O filme é centrado em Ayla e sua filha Aurora, que possuem habilidades sobre-humanas. Enquanto Ayla tenta treinar Aurora para lidar com essas habilidades, um trágico incidente coloca a jovem no controle de seu destino e força a mãe a confrontar a verdade sobre seu passado.
O longa segue a veterana da guerra do Iraque Tes (Maggie Q), enquanto ela se prepara para contra-atacar após um ataque de um grupo de invasores domésticos durante a despedida de solteira de sua irmã, e ela descobre que eles estão determinados a não deixar nenhuma testemunha para trás.
Nicolas Cage vive um suposto vagabundo que, quando sua filha (Ashley Greene) entra na mira de um perigoso criminoso (Jackie Earle Haley), se revela um experiente extremamente capaz assassino, o elenco conta também com Ron Perlman.
Orson (Jon Hamm), um burocrata compulsivo que descobre uma sala secreta, e isso pode ser uma saída para o homem que se vê preso nos absurdos da vida corporativa.
Vai chegar em 2024: depois de um encontro tenso com um misterioso estranho com poderes sobrenaturais, um homem é banido para uma Terra tirânica e paralela, onde luta para voltar para a mulher que ama.
O trailer liberado mostra a juventude de Willy Wonka (Timothée Chalamet), além de apresentar a nova versão do personagem e dos famosos Oompa Loompas, que ainda traz no elenco Olivia Colman, Hugh Grant, Rowan Atkinson e Matt Lucas, dirigido por Paul King.
O que você precisa saber: o filme se baseia na história em quadrinhos conhecido como Ponto de Ignição (Flashpoint, publicado em 2011) em que o Flash, volta ao passado para tentar impedir que sua mãe seja assassinada e seu pai seja injustamente condenado pela morte dela, quebrando assim o multiverso.
Dito isso não vá com grandes expectativas, porque ainda não estamos falando da nova fase da DC liderada por James Gun sendo assim, e apesar das muitas tentativas de engrenar, a DC e a Warner ainda continuam morrendo na praia e The FLASH não empolga.
Batman (Ben Afleck) e Mulher Maravilha (a belíssima Gal Gadot), tem boas cenas iniciais, assim como o Batman de Michael Keaton, mas quando entra a viagem no tempo o filme perde força e a empolgação diminui. Um Flash, um Ezra Miller ainda passa, mas dois foi um pouco demais, apesar de que achei que Ezra segurou bem as pontas fazendo duas personalidades completamente diferentes. A cena em que Flash e Batman libertam KARA, a Supergirl (Sasha Calle), é um dos poucos acertos, mas em alguns momentos os artistas parecem animação.
Ao som de The Racounters, “Salute Your Solution”, traz a batalha contra o General Zod (Michael Shannon) e este é o ponto alto do filme que decreta as mortes de Supergirl e Batman, mas os dois Flash voltam no tempo e refazem os acontecimentos, mesmo assim não conseguem salvá-los. E isso fica num loop constante, tentando várias vezes e retornando os acontecimentos para salvá-los. E aqui cai por água abaixo todas as minhas melhores expectativas. Cada tentativa recebi outros acontecimento que vão além do entendimento de Barry.
A cena pós crédito traz Aquaman (Jason Momoa) embriagado tentando conversar com Barry Allen, sob chuva cai numa poça de água e fica dormindo enquanto Barry vai comprar mais cerveja. 😂 Desnecessária.
E é somente isso? Ah, George Clooney (Batman & Robin, 1997), também aparece mas como George Clooney mesmo.
Ezra Miller até tenta fazer The Flash mais alegre e despojado mas, acredito eu, até os maiores fãs da DC e do velocista vão se decepcionar.6
Depois que uma força misteriosa dizima a população do mundo, Sebastian precisa enfrentar uma jornada de sobrevivência pelas ruas desoladas de Barcelona.
A ótima comédia “Casamento Grego” chega ao seu terceiro filme e, além de fazer uma homenagem ao ator Michael Constantine, que interpretou o pai de Toula nos dois primeiros filmes e faleceu em 2021, leva Toula (Nia Vardalos) e Ian (John Corbett) numa viajam à Grécia para uma reunião de família, com boas doses de confusão e diversão.