#2 Georgia Castro – Você é Arte
Além de bela, a voz e presença da moça impressionam e a balada “Você é Arte” é linda.
#2 Georgia Castro – Você é Arte
Além de bela, a voz e presença da moça impressionam e a balada “Você é Arte” é linda.
Taí uma banda que é fácil de falar e com inúmeros hits: a banda britânica Radiohead. Provavelmente muitos vão dizer que outras músicas são clássicas, como: “Karma Police”, “Paranoid Android”, “Fake Plastic Trees”, “Just”, “My Iron Lung”, “No Susprises”, “How to Disappear Completely”, “Kid A”, “Lotus Flower” ou “15 Step”, mas o primeiro álbum da banda Pablo Honey traz a beleza de “Creep”.
Parece até engraçado: a estreia da banda foi em 1985 e apenas em 1992 eles lançaram o single “Creep” sem sucesso e com pouca repercussão no Reino Unido, mas foi somente em 1993 com o lançamento do primeiro álbum que a balada mostrou a força da banda que vinha para ficar. Thom Yorke, líder e compositor, fez uma música extremamente depressiva, mas ao mesmo tempo bela. Por isso “Creep” é um dos meus clássicos da banda.
Longa vida ao Radiohead e as esquisitices e maluquices de Thom York.
“Quando você esteve aqui antes / Nem pude te olhar nos olhos / Você é como um anjo / Sua pele me faz chorar”
“Mas eu sou uma aberração, um esquisito / Que diabos é que eu estou fazendo aqui / Este não é meu lugar”
“Seja lá o que te faz feliz / Seja lá o que você deseje / Você é especial pra caralho / Eu queria ser especial”
A banda baiana Vivendo do Ócio, uma das melhores da safra do novo rock brasileiro, acaba de lançar o novo álbum com o nome da banda e o clipe da música “Cê Pode”, que foi lançado em 2019 puxa o lançamento depois de 5 anos sem gravações. Confere o som.
De cara já vai o recado e embalado em guitarras certeiras eles avisam:
“Cê pode ser livre” e outro ponto “Quê adianta riqueza e pobreza de alma? / Adianta ter tudo e viver numa jaula? / Cê pode ser livre, seja o que quiser”.
@vivendodoocio #vivendodoocio
Muito bacana o novo clipe da banda Gorillaz, com participação de Peter Hook & Georgia – Aries: em época de isolamento social, mostra a banda rodando por uma cidade fantasma, sem ninguém pelas ruas. No final do vídeo 2D, com sua máscara de proteção, avisa: “Fique em casa, fique seguro. Ah, e continue lavando as mãos.”
Para quem conhece, ou conhecia, a banda Fastball apenas pelo hit “The Way” é bom saber que a banda vai além disso. É lógico que eles ficaram marcados pelo álbum All the Pain Money Can Buy, de onde saiu o maior hit da banda e também músicas como “Out of My Head” e “Sweetwater, Texas”. A banda deu uma parada em 2009 e retornou em 2017 com o ótimo Step Into Light (escute músicas como “Best Friend”, “I Will Never Let You Down”, “We’re on Our Way” e Secret Agent Love”).
Dito isso chegamos ao novo album, The Help Machine, onde a banda explora novos sons e deixa claro que é uma volta definitiva.
Os destaques do album: “Doesn’t It Make You Feel Small” cativa também pelo peso das guitarras: “Quando você anda em círculo e canta sua música / Você pensou que precisava de respostas, mas as conhecia o tempo todo’. “White Collar” é o que você vai ouvir mais próximo do antigo Fastaball. “Holding the Devil’s Hand”, apesar do título, tem um clima soturno e uma levada pop até o talo que agrada já na primeira vez que ouvir. Outro ponto bom do album a divertida e rapidinha “The Girl You Pretended to Be” onde rola um mistério e ele suplica: “Tudo o que estou pedindo de você / Você poderia se transformar em / A garota que você fingiu ser?”. E “Redeemed” com pegada blues é uma das melhores novidades da nova fase da banda.
Mas as duas melhores, no meu entendimento, realmente são: a faixa que dá nome ao álbum “The Help Machine” balada pop poderosa: “Qual é o seu nome? / Ninguém consegue viver para sempre / E estou aguardando a fila para a Máquina de Ajuda”. E a faixa de abertura “Friend or Foe” um pop delicioso de ouvir e com refrão pegajoso: But you and I will never know / Which way the wind is gonna blow (Mas você e eu nunca saberemos / Para que lado o vento vai soprar).
Com tantos lançamentos de bandas antigas, Fastball se reinventa e promete seguir firme e forte nas paradas.

