1série: Lupin (Netflix)

Lupin é uma daquelas atrações que você torce para o bandido, mesmo sabendo que o crime não compensa. A segunda parte da série da Netflix termina de forma simples mas eficiente, visto que tudo que se esperava desde o início acontece, mesmo sendo no último episódio.

As pontas soltas vão, no decorrer dos episódios, sendo entrelaçadas e explicadas detalhadamente deixando o espectador satisfeito. É claro que o final deixa aberto para uma terceira temporada, mas olhando pelos livros tem muita coisa ainda para ser explorada.

Enfim, a série é boa mas eu acho que a Netflix não deveria ter quebrado em duas partes, pois demorou demais para lançar a parte final. 9

1série: SHADOW

Série sul africana

Quando assisti o trailer da série sul africana Shadow pensei que veria mais uma versão do Justiceiro, só que filmada em Joanesbugo, mas me surpreendi com o desenrolar da história e os episódios cada vez mais empolgantes.  

Shadow é um ex-policial que sofre de analgesia congênita (doença rara que uma pessoa não pode sentir ou nunca sentiu dor física, muito estranho) e que além disso se culpa pela irmã ter ficado paraplégica (não ter grana para pagar o tratamento) e por não ter conseguido prender um assassino chamado Cyrus.
Shadow se torna detetive particular e, enquanto tem inúmeros problemas pessoais para resolver, toma a justiça em suas próprias mãos tentando ajudar amigos e quem mais se sentir desamparado.

Vale a pena abrir os horizontes para novas produções, que pode não chegar com a qualidade americana mas que demonstra potencial de melhorar cada vez mais. 8

1série: O GAMBITO DA RAINHA

A minissérie de sete episódios é viciante, muito pelo carisma da protagonista Beth Harmon (uma excelente atuação de Anya Josephine Marie Taylor-Joy) mas também pela curiosidade em descobrir um pouco mais sobre o jogo de xadrez e a dinâmica da narrativa. 

A pequena órfã de oito anos Beth é quieta e, ao que parece, nada notável. Isto é, até ela jogar sua primeira partida de xadrez e se tornar um prodígio. Seus sentidos ficam mais aguçados, seu pensamento mais claro e, pela primeira vez em sua vida, ela se sente totalmente no controle. Aos dezesseis anos, ela está competindo pelo campeonato U.S. Open. Mas, à medida que Beth aprimora suas habilidades no circuito profissional, as apostas ficam mais altas. Ela gosta do isolamento e se vicia em remédios. Apenas um objetivo faz Beth sentir medo: jogar com o grande Vasily Borgov, russo e melhor jogador do mundo. No decorrer da trama, ela experimenta relações com meninos e meninas e ambientada nos anos 60, torna mais fascinante. 

Uma série excelente que devemos torcer para que tenha a segunda temporada.  10