1série: How to Get Away With Murder – Final da Série

Quem está acostumado com a série vai sentir muita falta, mas esta é a 6ª e última temporada da série estrelada por Viola Davis, que tem data de estréia prevista para o dia 26 de setembro pela ABC americana. Serão 15 episódios em que Annalise Keating e sua trupe terão o futuro decidido.
E pelo que é mostrado no trailer abaixo, o bicho vai pegar.

Dia Mundial do Rock

Dia do RockPhil Collins tinha o desejo de celebrar o rock em um grande evento e coube a Bob Geldof a organização. Em 13 de julho de 1985, subia ao palco do Live Aid nomes como: Queen, Mick Jagger, U2, David Bowie, Paul McCartney, Sting, Scorpions, Led Zeppelin, The Who, Dire Straits, Eric Clapton e Black Sabbath. Assim nasceu o Dia Mundial do Rock.
Quando olhamos para o passado realmente tem muito a celebrar:  o Rock não morreu e não vai morrer, apesar que na atualidade é dificil encontrar tantas bandas boas de rock, nacional ou gringas. Meu top 10 rock de todos os tempos:
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1filme: Bohemian Rhapsody

“Bohemian Rhapsody” o filme sobre Freddie Mercury e a banda Queen, não é apenas mais um filme sobre uma banda de rock. Também não é um filme somente  sobre sexo, drogas e rock’n’roll, como foi demonstrado no longa da banda The Doors.
É um filme sobre o irreverente e excepcional músico Freddie Mercury: suas alegrias e mágoas, seus momentos de glorias e decepções, todas as decepções ocorridas na sua vida até o diagnostico da AIDS (o amor por Mary e a conturbada relação com seu  pai). É um dos melhores filmes de 2018.
Apesar de Rami Malek apenas dublar as músicas, sua atuação como Freddie Mercury é consistente e impecável. Também mostra porque Brian May é um dos melhores guitarristas do mundo.

Todos os grandes hits da banda são descarregados ao longo das duas horas e quinze minutos do filme, acertando no tom e principalmente nas performances musicais: o show final em Wembley coloca o Queen no mais alto patamar das grandes bandas de rock mundial.

Você não gosta da banda, das músicas ou do Freddie Mercury? Não tem problema, este é um filme para você aprender e apreciar um pouco disso tudo e ainda vibrar, cantar e se emocionar: ESPETACULAR.

1clássico: Aerosmith – Walk This Way

Aerosmith

De uma das grandes bandas de rock mundial, mesmo com as esquisitices do seu vocalista Steven Tyler, é impossível escolher apenas um clássico, mas é bom começar com um petardo que mesmo nos dias de hoje é entoado diariamente e em todos os shows. A banda Aerosmith surgiu em 1970, com seu hard rock, na cidade de Boston e logo já botou alguns singles nas paradas de sucesso: “Dream On”,  “Mama Kin”,  “Somebody, Movin’ Out”  e “One Way Street”. E começou a descarregar grandes músicas, como: “Seasons Of Wither”, “Sweet Emotion”, “Draw the Line”, “Dude (Looks Like a Lady)”, “Angel”, “Amazing”, “Crazy”, “Cryng”, “I Don’t Wanna Miss a Thing”, mas talvez a grande musica da banda seja “Walk This Way”? Música pesada e letra desbocada… simples assim.

 

1série: Jack Ryan

Amazon-Prime-Original-Jack-RyanA série é baseada no livro Jack Ryan de Tom Clancy e apesar das críticas não terem sido muito favoráreis, a série Jack Ryan é bem legal. Repleta de suspense e reviravoltas, faz o telespectador pensar em como poderá ser o desfecho final desde o primeiro episódio. 
Não é uma atuação exuberante do protagonista John Krasinski, analista da CIA que encontra uma série de transferências bancárias suspeitas. Na busca por respostas, Ryan sai da sua mesa de trabalho e começa um jogo mortal pela Europa e Oriente Médio, na caça de um terrorista em ascensão, que está preparando um grande ataque biológico contra os EUA e seus aliados.
A grata e melhor atuação da série é de Wendel Pierce, como James Greer e chefe de Ryan.
É uma série cativante em apenas 8 episódios e que merece uma segunda temporada.

