
Pra começar a semana, mais um clipe do ótimo álbum do AC/DC – Power Up – “Through the Mists of Time”.

Pra começar a semana, mais um clipe do ótimo álbum do AC/DC – Power Up – “Through the Mists of Time”.

Free foi uma banda de hard rock britânica formada em 1968, em Londres, por Paul Kossof (guitarra), Paul Rodgers (vocais), Simon Kirk e Andy Fraser (baixo). O sucesso veio a partir do álbum Fire & Water (1970) e emplacou vários hits na carreira, como: “I’m a Mover”, “Come Together in the Morning”, “My Brother Jake”, “Soon I Will be Gone”, “Get Where I Belong”, “Oh I Wept”, mas o meu clássico é “All Right Now”.
Não escolhi essa música por ser o maior sucesso da banda, mas simplesmente porque é a que eu mais escuto deles: “Lá estava ela na rua / Sorrindo da cabeça aos pés / Eu disse: Ei, o que é isto? / Agora talvez, querida / Talvez ela precise de um beijo / Eu disse: Ei, qual seu nome? / Talvez tenhamos algo em comum”.
Aumente o volume e curta ao máximo o som do Free, uma das grandes bandas de hard rock mundial.

Quando falávamos em rock, tínhamos músicas como essa e a irreverência no palco de um grande ícone: Iggy Pop.
Talvez incompreendido por alguns mas idolatrado por muitos, ele fez história desde os tempos da banda The Stooges, fundada em 1968 no estado do Michigan (EUA), que ficou ativa até 1975. Também fez uma grande e poderosa parceria com David Bowie. Em todo a carreira foram muitas grandes músicas, entre elas: “I Wanna be Your Dog”, “Kill City”, “Lust for Life”, “The Passenger”, “China Girl”, “I Need More”, “Bang Bang”, “Repo Man” e “Candy”, mas o meu clássico é “Real Wild Child (Wild One)”.
“Eu sou realmente um selvagem / E eu gosto de uma diversão selvagem / Num mundo que ficou louco / Tudo parece tão confuso”.
Iggy Pop é um ser estranho, não genial, talvez excêntrico mas muito talentoso.

E o Radiohead está de volta com Kid A Mnesia, um álbum triplo composto de materiais desenterrados das sessões dos dois álbuns da banda e também com versões alternativas das faixas e lados-B desses trabalhos. E o primeiro clipe é “If You Say The Word”.

Que banda legal. Acho que muitos não gostam mas, The Smiths, além de ser uma das minhas bandas preferidas é uma das melhores do rock de todos os tempos. Fez muita história no rock, com grande impacto em apenas cinco anos (1982-1987) e somente quatro álbuns: The Smiths (1984), Meat is Murder (1985), Strangeways, Here We Come (1987) e o melhor (na minha opinião) The Queen Is Dead (1986). A dupla Morrissey (vocal) e Johnny Marr (guitarra) emplacou sucessos enquanto esteve ativa, com os também integrantes Andy Rourke (baixo) e Mike Joyce (baterista), mas as brigas e discussões entre os integrantes culminaram com o encerramento das atividades. O certo é que o legado é primoroso, grandes músicas e entre os maiores hits estão: “The Boy With The Thorn In His Side”, “Heaven Knows I´m Miserable Now”, “How Soon In Now”, “Ask”, “Bigmouth Strikes Again”, “Last Night I Dreamt That Somebody Loved Me”, “This Charming Man”, “Girlfriend In A Coma” e “What She Said”. Mas o meu clássico é “Theres a Light That Never Goes Out”.
“E se um ônibus de dois andares / Colidir contra nós / Morrer ao seu lado / É um jeito tão divino de morrer / E se um caminhão de dez toneladas / Matar nós dois / Morrer ao seu lado / Bem, o prazer, o privilégio é meu”.
O melhor clipe foi do filme 500 Dias Com Ela, confere aí.

E saiu o novo clipe da banda O Teatro Mágico da música “Almaflor”: “Ô ô ô / Ô ô ô / Ô ô ô / Quando isso tudo passar por nós / Não tenha medo de nada / Seremos porto seguro / E tudo que tarda não falha / Quando isso tudo passar por nós / Trazendo silêncio e cilada / Pequenos lugares escuros no decorrer da jornada / Ô ô ô”. E o novo álbum promete muito.

A banda britânica The Cure tem uma carreira de altos e baixos, apesar de ser uma grande banda do rock mundial é ainda definida como alternativa e gótica. Liderada por Robert Smith (vocal), passando por várias formações mas a última conta ainda com Roger O’Donnell (tecladista), Jason Cooper (baterista) e Reeves Gabrels (guitarrista). A banda emplacou vários hits como: “Boys Don’t Cry”, “A Forest”, “Let’s Go to Bed”, “The Walk”, “The Lovecats”, “Close to Me”, “Lullaby”, “Lovesong”, “Friday I’m in Love”, “Pictures of You”, entre outros.
O meu clássico da banda é “In Between Days” (Dias Intermináveis), desilusão amorosa e dançante, marca um dos melhores momentos da banda: “Ontem fiquei tão velho / Eu senti que poderia morrer / Ontem fiquei tão velho / Me deu vontade de chorar” e depois “Ontem eu fiquei com tanto medo / Eu estremeci como uma criança / Ontem longe de você / Isso me congelou por dentro”. Mas o refrão chuta o balde e manda tudo para o espaço: “Prossiga, prossiga / Apenas vá embora / Prossiga, prossiga / Sua escolha está feita / Prossiga, prossiga / E desapareça / Prossiga, prossiga / Para longe daqui”.
The Cure é para aqueles dias escuros, mas com uma pitada de luz de sol radiando.

W.E.T. é uma banda que eu não ouvia muito, bem sincero QUASE NADA (mas sempre gostei de “One Love”), mas com o álbum Retransmission o hard rock não sai mais da minha playlist e a faixa “Big Boys Don´t Cry” é uma das melhores. Aproveita que o som é bom demais.

A banda Pearl Jam no decorrer de sua carreira emplacou diversos sucessos que serão lembrados por muito tempo: “Alive”, “Even Flow”, “Black”, “Jeremy”, “I am Mine”, “Sirens”, “Just Breathe”, entre outros. Mas a banda evoca um pequeno clássico do rock mundial “Last Kiss”, num clipe sensacional e emocionante. O que pouca gente sabe é que a música é de 1962, escrita por Wayne Cochran e originalmente tocada por Wayne Cochran & the C.C. Riders. Compare abaixo as duas versões e decida qual a melhor.

Depois de “Jesus’ Son” de 2016 (última música inédita), a banda Placebo lança a nova música “Beautiful James” que estará no seu 8º álbum de estúdio. Segura aí.