
Mais uma série coreana de respeito: My Name. A série policial mostra o drama de uma jovem em busca de vingança pela morte de seu pai, mesmo tendo um enredo batido, ação e sangue não faltam.

Mais uma série coreana de respeito: My Name. A série policial mostra o drama de uma jovem em busca de vingança pela morte de seu pai, mesmo tendo um enredo batido, ação e sangue não faltam.

Black and Blue virou Cores da Justiça e está no grade da HBO Max. É uma bela surpresa porque o filme de 2019 é cheio de corrupção policial, violência e sangue. Ponto positivo: atuações de Naomie Harris, Frank Grillo, Tyrese Gibson e ainda Mike Colter.
Em Nova Orleans após presenciar um assassinato por policiais da narcóticos e da sua delegacia, Alicia é perseguida e caçada pelos policiais corruptos, isso leva o filme num baita suspense e com muita ação, afinal, mesmo num bairro negro e sendo negra ela não consegue ajuda por ser policial. Quer um bom filme para a noite? Aperta o play neste aqui. 8


A série narra a investigação de vários crimes e em alguns uma violência avassaladora no sudeste de Londres entre os anos de 1992 e 2009, são histórias verídicas que tiveram desfecho após 17 anos.
A primeira temporada tem 3 episódios e é sobre um assassino de jovens mulheres. A trama se desenrola lentamente mas é envolvente.
A segunda temporada é mais assustadora: a violência de idosos, inclusive estupros. É arrasador saber que mesmo em países de primeiro mundo é uma realidade latente. Tensa, em 4 episódios mostra como a polícia pode ser desorganizada (mesmo na Inglaterra) e deixar passar pistas que parecem óbvias. Nas duas temporadas, Martin Clunes está impecável.
Maratonar as duas temporadas é obrigatório.
9… e eu tenho uma opinião muito clara sobre isso: pena de morte. Não pode ser diferente, não tem porque manter uma pessoa presa e gastando dinheiro do povo.

Filmes de vampiros ou zumbis não me interessam, acho todos fracos e dispensáveis, mas talvez esse mereça um pouco mais de atenção, talvez eu perca tempo ou talvez eu dê algumas risadas.

O filme com Jason Sudeikis, Evangile Lilly e Mike Colter (Luke Cage) promete.

Deixe Army of Dead (besteira com zumbis) para trás e aguarde Army of Thieves, mais um petardo do Zack Snyder.

Pra começar a semana, mais um clipe do ótimo álbum do AC/DC – Power Up – “Through the Mists of Time”.

Free foi uma banda de hard rock britânica formada em 1968, em Londres, por Paul Kossof (guitarra), Paul Rodgers (vocais), Simon Kirk e Andy Fraser (baixo). O sucesso veio a partir do álbum Fire & Water (1970) e emplacou vários hits na carreira, como: “I’m a Mover”, “Come Together in the Morning”, “My Brother Jake”, “Soon I Will be Gone”, “Get Where I Belong”, “Oh I Wept”, mas o meu clássico é “All Right Now”.
Não escolhi essa música por ser o maior sucesso da banda, mas simplesmente porque é a que eu mais escuto deles: “Lá estava ela na rua / Sorrindo da cabeça aos pés / Eu disse: Ei, o que é isto? / Agora talvez, querida / Talvez ela precise de um beijo / Eu disse: Ei, qual seu nome? / Talvez tenhamos algo em comum”.
Aumente o volume e curta ao máximo o som do Free, uma das grandes bandas de hard rock mundial.

Quando falávamos em rock, tínhamos músicas como essa e a irreverência no palco de um grande ícone: Iggy Pop.
Talvez incompreendido por alguns mas idolatrado por muitos, ele fez história desde os tempos da banda The Stooges, fundada em 1968 no estado do Michigan (EUA), que ficou ativa até 1975. Também fez uma grande e poderosa parceria com David Bowie. Em todo a carreira foram muitas grandes músicas, entre elas: “I Wanna be Your Dog”, “Kill City”, “Lust for Life”, “The Passenger”, “China Girl”, “I Need More”, “Bang Bang”, “Repo Man” e “Candy”, mas o meu clássico é “Real Wild Child (Wild One)”.
“Eu sou realmente um selvagem / E eu gosto de uma diversão selvagem / Num mundo que ficou louco / Tudo parece tão confuso”.
Iggy Pop é um ser estranho, não genial, talvez excêntrico mas muito talentoso.