E o Coldplay retornou em grande estilo: o novo álbum se chama Everyday Life e será lançado ainda em novembro. Mas já estão rolando três faixas bem promissoras: “Everyday Life”, “Orphans” (com clipe lançado) e “Arabesque”. Mas pode este novo álbum ser o melhor álbum da banda? COM CERTEZA. Escute as faixas lançadas e tire suas conclusões:
“Orphans” é pop rock até o talo, com uh uhs e refrão pegajoso: “ I wanna know when I can go / Back and get drunk with my friends” (Eu quero saber quando eu posso / Voltar e ficar bêbada com meus amigos). A letra conta a história de Rosaleen que morreu cedo por conta de uma chuva de mísseis na sua cidade, mas que parece estar no purgatório e suplicando para voltar e viver ainda mais intensamente a vida com seu pai e amigos. Apesar da letra triste a música é acelerada e já com clipe lançado promete estourar facilmente nas paradas mundiais.
“Everyday Life” é uma balada grandioso ao melhor estilo da banda, piano e violão ditam o ritmo de uma letra que questiona como o mundo está e se nós seremos o futuro ou apenas um ponto na história: “Como no mundo eu vou ver? / Você como meu irmão / Não é meu inimigo?”
“Arabesque” tem versos em francês e é levada com instrumentais de Femi Kuti e sua banda. Não é a obra prima, mas a levada é bem legal e mostra toda a versatilidade do Coldplay.
E o primeiro clipe para curtir é a excelente “Orphans”, começaram muito bem.
“Bohemian Rhapsody” o filme sobre Freddie Mercury e a banda Queen, não é apenas mais um filme sobre uma banda de rock. Também não é um filme somente sobre sexo, drogas e rock’n’roll, como foi demonstrado no longa da banda The Doors.
É um filme sobre o irreverente e excepcional músico Freddie Mercury: suas alegrias e mágoas, seus momentos de glorias e decepções, todas as decepções ocorridas na sua vida até o diagnostico da AIDS (o amor por Mary e a conturbada relação com seu pai). É um dos melhores filmes de 2018.
Apesar de Rami Malek apenas dublar as músicas, sua atuação como Freddie Mercury é consistente e impecável. Também mostra porque Brian May é um dos melhores guitarristas do mundo.
Todos os grandes hits da banda são descarregados ao longo das duas horas e quinze minutos do filme, acertando no tom e principalmente nas performances musicais: o show final em Wembley coloca o Queen no mais alto patamar das grandes bandas de rock mundial.
Você não gosta da banda, das músicas ou do Freddie Mercury? Não tem problema, este é um filme para você aprender e apreciar um pouco disso tudo e ainda vibrar, cantar e se emocionar: ESPETACULAR.

De uma das grandes bandas de rock mundial, mesmo com as esquisitices do seu vocalista Steven Tyler, é impossível escolher apenas um clássico, mas é bom começar com um petardo que mesmo nos dias de hoje é entoado diariamente e em todos os shows. A banda Aerosmith surgiu em 1970, com seu hard rock, na cidade de Boston e logo já botou alguns singles nas paradas de sucesso: “Dream On”, “Mama Kin”, “Somebody, Movin’ Out” e “One Way Street”. E começou a descarregar grandes músicas, como: “Seasons Of Wither”, “Sweet Emotion”, “Draw the Line”, “Dude (Looks Like a Lady)”, “Angel”, “Amazing”, “Crazy”, “Cryng”, “I Don’t Wanna Miss a Thing”, mas talvez a grande musica da banda seja “Walk This Way”? Música pesada e letra desbocada… simples assim.
A série é baseada no livro Jack Ryan de Tom Clancy e apesar das críticas não terem sido muito favoráreis, a série Jack Ryan é bem legal. Repleta de suspense e reviravoltas, faz o telespectador pensar em como poderá ser o desfecho final desde o primeiro episódio.
Não é uma atuação exuberante do protagonista John Krasinski, analista da CIA que encontra uma série de transferências bancárias suspeitas. Na busca por respostas, Ryan sai da sua mesa de trabalho e começa um jogo mortal pela Europa e Oriente Médio, na caça de um terrorista em ascensão, que está preparando um grande ataque biológico contra os EUA e seus aliados.
A grata e melhor atuação da série é de Wendel Pierce, como James Greer e chefe de Ryan.
É uma série cativante em apenas 8 episódios e que merece uma segunda temporada.
Se tem uma banda que eu não gosto, mas tenho que dar o braço a torcer porque fez um dos maiores hinos do rock mundial, chama-se Steppenwolf. A banda foi criada em Toronto, Canadá, no ano de 1967 e em 1968 lançou o primeiro LP, onde encontramos esta pequena pérola: “Born to be Wild” (“Nascemos para ser Selvagens”). Em 1969 a música ficou ainda mais em evidencia porque fez parte da trilha sonora do filme Easy Rider, (Sem Destino), estrelado por Peter Fonda, Dennis Hopper e Jack Nicholson.
“Eu gosto de fumaça e relâmpagos / O trovão do heavy Metal”.
“Como um verdadeiro filho da natureza / Nós nascemos, nascemos para ser selvagens”.
“Deixe seu motor funcionando / Pegue a estrada / Em busca de aventura / Em tudo o que aparecer em nosso caminho”.