A grande balada da banda Roxette, “Listen to Your Heart”, ganhou o peso necessário e impactante e, até que enfim, um clipe bacana: uniu a loucura de Leo Moracchioli (músico e produtor de metal norueguês que mora em Oltedal, Rogaland) e a beleza da voz de Violet Orlandi. Confere aí como ficou incrível a versão.
Erik Grönwall, ex-vocalista do Skid Row e H.E.A.T, lançou recentemente “Dragon Knights”, foi produzida com a ajuda do guitarrista Jona Tee (H.E.A.T.) e do baixista Jens Anderson (Crazy Lixx). O vocalista tinha lançado antes dois ótimos cover “God’s Gonna Cut You Down” de Johnny Cash e “Sabbath Bloody Sabbath” do Black Sabbath. Confere aí o novo petardo.
A fonte de criativa Jack White continua a todo vapor e parece não querer secar tão cedo. O álbum lançado de surpresa traz boas composições e é um dos melhores do multi instrumentista. Alguns destaques: “Archbishop Harold Holmes” tem ecos da boa fase da banda White Stripes: “Ódio é tentar tirar o amor de outra pessoa para si mesmo – mas estou aqui para lhe dizer que o amor é / Tentar ajudar outra pessoa”. “Another Way to Die”, com Alicia Keys é uma grata surpresa. Enquanto “Terminal Archenemy Endling” tem o peso e energia necessárias de uma grande música.
No balanço final, No Name, parece uma volta ao passado um álbum cru que vai ao ponto central: direto na veia como o bom e velho rock do Led Zeppelin e Iggy Pop sempre deveria ser. ⭐️⭐️⭐️⭐️
A palavra “pizza” vem do latim picea, que remete ao objeto torrado pelo fogo. E ao contrário do que muita gente pensa, a famosa massa de pizza não foi inventada na Itália, mas sim com os egípcios, que desenvolveram uma massa bem fina e de forma circular chamada de pão de Abrahão ou simplesmente piscea, palavra que deu origem ao nome que conhecemos hoje.
A história de uma das melhores bandas de rock da Austrália chega aos cinemas: Midnight Oil: The Hardest Line é a história definitiva do seminal grupo de rock australiano, traçando suas origens da atmosfera politicamente carregada dos anos 1970 até sua ascensão como ícones globais.
“Whiskey Lullaby” é uma canção escrita por Bill Anderson e Jon Randall. A canção foi um dueto gravado pelo artista country americano Brad Paisley e pela artista de bluegrass Alison Krauss no álbum Mud on the Tires de Paisley em 2004.
O músico americano Drew Jacobs lançou esse cover, em 2023, em parceria com Caitlynne Curtis, a música ficou pesada e na medida certa, com clip bem bacana. Confere aí.
“Fortunate Son” foi lançada em 1969 no álbum Willy and the Poor Boys, o quarto da banda americana Creedence Clearwater Revival, fundado em 1967 (mas eles já tocavam juntos desde 1959), por John Fogerty (guitarra e vocais), Tom Fogerty (guitarra), Stu Cook (baixo) e Doug Clifford (bateria).
Inegável o legado da banda em canções como: “Susie-Q”, “I Put a Spell on You”, “Proud Mary”, “Bad Moon Rising”, “Lodi”, “Green River”, “Commotion”, “Down on the Corner”, “Travelin’ Band”, “Who’ll Stop the Rain”, “Up Around the Bend”, “Run Through the Jungle”, “Lookin’ Out My Back Door”, “Long as I Can See the Light”, “I Heard It Through the Grapevine”, “Have You Ever Seen the Rain?”, “Hey Tonight”, “Sweet Hitch-Hiker”, “Someday Never Comes”, mas hoje o meu clássico desta maravilhoso banda é “Fortunate Son”. Uma canção icônica que continua a ser uma das faixas mais poderosas do rock, desde o seu lançamento em 1969, durante um período de turbulência social e política nos Estados Unidos.
A música capturou perfeitamente o espírito de protesto da época e ecoa até hoje com uma mensagem crítica contundente. A letra, escrita por John Fogerty, é uma crítica franca à desigualdade e à injustiça social. A frase repetida “It ain’t me, it ain’t me, I ain’t no fortunate one” (Não Sou Eu / Não Sou Eu / Eu Não Sou o Afortunado, Não) encapsula a indignação da juventude daquela época diante do recrutamento forçado na Guerra do Vietnã, que parecia afetar desproporcionalmente aqueles sem privilégios ou conexões políticas. Ao pé da letra, a canção denuncia a hipocrisia das autoridades e a forma como os mais pobres e desfavorecidos eram enviados para a linha de frente da guerra, enquanto os filhos de políticos e proprietários de empresas desfrutavam de proteção e benefícios.