1livro: Dan Brown – A Origem

A Origem

O melhor livro de Dan Brown desde o Código Da Vinci é cheio de surpresas, suspense e reviravoltas. O autor, continua detalhista na narrativa dos fatos e imagens, que transporta o leitor a visualizar tudo de uma forma muito clara e transparente. A discussão “de onde viemos” e “para onde vamos”, nos leva por vários caminhos, mas sem nenhuma conclusão, nenhuma certeza de que algo é definitivo. Religião ou ciência? Alguém tem estas respostas?
SINOPSE: a inteligência artificial criada por um bilionário e futurólogo realmente pode ser o nosso futuro? Estas questões, mais assassinato, o envolvimento da realeza espanhola, um amor proibido, perseguições e suspense, são de tirar o fôlego e prender o leitor, da primeira à última página. E com pressa para ler o desfecho final.
Dan Brown lançou um dos melhores livros de 2017.
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A música POP que EU AMO ODIAR #1

POPMusicEu sou rockeiro e curto: LED ZEPPELIN, PINK FLOYD, RAMONES, THE DOORS, NIRVANA, CREDENCE CLEARWATER REVIVAL, PEARL JAM, TITÃS, LEGIÃO URBANA, PLEBE RUDE, BARÃO VERMELHO, ENGENHEIROS DO HAVAII, PIXIES, PARALAMAS DO SUCESSO, TALKING HEADS, U2, CAPITAL INICIAL, STEPPENWOLF, O RAPPA, RADIOHEAD, THE WHO, QUEEN, DIRE STRAITS, DISHWALLA, AUDIOSLAVE, AWOLNATION, EAGLES, FOO FIGHTERS e mais alguns. Não curto rock pesado, mas não posso deixar passar uma banda fodona como AVENGED SEVENFOLD e o petardo “Hail to The King” ou a versão arrebatadora de “Wish You Were Here”. Nem a versão poderosa de “Sound of Silence” que a banda DISTURBED levou a outro patamar. E tem, logicamente, uma vertente do rap brasileiro com Criolo, Mano Brown, Emicida, Projota e Racionais MCs que merecem ser ouvidos, sem constrangimento ou rótulos. Também um pouco de jazz, soul, música sertaneja de raiz, música gaúcha antiga: sou muito seletivo ou muito enjoado? Enquanto muitos falam que são ecléticos, que gostam de todo o tipo de música, eu sou rockeiro, simples assim. Não entra na minha cabeça (ou nos meus tímpanos) ouvir um funk proibidão ou um sertanejo sofrência? O fato é que meu estilo de musica é o ROCK e estamos entendidos.

Mas ultimamente alguns lançamentos da música POP tem me chamado atenção. E como distinguir o que é pop ou não? Por exemplo, eu gosto do pop rock ou rock indie de bandas como: SKANK, JOTA QUEST, THE DEARS, JAMES BAY, MAGIC, MAGIC NUMBERS, MAROON5, e outros. Por outro lado não gosto de pop descartável e muitas vezes direcionado às paradas de sucesso e com refrão pegajoso: lembra PSY ou LUIZ FONSI? O que fizeram além de suas músicas chicletes? Paralelamente a isso os escritores americanos David Hatch e Stephen Millward definiram a música pop como “um conjunto musical que é distinguível da música popular, folclórica e do jazz“, ou seja algo fácil para chegar às massas e vender. Não sei se é uma boa definição, mas é o que os “entendidos” falaram.

Mas, tirando essas questões divergentes a música pop tem uma safra de bons cantores, intérpretes e letristas que me chamam atenção, a música pode ou não ser um mega hit, mas algumas vezes tem versos bacanas e a levada pop atinge o grande público. E este é o meu caso ao escrever:

A MÚSICA POP QUE EU AMO ODIAR.

