1banda: Elbow

Uma das boas bandas de rock alternativo do cenário indie é o Elbow. Na estrada desde 1991 a banda britânica é comandada pelo vocalista Guy Garvey e os demais integrantes Mark Potter, Craig Potter, Richard Jupp e Pete Turner lançaram 9 álbuns de estúdio. O último, Flying Dream 1, foi lançado este ano e já traz o hit “Six Words”.

Músicas como “One Day Like This”, “Red”, “About Time”, “Leaders of the Free World” e “The Bones of You” mostram o quanto a banda é legal. Claro que nem todo mundo concorda, pois a banda faz um rock indie mais meloso e lento na poderosa voz de seu vocalista, Guy Garvey. Quem não conhece é uma boa pedida e quem já curte vai gostar do novo álbum.

#estanteViva: Menina Boa Menina Má de Ali Land

Os corações das crianças pequenas são órgãos delicados. Um começo cruel neste mundo pode mudar para sempre o seu destino. Nome novo. Família nova. Eu. Nova. Em folha. A mãe de Annie é uma assassina em série. Um dia, Annie a denuncia para a polícia e ela é presa. Mas longe dos olhos não é longe da cabeça. Os segredos de seu passado não a deixam dormir, mesmo Annie fazendo parte agora de uma nova família e atendendo por um novo nome – Milly. Enquanto um grupo de especialistas prepara Milly para enfrentar a mãe no tribunal, ela precisa confrontar seu passado. E recomeçar. Com certeza, a partir de agora vai poder ser quem quiser… Mas a mãe de Milly é uma assassina em série. E quem sai aos seus não degenera.

Que fique bem claro: o livro é “sombrio, tenso e envolvente”. Desde a primeira página, você vai prender a respiração durante a leitura e não desgrudará até o final. É claro que isso para quem gosta de uma boa e desenvolvida história. A personagem principal que nasceu Annie e depois se transformou em Milly relata bem os casos, não com extrema violência mas de uma forma simples e dolorosa, psicologicamente é forte. Sabemos que muitos dos atos abusivos são reais, em qualquer lugar do mundo e o livro escancara isso.

É desconfortável, bruto e necessário. Um belo livro de uma escritora que eu não conhecia e só comprei este livro porque estava num aeroporto e não tinha nada para ler. Grata supresa: TOP D+.

29/10 – Dia Nacional do Livro

Eu falar de leitura ou de livros cansa… mas eu não paro, não desisto: compro, leio e me apego, não gosto de emprestar, porque é meu. Tem que estar na minha estante.

Este ano eu tinha colocado como meta ler pelo menos 26 livros, 1 livro a cada 15 dias. É algo fácil de se fazer, apenas tem que ter disciplina para cumprir prazos e horários. Mas é claro que na correria do dia a dia e novos acontecimentos podem desviar a atenção e a meta não ser atingida. Não é apenas ler, é viajar. Estou no meu 18 livro e não sei se conseguirei cumprir a meta estabelecida, também não quero ler um livro “fininho”, com poucas páginas, apenas para dizer que cumpri a meta.

O livro é o meu troféu.

O livro me emociona, sinto medo, dou risadas, viajo sem sair do meu sofá ou da minha cama ou do meu banco no ônibus. Como é fácil descobrir esse mundo fascinante.

Enfim, o sabor de ler um bom livro está na sutileza de saborear uma boa leitura, com calma e paciência.

valEsperar: filme Ambulance

Se a ação não for apenas o tempo do trailer, este filme promete no início do ano de 2022. Com direção de Michael Bay e estrelado por Jake Gillenhaal.

1Opinião: Atlético GO 2 x 0 GRÊMIO

A escalação do Grêmio não teve novidades, repetiu a mesma da última partida, mas muito melhor distribuído em campo e com toque de bola mais envolvente.