Além disso, também critica os políticos que promovem a guerra, já que muitos líderes governamentais eram poupados do recrutamento e, portanto, não enfrentavam as consequências diretas de suas decisões. A letra expressa com raiva e indignação o sentimento de que os ricos e poderosos se beneficiam enquanto a classe trabalhadora sofre.
Musicalmente, a música é cativante desde o início: o riff de guitarra inconfundível de John Fogerty estabelece o tom, enquanto a batida pulsante da bateria e o baixo sólido sustentam a energia da música. A voz rouca e enérgica de Fogerty transmite perfeitamente a raiva e a determinação da mensagem da canção, isso levou a música a permanecer relevante em diferentes contextos históricos. Embora tenha sido escrita em resposta à Guerra do Vietnã, a música serve como um lembrete atemporal de que a arte pode ser uma forma poderosa de protesto e de expressão política, se tornando um hino de protesto contra a injustiça e a desigualdade, permanecendo como um grande clássico do rock mundial,
O Creedence Clearwater Revival continua fazendo história no rock mundial.
A banda de rock americana, Journey, formada em São Francisco no ano de 1973 teve como seu maior clássico “Don’t Stop Believin”, uma música que se estabeleceu como um hino eterno e um ícone da música pop-rock desde o seu lançamento em 1981.
Com uma mistura envolvente de letras cativantes, melodia contagiante e um poderoso desempenho vocal, a faixa se destaca como uma das mais memoráveis e amadas de todos os tempos. A letra inspiradora, com seu apelo universal para nunca desistir dos sonhos e acreditar em si mesmo, ressoa com pessoas de todas as idades e origens. A voz carismática do cantor Steve Perry transmite emoção e convicção, tornando as palavras ainda mais poderosas e significativas.
“Don’t Stop Believin” tem a capacidade única de evocar uma sensação de otimismo e esperança, independentemente das circunstâncias. É uma música que une as pessoas, seja em estádios lotados ou em pequenas reuniões, tornando-se um verdadeiro hino de comunhão e perseverança: “Não pare de acredita / Se agarre nesse sentimento” / “Trabalhando duro para ser pago / Todos querem uma emoção / Pagando qualquer coisa para tentar a sorte / Só mais uma vez”.
A instrumentação habilidosa e os arranjos cuidadosos da banda complementam perfeitamente o tema da música, construindo gradualmente a energia até um clímax emocionante. A famosa introdução no piano e o solo de guitarra são momentos icônicos que marcam a identidade da canção e contribuem para sua atemporalidade.
Podemos dizer que “Don’t Stop Believin’” é um clássico imortal que continua a encantar gerações após gerações. Sua mensagem inspiradora e execução musical brilhante solidificam seu lugar como uma das canções mais importantes da história do rock mundial.
Primeiro vamos falar do Glam Rock: foi um movimento que surgiu surgiu na Inglaterra como uma provocação à estética hippie, com excesso na produção – tanto na roupa (lurex, lantejoulas, paetês, saltos plataformas) e maquiagem (cílios postiços, batons e sombras em cores vibrantes, purpurina), quanto na atitude (era importante ‘posar’ ou seja, criar um personagem). Algumas bandas deste movimento: Roxy Music, T.Rex, Sweet, New York Dolls e White Lion.
Um dos grandes sucessos deste movimento e dos anos 80 é da banda White Lion, “When The Children Cry”. Com uma melodia suave e letras poéticas, a canção aborda temas sensíveis como a paz, a compaixão e a proteção das crianças. O vocal emotivo de Mike Tramp e a guitarra melódica de Vito Bratta dão vida a essa balada marcante. No contexto do movimento glam rock, a música se destaca por sua mensagem humanitária e pacifista, em contraste com a imagem extravagante e glamourosa típica do gênero, mostrando que o glam rock não se resumia apenas a aparências e excentricidades, mas também o poder de transmitir mensagens profundas e significativas.
Com sua simplicidade e poder emocional, “When The Children Cry” se tornou um hino atemporal do rock, tocando os corações de gerações de fãs ao redor do mundo. Sua importância no movimento glam rock vai além do estilo visual e sonoro, mostrando que a música pode ser uma ferramenta poderosa para transmitir ideias e valores positivos. O refrão entrega toda a emoção e simplicidade: “Quando as crianças choram / Deixe-as saber que nós tentamos / Porque quando as crianças cantam / O novo mundo começa”.
A banda, com a formação original acabou em 1991, em 1999 retornou apenas com Mike Tramp em nova formação, ja em 2009 lançou o álbum Suicide City, mas sem muito sucesso.