O filme é centrado em Ayla e sua filha Aurora, que possuem habilidades sobre-humanas. Enquanto Ayla tenta treinar Aurora para lidar com essas habilidades, um trágico incidente coloca a jovem no controle de seu destino e força a mãe a confrontar a verdade sobre seu passado.
Uma história que a gente pensa que não vai dar em nada é envolvente e impactante, nos instiga e causa tensão, com boas surpresas pelo caminho e isso é ótimo.
Madeline ( ex-policial) e Jonathan (ex-chef de cozinha famoso) se esbarram no aeroporto e trocam seus celulares por engano e assim começa um quebra-cabeça em que o autor vai desenrolando os fios aos poucos. Este é um ponto legal, pois eles estão distantes (França e EUA) e a curiosidade de ambos em saber o que o celular do outro esconde os leva a uma provável quebra de sigilo e invasão de privacidade. Mas vão descobrir que com a descobertas dos fatos eles sempre estiveram ligados e isso é fascinante.
As mudanças de cenários, personagens e fusos horários acabam complicando a vida e as descobertas de ambos, mas o livro é extremamente bem escrito nos levando a muitas perguntas e mesmo assim consegue nos surpreender, mesmo com uma promessa de romance fraca, o suspense e o quebra cabeça montado pelo autor compensa tudo.
Pode ser uma trama complexa sem ser desinteressante nem forçada, mas com certeza é surpreendente. O Chamado do Anjo foi uma deliciosa surpresa. 8
O longa segue a veterana da guerra do Iraque Tes (Maggie Q), enquanto ela se prepara para contra-atacar após um ataque de um grupo de invasores domésticos durante a despedida de solteira de sua irmã, e ela descobre que eles estão determinados a não deixar nenhuma testemunha para trás.
Nicolas Cage vive um suposto vagabundo que, quando sua filha (Ashley Greene) entra na mira de um perigoso criminoso (Jackie Earle Haley), se revela um experiente extremamente capaz assassino, o elenco conta também com Ron Perlman.
Orson (Jon Hamm), um burocrata compulsivo que descobre uma sala secreta, e isso pode ser uma saída para o homem que se vê preso nos absurdos da vida corporativa.
É gratificante você ver uma das melhores músicas brasileiras de todos os tempos ser “desconstruída” e virar uma das melhores versões já realizadas. Este é o caso aqui: uma versão pop rock PERFEITA. A parceria de Renato Teixeira e Almir Sater virou um hino da música sertaneja imortalizada na voz de Almir Sater. A versão deste grande sucesso é de Guilherme Schwab, ex-integrante da banda Suricato. Se esta música é a porta de entrada para a carreira solo, com certeza vem muita coisa boa pela frente. Aproveite.
Vai chegar em 2024: depois de um encontro tenso com um misterioso estranho com poderes sobrenaturais, um homem é banido para uma Terra tirânica e paralela, onde luta para voltar para a mulher que ama.
O trailer liberado mostra a juventude de Willy Wonka (Timothée Chalamet), além de apresentar a nova versão do personagem e dos famosos Oompa Loompas, que ainda traz no elenco Olivia Colman, Hugh Grant, Rowan Atkinson e Matt Lucas, dirigido por Paul King.
O que você precisa saber: o filme se baseia na história em quadrinhos conhecido como Ponto de Ignição (Flashpoint, publicado em 2011) em que o Flash, volta ao passado para tentar impedir que sua mãe seja assassinada e seu pai seja injustamente condenado pela morte dela, quebrando assim o multiverso.
Dito isso não vá com grandes expectativas, porque ainda não estamos falando da nova fase da DC liderada por James Gun sendo assim, e apesar das muitas tentativas de engrenar, a DC e a Warner ainda continuam morrendo na praia e The FLASH não empolga.
Batman (Ben Afleck) e Mulher Maravilha (a belíssima Gal Gadot), tem boas cenas iniciais, assim como o Batman de Michael Keaton, mas quando entra a viagem no tempo o filme perde força e a empolgação diminui. Um Flash, um Ezra Miller ainda passa, mas dois foi um pouco demais, apesar de que achei que Ezra segurou bem as pontas fazendo duas personalidades completamente diferentes. A cena em que Flash e Batman libertam KARA, a Supergirl (Sasha Calle), é um dos poucos acertos, mas em alguns momentos os artistas parecem animação.
Ao som de The Racounters, “Salute Your Solution”, traz a batalha contra o General Zod (Michael Shannon) e este é o ponto alto do filme que decreta as mortes de Supergirl e Batman, mas os dois Flash voltam no tempo e refazem os acontecimentos, mesmo assim não conseguem salvá-los. E isso fica num loop constante, tentando várias vezes e retornando os acontecimentos para salvá-los. E aqui cai por água abaixo todas as minhas melhores expectativas. Cada tentativa recebi outros acontecimento que vão além do entendimento de Barry.
A cena pós crédito traz Aquaman (Jason Momoa) embriagado tentando conversar com Barry Allen, sob chuva cai numa poça de água e fica dormindo enquanto Barry vai comprar mais cerveja. 😂 Desnecessária.
E é somente isso? Ah, George Clooney (Batman & Robin, 1997), também aparece mas como George Clooney mesmo.
Ezra Miller até tenta fazer The Flash mais alegre e despojado mas, acredito eu, até os maiores fãs da DC e do velocista vão se decepcionar.6
O trailer oferece uma amostra tentadora do caos cheio de adrenalina que aguarda os fãs na segunda temporada de “Jogo do Lula”, profundezas do desespero humano e da sobrevivência.