No primeiro tempo o Grêmio chegou mais, recuperou mais bola no meio de campo e fez volume de jogo, mas uma grande chance chegou aos 30’ e Villasanti desequilibrado chutou em cima do goleiro. No final do primeiro tempo falha de Vanderson e Brenno e gol do Atlético. E nos acréscimos mais uma chance para o Atletico ampliar, com boa defesa de Brenno. O Grêmio teve 3 cartões amarelos: Kannemann, Paulo Miranda e Thiago Santos.

O segundo tempo iniciou da mesma maneira: o Grêmio procurando o ataque e deixando espaços para o Atletico. Que chegou forte aos 10’. Villasanti bateu forte de fora da até e passou perto do gol. Aos 27’ gol de pênalti do Atlético, 2 x 0. Aos 36’ em escanteio Borja cabeceia mal para fora. Aos 37’ grande defesa do goleiro em chute do Luiz Fernando.

Brenno foi o melhor em campo enquanto que Douglas Costa foi o pior, errou tudo o que tentou. Ferreira e Luiz Fernando dois inúteis.

O Grêmio não aproveitou o volume de jogo e as chances no primeiro tempo e, mais uma vez, contra times fracos e que estão na ponta de baixo da tabela o Grêmio não conseguiu ganhar, agora começa uma sequência com times melhores.

Triste, mas o Grêmio está caindo para a segunda divisão.

1trailer: filme UNCHARTED – Fora do Mapa

Tom Holland (Homem Aranha) é Nathan Drake, sucesso de games, num filme cheio de ação e que ainda conta com Mark Wahlberg e Antonio Banderas. Promete no início de 2022.

#maratonando: série One Lane Bridge (tvnz)

Duas temporadas fascinantes

Sinopse: Durante uma investigação de assassinato em Queenstown, um jovem e ambicioso detetive desperta um dom espiritual que põe em risco o caso, sua carreira e sua vida.

A primeira temporada da série neozelandesa mostra o início de Ariki em Queenstown e tem um conflito com o chefe de polícia Stephen Tremaine. O assassinato de um fazendeiro gera conflito entre eles e Ariki começa a ter visões sobre a ponte One Lane, intrigas e traições fazem está primeira temporada ser boa, ainda que tenhamos poucas surpresas mas com um desfecho bem legal.

A segunda temporada é fascinante. E digo isso por conta da mediunidade de Ariki, talvez má interpretada por alguns mas que muitos vão concordar. A série é muito criativa e inteligente, com temas polêmicos como racismo e homofobia. São seis episódios com uma boa dose suspense para tentar entender a morte de um jovem na cidade e que afeta a vida é o dia-a-dia de vários habitantes, inclusive de Stephen e sua esposa Lois.

9… IMPERDÍVEL.

1clássico: R.E.M. – “Everybody Hurts”

É difícil falar da banda R.E.M. (Rapid Eye Movement) liderada por Michael Stipe e seus comparsas Peter Buck, Mike Mills e Bill Berry, pois é uma das bandas que eu mais gosto, desde o tempo de “Radio Free Europe”. Conforme os anos passaram, a banda ficou cada vez melhor, emplacaram hits atrás de hits com facilidade e ganharam o mundo: “Driver 8”, “The One I Love”, “It’s the End of the World as We Know It (and I Feel Fine)”, “Pop Song 89”, “Losing My Religion”, “Shiny Happy People”, “Drive”, “Man on the Moon”, “Bang and Blame”, “Lotus”, “Daysleeper”, “Imitation Life” ou “Bad Day”, entre outras.

Mas o meu clássico é “Everybody Hurts” (“Todo Mundo se Machuca“) e por uma justificativa muito simples: além de ter uma letra “pesada” também é extremamente reconfortante. Michael Stipe canta: “Não desista de si mesmo / Pois todo mundo chora / E todo mundo se machuca, às vezes”… “Pois todo mundo se machuca / Consiga conforto em seus amigos / Todo mundo se machuca / Mas não se entregue”.