
Segue Heather (Naomie Harris) e Carla (Natalie Dormer), elas se encontrarão depois de anos sem se falar. Heather está prestes a apresentar uma proposta muito inesperada que pode mudar suas vidas para sempre.

Segue Heather (Naomie Harris) e Carla (Natalie Dormer), elas se encontrarão depois de anos sem se falar. Heather está prestes a apresentar uma proposta muito inesperada que pode mudar suas vidas para sempre.

Acompanha Oscar (Miguel Gabriel), um garoto de nove anos que não fala e que luta para se adaptar, enquanto ele conhece Eric (Beau Bridges), um gentil dono de oficina mecânica, e se tornam amigos improváveis depois de serem unidos por uma câmera de filme danificada.

Título Original: “The Baker”
Elenco: Ron Perlman, Harvey Keitel, Elias Koteas, Samantha Kaine, Emma Ho
Direção: Jonathan Sobol
País Origem: EUA
Duração: 1h45min
⭐️⭐️⭐️
Sinopse: um padeiro silencioso, Pappi, (Ron Perlman) com um passado conturbado é forçado a sair do exílio auto imposto quando seu filho desaparece ao tentar fazer um negócio duvidoso. Obrigado a voltar à vida que pensava ter deixado para sempre, o padeiro fará o possível e o impossível para encontrar seu filho e proteger a neta que ele nunca soube que existia dos assassinos da máfia enviados para encontrá-la.
Sim, mesmo com três estrelas, vale a pena você assistir este filme e contemplar a lenta adaptação da vida de Delphi ao seu avô rabugento. Com boas cenas e lembrando os bons filmes de ação dos anos 90, mantem o espectador atento a evolução do filme. Outro ponto interessante e bem explorado: a menina Delphi parou de falar quando da morte de sua mãe e isso causa impacto na dinâmica dela com seu avô.
Como não tem diálogos com sua neta, que passa grande parte do filme muda ao seu lado, pode parecer para alguns que o filme não valha a pena, mas diferente deste pensamento as surpresas acontecem na evolução da trama. Ron Perlman, o eterno Hellboy, amassa mafiosos a pancadas na procura do seu filho ou dos assassinos dele, quanto mais se aproxima da verdade mais violento fica e, pensando bem, até essa violência implacável é justificável. E, além de termos Ron Perlman e Harvey Keitel em lados opostos da briga.

É uma boa diversão, para quem deseja um filme de violência com toques de sentimentalismo moderado e tendo uma garotinha meiga no meio de toda essa confusão. Invista um tempo para assistir o filme, mas não crie grandes expectativas.

Quando os restos mortais de onze mulheres e meninas são descobertos no deserto do Novo México, uma extensa investigação é iniciada. Inspirado em histórias de crimes reais, Boneyard segue o chefe de polícia Carter (Curtis “50 Cent” Jackson), o detetive Ortega (Brian Van Holt) e o agente Petrovick (Mel Gibson) em um esforço de várias agências para identificar e prender o assassino.

Segue uma jovem judia escondida por um menino e sua família na França ocupada pelos nazistas durante a Segunda Guerra Mundial, com a espetacular Helen Mirren e Gillian Anderson.

Título Original: “Freud’s Last Session”
Elenco: Anthony Hopkins, Matthew Goode, Liv Lisa Fries, Jodi Bafour
Direção: Matt Brown
País Origem: EUA
Duração: 1h48min
⭐️⭐️⭐️⭐️⭐️
Sinopse: Na história do filme, Freud (Anthony Hopkins) convida o icônico escritor C.S. Lewis (Matthew Goode) para discutir a existência de Deus e o relacionamento não convencional de Lewis com a mãe de seu melhor amigo.
Nos últimos anos ficou difícil encontrar Anthony Hopkins atuando em algum filme ruim e prova disso é mais uma atuação exuberante neste longa: “Considero o que as pessoas me contam muito menos interessante do que o que elas preferem não me contar”, sendo a mais completa verdade.
O que sustenta o filme e leva o espectador a pensar, mesmo não sendo um filme fácil de entender: muitos diálogos inteligentes e provocativos que desafiam o público a refletir sobre questões complexas, cada um defendendo sua visão de mundo de forma apaixonada e convincente. Tanto Freud quanto Lewis são complexos, pelo menos pra mim, mas ambos possuem dúvidas, medos e anseios, que por vezes se cruzam numa teia infinita. Não é uma visão simplista, mas são dois belos seres humanos com suas próprias falhas mas muito mais virtudes. Vários temas são abordados, como a luta contra o sofrimento e a busca pela verdade, questionando nossas crenças e valores, mas a provocação maior é saber o que realmente importa para cada um nesta vida. E a última questão é a vida de sua filha, Anna Freud (Liv Lisa Fries), que algumas vezes se torna abusiva pelo seu pai, talvez por ela manter um relacionamento com outra mulher, Dorothy (Jodi Balfour), e seu pai ser contrário ao romance, uma opressão descabida.
“Tanto a atuação de Hopinks quanto de Goode se equivalem, mas o carisma do ator veterano segura o filme de forma brilhante.”

Por mais que você preste muita atenção no filme e nos diálogos, ainda sairá com mais perguntas do que respostas e isso pode ser frustrante, mas é um filme muito instigante e inteligente, que eu vou precisar assistir novamente para tentar entender melhor.

Após um encontro inusitado, a talentosa chef de cozinha Almut (Florence Pugh) e um homem recém-divorciado, Tobias (Andrew Garfield) se apaixonam e constroem o lar e a família que sempre sonharam, até que uma verdade dolorosa põe à prova essa história de amor.

Em meio ao caos da Primeira Guerra Mundial, um pai enlutado se torna um herói, levando os moradores para a segurança enquanto foge de um inimigo implacável movido pela vingança.

A idealista agente penitenciária Eva se depara com o dilema de sua vida quando um jovem de seu passado é transferido para a prisão onde ela trabalha.

Após ser demitida da TV por ser considerada “velha demais” para ser atriz, Elisabeth Sparkle (Demi Moore) recorre a um sinistro programa de aprimoramento corporal. A substância milagrosa promete rejuvenescê-la, mas resulta em uma transformação ainda mais radical. Ela agora precisa dividir seu corpo com Sue (Margaret Qualley), sua versão jovem e melhorada, e, aos poucos, começa a perder completamente o controle da própria vida. Em um pesadelo surreal sobre a busca incessante pela juventude, A Substância revela o preço oculto da perfeição.