#1 Kell Smith – Era Uma Vez
A música fala sobre a infância, como era simples quando éramos crianças e como algumas vezes queríamos crescer mais rápido para ter independência, e agora que temos essa independência não é o que gostaríamos, então os desgostos da vida de adulto são retratados e vem aquela saudade de voltar a ser criança. A letra é bem legal, mas o refrão é sensacional:
“É que a gente quer crescer / E quando cresce quer voltar do início / Porque um joelho ralado / Dói bem menos que um coração partido”

1filme: A Vilã

Um filme sul-coreano movido a sangue e com muita ação.

A-Vilã-2017-3SINOPSE: uma menina treinada desde a infância para ser uma assassina sanguinária aceita um acordo de trabalho que a libertará do árduo ofício depois de dez anos de serviço. Mas mesmo depois de cumprir o prazo e começar a trilhar uma rotina normal, dois homens aparecem e a colocam de frente com seu passado.

Comentário: o início do filme já entrega o que vai vir à frente: violência e sangue. Bem ao estilo Tarantino, o filme coreano, é dirigido por Jung Byeong-gil e tem um misto de Nikita e Kill Bill. É um filme de vingança, sangue e muita ação, então as cenas emotivas pode esquecer pois são bem ruinzinhas. Mas o filme é muito bom e duas cenas são excepcionais:
Uma luta de espadas durante uma perseguição de motocicletas é surreal e deixa o espectador sem fôlego. É a melhor cena do filme.
E a luta no ônibus em movimento, acaba como começou: sangrento.
É uma ótima diversão, mas eu não entendi porque ele foi aplaudido de pé no festival de Cannes.

 

1clássico: Steppenwolf – Born to be Wild

Se tem uma banda que eu não gosto, mas tenho que dar o braço a torcer porque fez um dos maiores hinos do rock mundial, chama-se Steppenwolf. A banda foi criada em Toronto, Canadá, no ano de 1967 e em 1968 lançou o primeiro LP, onde encontramos esta pequena pérola: “Born to be Wild” (“Nascemos para ser Selvagens”). Em 1969 a música ficou ainda mais em evidencia porque fez parte da trilha sonora do filme Easy Rider, (Sem Destino), estrelado por Peter Fonda, Dennis Hopper e Jack Nicholson.

“Eu gosto de fumaça e relâmpagos / O trovão do heavy Metal”.
“Como um verdadeiro filho da natureza / Nós nascemos, nascemos para ser selvagens”.
“Deixe seu motor funcionando / Pegue a estrada / Em busca de aventura / Em tudo o que aparecer em nosso caminho”.

1clássico: Simple Minds – Don’t You (Forget About Me)

Simple Minds

Quando a banda Simple Minds surgiu em 1978, em Glasgow (Escócia), muito gente os comparou ao U2 que havia surgido dois anos antes. Mais aclamada pela crítica do que pelo público, a banda obteve algum sucesso com “Promised You a Miracle”, “Glittering Prize” e “Alive and Kicking”. Mas a banda gravou a música “Don’t You (Forget About Me) (Não se Esqueça de Mim) para o filme The Breakfast Club (O Clube dos Cinco) que foi lançado em 1985 e estourou em todas as paradas pelo mundo, ficando em evidência entre 1985-1987. E daí todo mundo achou que a banda lançaria a música no disco Once Upon a Time, mas não rolou e só foi gravada na coletânea Glittering Prize 81/92, em 1982.

Mesmo assim a canção ainda hoje é o grande clássico do Simple Minds, composta por Keith Forsey and Steve Schiff, toca em qualquer festa e é um baita rock que ganha muito peso ao vivo com versos como: “Conte-me suas preocupações e dúvidas / Entregando-me tudo, por dentro e por fora / O amor é estranho, Tão real no escuro” ou “Nós venceremos no final / Eu não te prejudicarei / Ou tocarei suas defesas / Vaidade e insegurança” ou “Não se esqueça de mim / Eu estarei sozinho dançando, Você sabe disso, baby / Vou desmontar você em pedaços / Nos construiremos novamente, juntos, no coração, baby”. Mas o grande ápice é já na abertura e o refrão: “Hey, hey, hey, hey”.