por Robert Downey Jr.). 

Acredito que a principal aposta da Marvel seria entregar uma versão que honrasse o legado dos quadrinhos, pois todas as outras versões foram fracas ou até mesmo muito fracas. Assim “Primeiros Passos” surgiu como uma oportunidade de revitalizar o universo, trazendo um grupo de heróis com poderes únicos e, mais importante, uma dinâmica interpessoal que sempre foi o coração da equipe. E, no meu entendimento, o filme conseguiu equilibrar a grandiosidade cósmica com a intimidade das relações entre os personagens e a família.

Para a Marvel, “Primeiros Passos”, é mais do que um filme, é um reinício estratégico, pois não apenas introduz novos e importantes personagens no MCU, mas também define a direção da Fase 6 e olhando para um mundo MCU mais promissor. Se bem-sucedido, pode abrir portas para novas narrativas centradas na exploração científica, no multiverso e em ameaças cósmicas que se conectam diretamente com o legado do Quarteto Fantástico. A Marvel precisa de um grande acerto para reacender a paixão dos fãs, e “Primeiros Passos” tem todo o potencial para ser esse marco na nova fase de super-heróis.

1trailer: série “Death Valley” (BritBox)

O ator aposentado John Chapel (Timothy Spall) e a detetive sargento Janie Mallowan (Gwyneth Keyworth) se unem para investigar assassinatos no País de Gales.

1clipe: 🎥 “Happy Again” da banda Phantogram

Sarah Barthel e Josh Carter estão por traz do projeto Phantogram e eles lançaram o single Happy Again, que deve estar no próximo álbum da banda. Confere aí.

1trailer: filme “The Pickup” (Prime Vídeo)

Um homem se apaixona perdidamente por uma mulher misteriosa, apenas para se envolver em um plano de roubo inesperado que se transforma em caos e comédia.

1dica: 🎬 “Superman” é um bom filme de super-herói mas ainda não é o suficiente para colocar a DC em evidência 

James Gunn conseguiu: Superman está em ebulição e é a pedra fundamental do recém-formado DC Universe (DCU), que promete redefinir o futuro dos heróis da DC Comics nas telas. Gunn, conhecido por sua abordagem única e bem-sucedida em franquias como Guardiões da Galáxia e O Esquadrão Suicida, traz a promessa de um tom mais otimista e humanizado para o Homem de Aço, algo a muito tempo esquecido e que provocou uma grande expectativa nesta nova versão. Nunca fui muito entusiasta do universo DC, algumas coisas de Batman, Superman e Liga de Justiça me chamavam atenção, por isso nunca me animei com os lançamentos. Mas o rebuliço por conta da contratação de  James Gun pela DC, digamos, que aumentou a minha curiosidade. 

Algumas perguntas que deveriam ser respondidas: Qual o impacto de James Gun na reconstrução deste grande herói? Como trazer de volta a essência de esperança e idealismo do tão poderoso Superman? Como entregar uma versão do herói que capturasse antigos e novos fãs? E, principalmente, como garantir que a franquia pode ter uma longa e rentável duração? 

A escolha de David Corenswet (Clark Kent/Superman) e Rachel Brosnahan (Lois Lane) foi certeira, acho que teve uma  uma boa química e deu charme aos personagens. James Gun mostrou um Superman frágil mas muitas vezes confuso com suas escolhas e isso cativou muita gente. Particularmente, me surpreendi com a boa atuação, mesmo não conhecendo muito os dois atores. Mas quem rouba muitas cenas é Kripto, o cachorro é sensacional. E Lex Luthor (Nicholas Houston) é um vilão à altura do seu arqui-inimigo.

Talvez para a DC Comics, este filme representa um divisor de águas: o sucesso de Superman é crucial para o estabelecimento do DCU de James Gunn e Peter Safran. A expectativa é que ele sirva como um modelo para futuros projetos, estabelecendo um universo coeso, interconectado e, acima de tudo, divertido. Se Superman cumprir o que promete, podemos esperar uma fase de ouro para a DC nos cinemas, com histórias que respeitam o legado dos personagens, mas que também ousam inovar, reconquistando a confiança dos fãs e da crítica e elevando a saga de super-heróis da DC um novo patamar.

Ponto negativo: a Gangue da Justiça é quase uma caricatura de heróis, formada por Guy Gardner/Lanterna Verde (Nathan Fillion), Michael Holt/Senhor Incrível (Edi Gathegi) e Kendra Saunders/Mulher-Gavião (Isabela Merced). O único que se salva é o Senhor Incrível.